quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

O Orgulho da Rua Parnell

Assisti O Orgulho da Rua Parnell de Darson Ribeiro na Verniz Galeria. O texto é do irlandês Sebastian Barry. Não conhecia esse autor e gostei demais do texto. Ele fala a história de um casal pobre. Eles se amam muito, tem três filhos.

Um filho é atropelado e morre. Outro dia o marido chega em casa e espanca violentamente a mulher. Ela sai de casa com os dois filhos. O casal sempre viveu em ambientes de violência e pobreza. Ele vai preso, depois fica doente e ela tem que sobreviver. Os filhos seguem as histórias de pobreza dos pais, sem perspectiva de melhora de vida. É um texto muito complexo e triste. Gosto demais do trabalho da Claudiane Carvalho. Já tinha visto alguns trabalhos com ela que comentei aqui. Eu não conhecia o Alexandre Tigano que faz o marido, gostei também. No início um garoto interpreta o filho e canta a capela, Enrico Bezerra, que graça de menino. O Orgulho da Rua Parnell fica em cartaz até 20 de fevereiro.
Foto Eliana Souza

Muito interessante que a peça acontece na Verniz Galeria. É uma loja de objetos, gostei demais do elenco andar entre os objetos e nós sentarmos em cadeiras que estão a venda. É um lugar peculiar, que traz muito o clima da peça. Gostei muito do lugar e da peça ser lá. Foi uma experiência e tanto.
Foto de Claudio Magalhães

Sorteio de um par de ingressos. Se algum leitor do blog quiser assistir, deixe o nome no comentário e a data. No dia estará o seu nome na portaria com um par de ingressos. Tenho cortesia para um par de ingressos.

Beijos,
Pedrita

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Antonio Maia | Ex-voto, Alma e Raiz

Fui a exposição Antonio Maia Ex-voto, Alma e Raiz na Caixa Cultural São Paulo. A curadoria foi de César Romero. Antonio Maia (1928-2008). era sergipano. Na mostra tinham 40 telas, além de livros, catálogos, cartas, postais, origamis e ex-votos originais.


Gostei muito da montagem da exposição, pintaram na parede rostos como os de Antonio Maia que ligavam as obras. E que incrível não? 3 exposições e um show em um único passeio e tudo de graça. Isso porque não fui aos outros espaços gratuitos do centro. O centro é uma ótima opção para passeios nas férias ou mesmo em outras datas, ou para visitantes na cidade. Pelo o que eu descobri essa exposição já passou pelo Rio de Janeiro. Essa mostra também segue até 28 de fevereiro como as outras.

Beijos,
Pedrita

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Anico Herskovits - Percurso Gráfico

Fui a exposição Anico Herskovits- Percurso Gráfico na Caixa Cultural São Paulo. A curadoria é de Angélica de Moraes. São 50 gravuras feitas em xilogravura que remete à tradição da gravura japonesa. A artista plástica é uruguaia e vive no Rio Grande do Sul. Suas obras mostram muitos profissionais da construção em atividade.

Algumas obras tem textos quase poemas: "Como um pássaro sem asas, ele subia com as casas, 1981, de Anico Herskovits. São obras que mostram vidas simples com ofícios difíceis. 

Gostei demais das que são transformadas em livrinhos tridimensionais. Não sei se esse da foto estava na exposição, mas tinham alguns que vinham dos quadros, resolvi colocar um para ilustrar. A exposição vai até 28 de fevereiro e é de graça.

Beijos,
Pedrita

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Carybé - As Cores do Sagrado

Fui a exposição Carybé - As Cores do Sagrado na Caixa Cultural São Paulo. A curadoria é de Solange Bernabó. Vocês não imaginam como estava ansiosa para ver essa mostra. Adoro as obras do Carybé e queria muito ver ao vivo. Carybé nasceu na Argentina em 1911. Viajou por vários países até se fixar na Bahia onde ficou até morrer.


Foi lá que fez as obras mostrando os rituais tradicionais da religiosidade de matriz africana, na tradição nagô, jeje e angola entre 1950 e 1980.  Carybé retratou as vestimentas, costumes, armas e também os instrumentos musicais usados nos rituais. São 50 obras na mostra.

Obviamente eu fiquei encantada com as obras que mostram os instrumentos musicais, a precisão. Infelizmente essa mostra já passou nas Caixas Culturais de Salvador, Recife e Rio de Janeiro, nem vou poder sugerir que fiquem atentos. A mostra vai até 28 de fevereiro e é gratuita. 
Beijos,
Pedrita

domingo, 15 de janeiro de 2017

Cabruêra

Fui ao show da banda Cabruêra na Caixa Cultural São Paulo. Esse grupo é da Paraíba. Cabruêra é formada por Arthur Pessoa (voz, viola e melódica), Pablo Ramires (Bateria), Edy Gonzaga (Baixo) e Leo Marinho (Guitarra). Participaram ainda dos shows Rodrigo (Trombone) e João Henrique (Trompete).  Gostei muito das músicas. Eles interpretaram obras da trajetória deles. São ótimas pra dançar, o show é uma animação. A Cabruêra comemora 18 anos de existência, então tocaram composições do repertório deles desse período. Uma que o público gosta muito é a Passarada, eu também adoro. A banda se apresenta no Brasil e em vários países. Já se apresentaram em Portugal, Alemanha, África do Sul, Estados Unidos e Colômbia. Hoje é a última apresentação na Caixa Cultural São Paulo, sempre de graça.
A foto é de João Henrique
Beijos,

Pedrita