terça-feira, 30 de junho de 2015

Trio Brasileiro

Ouvi o CD Trio Brasileiro. Esse excelente trio é formado por Gilberto Tinetti (piano), Erich Lehninger (violino) e Watson Clis (violoncelo). E que repertório maravilhoso! Começa com uma obra lindíssima de Francisco Braga. Tenho aprendido a conhecer mais desse compositor e tem tido muitas surpresas maravilhosas com suas composições. Depois interpretam outro compositor que adoro, Radamés Gnatalli. Linda demais também as do Osvaldo Lacerda e a do Almeida Prado. O Trio Brasileiro existe, e com muito sucesso, desde 1975. Linda a capa do CD que é uma obra de Evandro Carlos Jardim.


Faixas do CD:

Francisco Braga 

1-4. Trio para piano, violino e violoncelo 

Radamés Gantalli 
5-6. Trio Miniatura 

Osvaldo Lacerda 
7-8. Trio para piano, violino e violoncelo 

Almeida Prado 
9-12.. Trio marítimo 

Beijos,
Pedrita


segunda-feira, 29 de junho de 2015

Ofício em Cena

Assisti Ofício em Cena com Thelma Guedes da GloboNews na Globosat Play. Eu tenho visto trechos desse programa com outros entrevistados, e vi que tinha perdido um dos que mais queria ver, com a autora de Joia Rara e Cordel Encantado, novelas que mais gostei recentemente. Vi pela chamada na GloboNews que todos estão disponíveis na Globosat Play e assisti esse. Thelma Guedes é fantástica, linda, carismática, inteligente, educada. Ela escreve novela junto com a Duca Rachid. Mostraram vídeos que fizeram com as duas trabalhando juntas em um lugar muito agradável, iluminado. Esse programa é realizado com plateia, há atores, colegas de equipe. Deve ter uma versão maior, o programa entra bem editado, bem curtinho, meia hora, confesso que gostaria de mais tempo de duração ou mesmo que disponibilizassem a versão integral. Tem mais alguns que quero assistir, com a Deborah Secco e com o Thiago Fragoso. Os vídeos estão no site, mas não sei se precisam ser assinantes de que produto porque a janela que explica não abriu aqui. Como eu posso ver pelo Globosat Play é lá que vou procurar para ver os outros.
 
Beijos,
Pedrita

domingo, 28 de junho de 2015

Azul é a Cor Mais Quente

Assisti Azul é a Cor Mais Quente (2013) de Abdellatf Kechiche no Max. Eu queria muito ver esse filme, não consegui ver nos cinemas. Agora estreou na tv a cabo. O nome oficial do filme é La Vie d´Adele, o nome no Brasil é estranho, mas como ficou muito conhecido esse filme por aqui com esse nome, mantive o nome daqui. Foi um filme cultuadíssimo em 2013, não só por gays e simpatizantes, mas por quase toda unanimidade da crítica. Ganhou muitos prêmios. Eu achei que seria um filme sobre tolerância e fui pega de surpresa por um filme sobre a solidão. Fiquei impactada demais, doída demais. A solidão de uma personagem é avassaladora.

Vou falar detalhes do filme: Começa com Adèle adolescente de 16 anos. Ela está em fase de descobertas. Não é mais virgem, conhece um garoto bacana da escola, que a trata muito bem, mas no sexo ela não sabe por quê mas sente falta de algo. Na rua ela vê essa menina de cabelo azul e se encanta. Mas fica tempo sem vê-la. Um dia sai com um amigo gay para um bar gay, sai de lá atrás de meninas e chega em um bar de meninas e reencontra a menina de cabelo azul. Que já é mais velha, está em um relacionamento há 4 anos. Elas se encantam e passam a viver juntas. Elas se separam um tempo depois e começa a solidão avassaladora de Adèle. Adèle nunca contou aos pais o que gosta, que vivia casada com uma mulher, então está afastada de sua família e seus amigos passam a ser os amigos da amiga. Que com a separação se afastam. Na escola ela foi ridicularizada pela insinuação que era homossexual, uma amiga a ofende gravemente porque elas dormiram nuas na casa dela, Então ela não tem também mais amigos da escola. Ela trabalha em uma escola, mas ninguém sabe que ela é casada. Ela vive várias vidas paralelas.

Eu já estava imaginando onde o filme ia chegar e estranhei que não foi o que pensei. Depois lendo da internet descobri que o diretor mudou o final. Realmente o final do livro é mais lógico, aquela solidão toda não cabia em lugar algum, é muito perceptível a solução que a personagem encontrou. Adèle é interpretada maravilhosamente por Adèle Exarchopoulos. Adèle é uma personagem muito complexa, com muitos sentimentos conflitantes. Muito bem também a Emma, a Léa Seydoux. O diretor foi muito criticado na forma como conduziu as cenas de sexo que são muito realistas e intensas no filme, não só as cenas entre mulheres. Que ele exigiu demais das atrizes. Mas é essa veracidade que dá tanta autenticidade ao filme. O diretor é tunisiano e o filme é uma co-produção entre França, Bélgica e Espanha. No Festival de Cannes, La Vie d´Adèle ganhou Melhor Filme, Melhor Diretor, as duas atrizes ganharam prêmio de Melhor Atriz, a primeira vez que um prêmio dá para duas atrizes juntas. César Prêmio para Adèle como Melhor Atriz Iniciante. No Festival de Cinema do SESC, Melhor Filme Estrangeiro, Melhor Diretor e Melhor Atriz para Adèle. E inúmeros outros prêmios por todo o mundo.

Beijos,
Pedrita

sábado, 27 de junho de 2015

Recital de Marília Teixeira e Carlos Yansen

Fui ao recital de Marília Teixeira (canto) e Carlos Yansen (piano) do
Centro de Música Brasileira no Centro Brasileiro Britânico. Foi uma linda apresentação gratuita. Inicialmente o duo interpretou obras de Carlos Gomes, depois de Osvaldo Lacerda e por último de Villa-Lobos. Foi um delicado e bonito recital com belas interpretações.

Programa: 

Carlos Gomes - Ballata de Cecilia (ária de Cecilia, da ópera “Il Guarany”, 1870) – libretto de Antonio Scalvini (1835-1881), baseado no romance de José de Alencar (1829-1877).
Quem sabe?! (modinha, 1859/60) – poema de Bittencourt Sampaio (1834-1886).
Rondinella (idilio, 1884) – poema de Fracesco Giganti (?).
Lisa, me vos tu bem? (canzonetta veneziana, 1869).
Sul lago di como – La Regata (barcarola, 1882) – poema de Carlo D’Ormeville (1840-1924).
Noces d’argent (canzone, 1892).
Mon bonheur (canzone, 1882) – poema de Julia Cesarine.
Romanza de Ilàra (ária de Ilàra, da ópera “Lo Schiavo”, 1889) – libretto de Rodolfo Paravicini (?), baseado numa peça teatral do Visconde de Taunay (1843-1889). 

Osvaldo Lacerda: O menino doente (1949) – canção de Osvaldo Lacerda (1927-2011), com poesia de Manuel Bandeira (1886-1968).

Heitor Villa-Lobos - Melodia Sentimental
Cantinela da Bachiana nº 5

Beijos,
Pedrita

sexta-feira, 26 de junho de 2015

Robocop

Assisti Robocop (2014) de José Padilha no Telecine Premium. Tinha tempo que queria ver esse filme pela direção. É é incrível. O mais incrível é o roteiro. Mesmo sendo um filme de um super herói debate questões muito importantes. Também um filme que mostra muito uma mídia tendenciosa, comprada, que inclusive no meio do filme critica outro veículo de comunicação como se aquele programa fosse idôneo.

A lei de autorização a robôs policiais não sai. Em uma pesquisa o marketing percebe que a maioria não concorda com robôs na polícia, que não há o lado humano. O marketeiro procura pesquisadores para convencê-los a criar um robô meio humano. Com pedaços de um homem. Robocop discute também a ética médica, já que o cientista fica empolgado, cria, mas percebe que o homem robô é mais lento que o robô.

O marketeiro pressiona para que o homem robô seja igualmente ágil. Então o cientista modifica o robô. O homem robô acha que tem o controle, mas quando o capacete abaixa, o homem não tem mais nenhum controle, só vem o robô e a velocidade fica igual dos que ficam só robô. Parece que é mais humano, mas o lado humano desaparece. Uma médica questiona se é ético, mas o cientista continua fazendo. Essa discussão no filme é muito interessante. E muito bom que um filme de ação acabe discutindo questões tão complexas. O Robocop é interpretado por Joel Kinnaman. O cientista por Gary Oldman. O marqueteiro por Michael Keaton.

Samuel L. Jackson arrasa como o jornalista e apresentador de telejornal inescrupuloso. A esposa ro Robocop é interpretada por Abbie Cornish. O fofo do filho do Robocop por John Paul Ruttan. O preparador por Jackie Earle Haley e Eu tinha visto várias entrevistas com o José Padilha sobre a realização do filme.

Beijos,
Pedrita