quarta-feira, 27 de julho de 2016

Exterminador do Futuro: Gênese

Assisti Exterminador do Futuro: Gênese (2015) de Alan Taylor no TelecinePlay. Eu não estava muito empolgada para ver esse filme. Tinha gostado dos dois primeiros, e mais ou menos daquele que o Schwarzenegger ficava bonzinho. Eu gostei. Achei muito escuro, é ataque o tempo todo, meio cansativo, mas tem um pouco de roteiro interessante.

Como no primeiro, em um futuro distante, o jovem é enviado ao passado para proteger a futura mãe do salvador do futuro. Agora que vem o que é interessante. O passado não é mais como o primeiro. Como os exterminadores, os guerreiros do mal e os salvadores já vieram e voltaram no tempo, o passado não é mais o mesmo, é sombrio. E o Schwarzzeneger bonzinho está lá, protegendo a futura mãe. Ele não sabe porque tem que protegê-la, mas essa é a ordem que recebeu. O Schwarzzeneger mal também está lá.

Aquele recurso do robô renascer e nunca morrer é utilizado ao cansaço. Derretem e se reintegram incansavelmente. E não há descanso das cenas de ação no escuro. Nossa protagonista é interpretada pela Emilia Clarke. O mocinho que quase não aparece nas fotos é interpretado por Jai Courtney. O vilão por Jason Clarke. Alguns outros do elenco são: J. K. Simons, Dayo Okeniyi, Matt Smith e Byung-hun Lee. Claro que no finalzinho, no meio dos créditos, aparecem sinais que a saga continua.
Beijos,
Pedrita

terça-feira, 26 de julho de 2016

Hiroshima Mon Amour

Assisti em DVD Hiroshima Mon Amour (1959) de Alain Renais da Coleção Folha Cinema Europeu. Começa com uma narrativa e imagens insuportáveis dos efeitos da bomba atômica em Hiroshima. O texto é da maravilhosa Marguerite Duras. Entre as imagens, há outras de corpos entrelaçados.

Aparece então um casal. Ele japonês, ela francesa, fazendo juras de amor. Dez anos se passaram depois do terror das bombas atômicas. A francesa está em Hiroshima para atuar em um filme sobre a tragédia. O texto é muito poético. Belíssimo filme, maravilhosa fotografia. Os dois são lindos, ela Emmanuele Riva, ele Eiji Okada. Alain Resnais ganhou Bafta de Melhor Diretor.

Beijos,
Pedrita

segunda-feira, 25 de julho de 2016

O Tratamento

Assisti O Tratamento (2014) de Hans Herbots no Max. O diretor é belga, o filme é baseado no livro da britânica Mo Hayder e é um suspense sobre pedofilia. Muito pesado, pesado demais, achei que foi um pouco longe demais. Apesar disso retrata várias questões desses doentes que molestam crianças. Pelo menos na Bélgica, há relatórios e relatórios de pedófilos. Quando algo acontece eles vão nos presos e nos antigos registros de pessoas que cometeram pedofilia para ver se encontram o assassino. Não sabia da precisão desses registros. Não sei se o Brasil tem algo igual. Talvez seja uma regra e todos os países enviam informações sobre casos de pedofilia em seus países. O Tratamento é falado em flamengo, um dos idiomas oficiais da Bélgica.

O policial tem dificuldade de investigar. Quando ele era criança teve seu irmão levado por um homem que já está solto. Esse homem o inferniza porque diz que foi condenado injustamente e que esse policial acabou com a vida dele. Esse policial precisa investigar um caso de violência onde os pais foram algemados nos canos da casa e a criança está desaparecida. Muito triste.

O policial é interpretado por Geert Van Rampelberg. Uma policial que investiga com ele por Inna Geerts. Alguns outros do elenco são Michael Vergauwen, Laura Verlinder, Dominique Van Malder, Ingrid de Vos e Johan Van Assche.

Beijos,
Pedrita

sábado, 23 de julho de 2016

CD Guitare du XXI Ème Siècle - Eric Pénicaud

Ouvi o CD Guitare du XXI Ème Siècle - Eric Pénicaud (2010) pela Quantum. Esse é mais uma das preciosidades que aparecem, desses CDs raros. Vários intérpretes tocam a obra de Eric Pénicaud, compositor francês que entre os seus mestres está Leo Brouwer, entre meus compositores preferidos, que inclusive escreve na contracapa do CD. Cada faixa tem intérpretes diferentes: Duo Transatlantique, Gaelle Solal, Fabio Zanon, Arnaud Dumond e Éric Péricaud, Duo Cordes & Amés, Roberto Aussel, Stéphane Catauro, Roland Dyens, Sébastien Vachez, Tania Chagnot, François Laurent e Quaternaglia Guitar Quartet. Conhecia alguns desses excelentes intérpretes, Fabio Zanon e Quaternaglia Guitar Quartet. É um CD incrível, com interpretações maravilhosas. Adorei as obras de Eric Pénicaud. Muito delicada e bonita a Little Suite for Children. Interessantíssima a Jubilatio Pour Violon-Guitare.  Há uma obra com violino e violão, muito linda também, Stable / Mouvants Por Violon et Guitare. Gostei do ritmo da Le Chant du Torrent. Muito bonita também a que encerra o CD, Garrawog Blues.
Beijos,
Pedrita

sexta-feira, 22 de julho de 2016

O Deserto Vermelho

Assisti o DVD O Deserto Vermelho (1964) de Michelangelo Antonioni da Coleção Folha Cinema Europeu. Foi o primeiro filme colorido do diretor, é muito interessante como as cores parecem ser pintadas. A trama foca em uma belíssima mulher perturbada. Ela é casada, tem um filho.

O marido e um colega trabalham na indústria. Eles moram em uma região industrial. O marido não sabe lidar com essa mulher que se aproxima do amigo deles, outro engenheiro. Apesar dos poucos diálogos ele a entende melhor, ou pelo menos não tenta entender, só convive com ela. Ela é interpretada pela lindíssima Monica Vitti, o amigo por Richard Harris e o marido por Carlo Chionetti.

O filme tem muitas cenas no meio do nada, do nevoeiro, e na destruição promovida pelas indústrias. É um filme desconcertante, angustiante, estranhamente claustrofóbico em tanta cena na imensidão do nada. Monica Vitti está maravilhosa! E mais linda do que nunca. O Deserto Vermelho ganhou Prêmio de Melhor Filme no Festival de Veneza.
Beijos,
Pedrita