sábado, 26 de janeiro de 2013

Licoln

Assisti no cinema Lincoln (2012) de Steven Spielberg. Eu aguardava ansiosamente a estreia desse filme, minha empolgação contagiou minha mãe que começou a ver as matérias e aguardar também. É absolutamente incrível e tudo o que falam. Daniel Day-Lewis está majestoso e irreconhecível com a maquiagem de Lincoln.

Lincoln relata o período que o Presidente da República queria o fim da guerra civil que separava o sul do norte dos Estados Unidos e a abolição da escravatura. Lincoln é um filme muito político e mesmo sendo um marco para a história dos negros quase não vi negros entre o público. E apesar de ser um marco na história dos Estados Unidos, a questão racial ainda é algo muito complicado e separatista nos Estados Unidos e no Brasil ainda há muito preconceito mesmo que com mais interação.

Sally Field também está ótima como a esposa de Lincoln. O elenco é enorme já que várias cenas são debates políticos na câmara. Entre alguns do elenco estão: David Strathairn, Gloria Reuben, Tommy Lee Jones, Joseph Gordon-Levitt, James Spader, John Hawkes e Colman Domingo

Beijos,
Pedrita

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Millennium: Os Homens Que Não Amavam as Mulheres

Assisti Millennium: Os Homens Que Não Amavam as Mulheres (2011) de David Fincher na HBO. O 007 já vinha falando faz tempo para eu ver esse filme. Aí liguei pra ele assim que vi e ele queria saber qual versão. Eu vi o americano. o primeiro é sueco. A série Millennium foi escrita pelo sueco Sieg Larsson. São três livros e já existem os três filmes suecos, americano só esse. O primeiro livro tem exatamente subtítulo parecido com o do filme no Brasil, Os Homens que Odeiam as Mulheres. Nos Estados Unidos mudaram o título. Há os filmes suecos e uma série para televisão. O 007 deixou vários recados para colocar no blog, ele adorou as duas atrizes que fazem a Lisbeth. A que vi é a Rooney Mara, realmente ela está incrível e esse personagem é incrível. O filme todo é incrível.

O 007 preferiu muito mais o Daniel Craig no papel do Mikael, como eu não vi o filme sueco não tenho como comparar. Mas esse ator está incrível nesse filme e o 007 tem razão, desglamurizaram ele. A trama é toda complexa , muito complexa e a série Millennium é bastante violenta e triste. Daniel Craig interpreta um jornalista, ele antecipa dados de uma matéria investigativa, o acusado dá um jeito de prejudicá-lo e manchar a reputação e a imagem dele. Ele trabalha na revista Millennium e é aconselhado a tirar umas férias. Nesse meio tempo surge um homem que o contrata para que ele escrever uma biografia da família dele. Um homem rico da Suécia e ele vai para a Suécia.

Na verdade a biografia é uma fachada para a família porque esse homem deseja saber informações sobre o desaparecimento de uma parente, uma moça de 16 anos, que desapareceu há 40 anos. A família é toda dilacerada, há vários nazistas. Há várias casas no terreno, praticamente cada um mora sozinho em uma delas. O nazista pode ainda falar com uma mas não falar com esse homem rico, mas essa uma fala com o homem rico. É uma teia complexa de relacionamentos e maus relacionamentos. É uma trama intrincada, difícil, bem realizada, com ótimo elenco. Millennium fala de vários temas, nazismo claro, intolerância, preconceito. Surpreendetemente a mulher mais andrógina, que poderia ser uma vilã, tem um caráter muito maior que os homens de pureza da raça, bem vestidos, com belas casas e socialmente impecáveis. Essa ironia é o que mais gostei no filme. Esse homem rico é interpretado pelo Christopher Plummer. Alguns outros do elenco são Stellan Skarsgard, Steven Berkoff, Robin Wright, Yorick van Wageningen, Joely Richardson, Geraldine James, Donald Sumpter e Julian Sands. Os Homens Que Não Amavam as Mulheres ganhou Oscar de Melhor Edição.



Beijos,
Pedrita

domingo, 20 de janeiro de 2013

Potiche

Assisti Potiche (2010) de François Ozon no Max. A Adriana Balreira que me falou desse filme, primeiro nos comentários, depois no blog dela. Eu adoro François Ozon, mas só descobri que esse filme é dirigido por ele um pouco antes em um comercial do Max, que fala de outros filmes desse diretor que estão na programação e quero ver. Potiche é um filme muito inteligente, como são os filmes de François Ozon, é feminista e político. E também fala muito de hipocrisia.

Catherine Deneuve é uma rica esposa em 1977, parece que nada vê. Seu marido, um homem intransigente e destemperado cuida da fábrica que foi do pai da esposa. Ele destrata a esposa como se fosse superior, mas ele só é diretor da empresa porque se casou com ela. A filha a acusa de ser um efeite de decoração. Em uma dessas crises do marido em uma greve, ele vai fazer exames e ela assume a fábrica do pai. Vamos vendo então que essa mulher não era a boba que todos pensavam. Outra questão que gostei muito é que ela não é tão perfeita como todos achavam. Ela também tinha os seus pecadilhos. Outro fator interessante em Potiche é que ela é julgada pelo ex-amante de forma machista também.

Catherine Deneuve está incrível. Todos estão ótimos, como o excelente Gerárd Depardieu. O marido estressado é interpretado por Fabrice Luchini. Os filhos por Judith Godrèche e Jerémi Renier. A secretária por Karin Viard. Adorei!
Beijos,.
Pedrita