Escritora de inúmeros livros que vergonhosamente não li nenhum, Rosiska tem dessas histórias que se confundem com a história do país. Educadora, Rosiska casou-se com um diplomata. Na ditadura, exilaram-se na Europa. O marido foi convidado a depor no Brasil, e apesar das insistências da esposa de não ir, voltou ao país. Rosiska ficou na Europa. Ele desapareceu. Ela ingressou no movimento feminista até ser recrutada pelo Paulo Freire para participar do projeto educacional dele, indo várias vezes a Guiné, implantar um sistema educacional no país. Depois retornou ao Brasil. Rosiska é membro da Academia Brasileira de Letras.
O documentário é muito bem editado. Traz imagens do acervo pessoal da escritora, trechos de entrevistas da GloboNews, TV Cultura. Fotos. E um olhar delicado e profundo da diretora.
Beijos,
Pedrita



