segunda-feira, 11 de maio de 2026

Boa Sorte, Leo Grande

Assisti Boa Sorte, Leo Grande (2022) de Sophie Hyde na Netflix. Esse filme costuma aparecer e desaparecer em vários streamings. Eu queria ver porque adoro Emma Thompson e Daryl McCormack, que estão ótimos. É um bom filme intimista que fala de relações interpessoais. O roteiro é de Kate Brant.


 

A personagem da Emma contrata um acompanhante. Descobrimos que ela foi casada anos com um mesmo homem, que nunca teve um orgasmo, é viúva há dois anos e resolve tentar. Novamente mais um filme que romanceia relações de pagamento de acompanhantes, mas funciona. Eles passam a conversar e falam muito de relações mãe e filho, filho e mãe, homem e mulher, afeto, escolhas. É bonito! Linda a cena final com Emma nua em frente ao espelho. Parece banal, mas as cobranças ao corpo da mulher são muito severas e é muito libertador pra personagem e pra atriz expor sua nudez. É uma cena muito delicada e bonita!
Beijos,
Pedrita

Um comentário:

  1. Cena final está no contexto mas desnecessária não acha não? Sabe qual é a verdade? Corpos envelhecidos, seja de homem ou de mulher, não são bonitos. E digo isso no auge dos meus 60 anos. Uma árvore velha, descascada, tombando, é um quadro bonito? Não, não é. Bonito é a história da árvore (ou no caso, do corpo envelhecido). Ali sim, tem muita história, tem lutas, derrotas, vitórias, prazeres e dores. O corpo sente. O corpo definha. E isso não é bonito.
    Um corpo jovem, saudável, é bonito. Mas não tem história.

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