quinta-feira, 23 de junho de 2022

O Voo das Noivas

Assisti O Voo das Noivas (2008) de Ben Soombogaart no Film&Arts. O pôster consegue ser mais cafona que o filme. O roteiro é de Marieke Van der Pol.
 

Eu não sabia que após a guerra noivas tinham viajado para a Nova Zelândia para casar.
No filme, no avião, quatro amigos (Karina Smulder, Anna Drijver, Elise Schaap e Waldemar Torrensta)  se conhecem. Um homem e três mulheres. O filme começa com a morte desse homem no futuro em uma pequena participação de Rutger Hauer. Essas amigas seguem para o enterro e o filme passa a contar a história deles.

Não chega a ser um grande filme, mas é um roteiro bonito. Sem grandes surpresas, formato meio clássico, mas é um bom filme.
Beijos,
Pedrita

domingo, 19 de junho de 2022

The Banishing

Assisti The Banishing (2020) de Christopher Smith no TelecinePlay. Pra variar o Brasil delira nos títulos. Esse chama-se O Ritual e não tem nada a ver. Esse filme é da série "porque sábado é dia de fantasminha". 
Foi uma grata surpresa. Belíssima direção de arte de Celestria Kimmins e fotografia de Sarah Cunningham. A mansão é belíssima, claro, nas gravações internas, muito pode ser cenário, mas dá pra ver que é a mansão é um deslumbre, os ambientes também. E lindos os figurinos. Há uma cena linda de um tango, outras belíssimas ao ar livre, tudo milimétrico e precioso.

O ótimo roteiro é de David Beton, Ray Bogdanovich e Dean Lines. Muito bem coordenado e tem muitas surpresas. Mesmo eu calejada no gênero fiquei muito surpresa com o roteiro. Mãe e filha chegam na mansão. Ela é casada com um religioso, deve ser protestante porque pode casar. Um homem diz pra ela que a mansão faz todos terem desavenças e é o que vai acontecendo. E eles também passam a ouvir vozes e ter visões. O marido foge a todo custo da consumação do casamento. Ela teve a filha de outro homem antes do casamento. Belíssima e talentosa Jessica Brown Findlay. A atriz que faz a personagem chata da filha é  Anya McKenna Bruce. O marido por John Hefernan. Outros do elenco são: John Lynch e Sean Harris

Beijos,
Pedrita

sábado, 18 de junho de 2022

Mesteren

Assisti Mesteren (2017) de Charlotte Sieling no Film&Arts. Procurei no Now os filmes desse canal. Tem muito pouco, então de vez em quando vou lá ver se entrou algo novo. O nome no Brasil como sempre é péssimo, The Man, isso mesmo, em inglês. É uma coprodução entre Dinamarca, República Tcheca e Noruega.
 

É a história de um excêntrico, chato, infantil, famoso e rico artista plástico (Soren Malling) e seu filho (Jacob Oftebro) que aparece. O filho faz grafites. O pai passa a disputar em ego com o filho. O final é bem patético. As cenas aparecem no estúdio do pai e sua equipe, além de suas duas mulheres (Ane Dahl Torp e Sus Wilkins).
Beijos,
Pedrita

quinta-feira, 16 de junho de 2022

A Feiticeira de Florença de Salman Rushdie

Terminei de ler A Feiticeira de Florença (2008) de Salman Rushdie da Companhia das Letras. Comprei esse livro em um sebo perto de casa. Essa capa de Victor Burton é maravilhosa. Eu adoro esse autor, mas esse livro eu não me identifiquei tanto.

O marcador de livros é da Estação Liberdade.


 

 Jalāl ud-Dīn Muhammad Akbar

O livro é ambientado no Império de Akbar, terceiro imperador mongol da Índia que viveu entre 1542 a 1605. São várias historias fantásticas ou não, com texto elaborado, complexo e repletos de informações nas 395 páginas. O autor inspirou-se nas Mil e Uma Noites. Há uma extensa bibliografia ao final da pesquisa para a realização dessa obra ficcional.

Beijos,
Pedrita

quarta-feira, 15 de junho de 2022

A Hora Mais Escura

Assisti A Hora Mais Escura (2012) de Kathryn Bigelow no Paramount+. O roteiro é de Mark Boal. Os dois estavam juntos no premiado Guerra ao Terror. Estava adiando ver esse filme mesmo que quisesse. Sabia que não seria fácil. O filme fala da investigação, nem sempre humana, para encontrar os mandantes aos ataques de 11 de setembro, que culminaram no paradeiro e morte de Osama Bin Landen.

O filme foca na personagem da excelente Jessica Chastain. Não é um filme fácil de assistir, muito pelo contrário. O começo beira o insuportável, as próprias conversas futuras questionam os interrogatórios. O filme passa-se por anos. A personagem começa a perceber um nome recorrente e começa a achar que ele é o elo entre Bin Laden e os terroristas.

A execução do filme incomodou tanto que passou a ser investigado. Começaram a achar que informações sigilosas estavam sendo vazadas para o filme. Concordo com um texto que li, sobre a importância de filmes que falem de momentos dramáticos históricos. Após o 11 de setembro começou uma caçada quase insana para achar culpados, desumana muitas vezes, nem sempre correta e nem sempre realista. A ira e perseguição a terroristas foi muito questionada e o filme tem momentos assim. O filme é muito bem executado, muito realista. Foi criticado por ser filmado na Índia, mas é fácil imaginar que por motivos óbvios não poderia ser realizado no Paquistão.

O eixo é a protagonista, mas aparecem muitos personagens e vários atores incríveis: Kyle Chandler, Jason Clark, Edgar Ramirez, Jennifer Ehle, Fares Fares, Mark Strong, Greg Shapiro, Harold Perrineau, Mario Van Peebles, Jason Barrowman, James Gandolfini, Jeremy Strong, Joel Edgerton e Chris Patt.
Beijos,
Pedrita