domingo, 3 de maio de 2026

A Mão que Balança o Berço

Assisti A Mão que Balança o Berço (2025) de Michelle Garza Cervera da Hulu na Disney. O roteiro de Amanda Silver é muito bom. Já teve uma adaptação dessa história em 1992.

Uma jovem vai aparecendo sorrateiramente perto de uma mulher grávida. Depois se reencontram e a mulher já é mãe. A jovem diz que é babá e se oferece pra cuidar dos filhos. Dá uma referência que confirma que está tudo certo. Mary Elizabeth Winstead e Maika Monroe estão muito bem. Logo a jovem vai suprindo tudo o que a mãe e a família precisa. Torna-se indispensável e conquistando todos, a filha de 10 anos, o marido, a esposa. Eu logo percebi as manipulações. A jovem, que agora é indispensável, diz que terá que se mudar de Los Angeles que é muito cara, deixando a mãe insegura de perder a babá tão imprescindível. Pena que a mãe entenda pouco de táticas de manipulação. Ela então convida a jovem a viver na casa. A jovem vai se infiltrando em tudo e manipulando todos contra a mãe. Pra piorar a mãe toma remédios controlados, não sabemos o motivo, algo no passado. A jovem troca os remédios e a mãe vai ficando cada vez mais instável, mais fácil de ser manipulada e ser vista como um risco aos filhos.
O marido é uma besta. Ok, a jovem manipula todos, mas ele é um pavor, nunca acredita na mulher e sempre joga na cara dela o passado. Ele é Raùl Castillo. Por sorte um amigo da esposa (Martin Starr) é o único que acha estranho a jovem pelo relato da mãe e resolve investigar. O marido só via defeitos na esposa que começa a duvidar das suas desconfianças.
A filha mais velha parece ser a única que começa a entender o que está acontecendo, mas ficamos na dúvida, já que ela fica amiga irmã da jovem, então pode ter sido manipulada. E a jovem pode ter contado muita mentira. Mileiah Vega está ótima. Gostei que ao final vem muita revelações, muito bom.

Beijos,
Pedrita

sábado, 2 de maio de 2026

Chico Bento e a Goiabeira Marviósa

Assisti Chico Bento e a Goiabeira Marviósa (2024) de Fernando Fraiha na PrimeVideo. Queria muito ver esse filme que recebeu muitos elogios. É uma graça mesmo! Isaac Amendoim arrasa!

O que mais gostei foi o ambiente rural. Bom demais ver um filme com paisagens em sítios, a vila é linda. As crianças todas são uma graça e crianças sendo crianças. Todos estão demais Pedro Dantas, Anna Júlia Dias, Guilherme Tavares, Davi Okabe e Lorena Oliveira

Elaboradíssima a história pra contar porque a goiabeira fica no sítio vizinho. Divertidíssima história! Excelente Luís Lobianco. Ele faz de tudo e mais um pouco para as crianças não irem no terreno dele pegar as goiabas e claro que nada dá certo.
Débora Falabella é a professora e dá aula de mapas e é essa aula que consegue mudar a história, muito bom. Adorei eles fazendo o mapa com lápis de colorir, linhas, tachinhas, tudo manual.

Augusto Madeira é o vilão e seu filho de Enzo Henrique. Ele quer asfaltar as estradas que unem os sítios e com isso irá acabar com a goiabeira. Chico Bento luta para salvar a árvore.

Adorei que tem uma parte em animação criativa, linda e inteligente. Taís Araújo aparece nesse momento. Alguns outros no elenco são Thaís Garayp, Guga Coelho e Livia La Gatto.

Maurício de Sousa faz uma participação afetiva.
O filme fez tanto sucesso que já está prometido o segundo.

Beijos,
Pedrita

quinta-feira, 30 de abril de 2026

A Música de Câmara Brasileira- Paisagens Sonoras

Assisti ao recital  A Música de Câmara Brasileira- Paisagens Sonoras do Centro de Música Brasileira na Universidade Presbiteriana Mackenzie. Quem se apresentou foi o Trio Le Donne com as ótimas musicistas Ana Lucia Benedetti (mezzo-soprano), Gretchen Miller (violoncelo) e Nancy Bueno (piano)

O repertório era muito bonito, belas canções:

Melodia Sentimental das Quatro Canções da Floresta Amazônica de Heitor Villa-Lobos – Letra de Dora A. Vasconcellos e arranjo de Alexandre F. Travassos

Sob o Céu Tão Azul de Helza Camêu – Letra de Onestaldo de Pennafort

Minha Mãe para canto e piano de Osvaldo Lacerda – Letra de Guilherme de Almeida

Guarda-Noturno da Suíte Cantante para Seis Trabalhos de Amor de Kilza Setti – Letra de Luís Milanesi

Eclipse para canto e piano de Renée Fonna Sizudo

Soneto para canto e violoncelo de Nilcéia Baroncelli – Letra de Beatriz Brandão

Noturno n° 2 de Emília de Benedictis – Letra e arranjo para trio de Nilcéia Baroncelli

Papagaio Azul de Edmundo Villani-Côrtes

Cantilena para violoncelo e piano de Fernando Cupertino

Vocalise para meio-soprano, violoncelo e piano de Fernando Cupertino

Saudade para canto e piano de Osvaldo Lacerda – Letra de diversos autores

Ária (Cantilena) das Bachianas Brasileiras n° 5 de Heitor Villa-Lobos – Letra de Ruth V. Corrêa

No bis tocaram

Lua Branca de Chiquinha Gonzaga – Arranjo para trio de Nilcéia Baroncelli


O vídeo não é do recital.


Beijos,
Pedrita

quarta-feira, 29 de abril de 2026

2073

Assisti 2073 (2024) de Asif Kapadia na HBOMax. Só depois que estava vendo é que descobri que é um docudrama. Contundente, desconcertante mostra como o planeta chegou naquele estado.

Eu adoro Samantha Morton. Ela vive em 2073 nos escombros do que sobrou do planeta. Os poucos que restaram tentam sobreviver procurando alimentos, insetos, pra se alimentar. O filme passa então a mostrar como chegamos até ali e começa o documentário. Seres humanos matando seus semelhantes, guerras, destruição do meio ambiente, crise climática, especialistas de vários países falando de conflitos, desculpas absurdas para matar, tecnologia para controlar ou destruir. Filme urgente.
A música é de Antonio Pinto, entre os intérpretes estão Marcelo Jaffé, viola e Betina Stegmann, violino.

Beijos,
Pedrita

segunda-feira, 27 de abril de 2026

Melhores livros brasileiros de não ficção do século 21

Os meus Melhores livros brasileiros de não ficção do século 21. A Folha reuniu 100 pessoas para eleger os melhores livros de não ficção do século 21. Sim, quem sou eu? Mas resolvi fazer a lista dos meus, que são poucos, já que mergulho pouco em não ficção. Eu leio muito mais ficção. Atualmente compro muito pouco não ficção porque fica encalhado aqui a ler. Vou começar minha lista com Maria Bonita de Adriana Negreiros da Objetiva que é incrível.
 

Tem tanto tempo que li que achei que A Ditadura Envergonhada de Elio Gaspari nem era desse século. Essa obra está também na relação da Folha em 9º lugar.
Lilia Moritz Schwarcz está na lista, mas não com essa obra que amo, A Longa Viagem da Biblioteca dos Reis da Companhia das Letras, que li tem tanto tempo que nem está nesse blog. Nem tampouco entrou na lista o incrível Barbas do Imperador.
Eu fiquei na dúvida qual da Daniela Arbex eleger. Resolvi escolher Holocausto Brasileiro da Intrínseca que também está na lista da Folha empatado com o da Ditadura em 9º lugar. Os livros da jornalista são sempre muito contundentes.
Em Nome dos Pais de Matheus Leitão da Intrínseca só está na minha lista. Fatos tenebrosos sobre um período da história que não podemos esquecer.
E termino com Shnittke de Marco Aurélio Scarpinella Bueno da Algol.
Como viram é uma lista singela, bem resumida, mas eu amo participar de listas.

Beijos,
Pedrita