sexta-feira, 20 de maio de 2022
A Vida Extraordinária de David Copperfield
domingo, 23 de outubro de 2016
Grandes Expectativas
quinta-feira, 6 de novembro de 2014
The Invisible Woman
segunda-feira, 1 de julho de 2013
Grandes Esperanças
quarta-feira, 15 de maio de 2013
Grandes Esperanças
Tanto o compositor como os pintores são ingleses.
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
As Aventuras do Sr. Pickwick
Terminei de ler As Aventuras do Sr. Pickwick (1836) de Charles Dickens. Faz tempo que eu não falo de livros, esse genial que li é bastante extenso e levei bastante tempo pra terminar. Vocês não vão acreditar, mas comprei essa obra por R$ 2,00 em um sebo há uns anos. Gostei demais desse nosso protagonista, o Sr. Pickwick e como ele gosta de anotar as histórias que contam, cada capítulo é praticamente uma crônica, que pode até ser lida de forma independente. Com isso ouvimos muitas histórias, bem características da época, fantasiosas, algumas fantasmagóricas. E as aventuras que o Sr. Pickwick se enfia são muito divertidas e irônicas!
Obra The Eve of the Battle of Edgehill 1642 (1845) de Charles Landseer
Obra Windsor Castle in Modern Times (1841-45) de Edwin Landseer“O primeiro raio de luz que ilumina a treva e converte em brilhante a claridade a escuridão em que pareciam envolvidos os primórdios da carreira pública do imortal Pickwick nasce do exame da seguinte ata dos trabalhos do Clube Pickwick, que o editor destes escritos tem o máximo prazer em apresentar aos seus leitores, como prova da cuidadosa atenção da infatigável diligência e da sagacidade pesquisadora com que procedeu à investigação dos muitos documentos que lhe foram cometidos.”
“Quem conhece um pouco de teatro conhece o exército de andrajosos pobretões que vive a cercar o palco de um vasto estabelecimento desse gênero –atores sem emprego fixo, bailarinos, figurantes, comparsas, etc.”
“Mas o amor é cego: Natanael era vesgo e é possível que essas circunstâncias, reunidas, o impedissem de ver o assunto à sua luz apropriada.”
“-Eu gostaria muito de saber que foi que o presidente do júri, seja ele quem for, comeu hoje ao almoço – disse o Sr. Snodgrass, no intuito de manter a conversação, na memorável manhã do dia 14 de fevereiro.
-Ah! – disse Perder. –Espero que tenha sido coisa muito boa.
- Por quê? – perguntou o Sr. Pickwick
Música: Gustav Holst - Jupiter
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| From Mata Hari e 007 |
Beijos,

quarta-feira, 2 de janeiro de 2008
Oliver Twist
Assisti Oliver Twist (2005) de Roman Polanski no Cinemax. Uma co-produção entre Inglaterra, República Tcheca, França e Itália, baseado no livro de Charles Dickens, que li a alguns anos. É uma história clássica bastante triste sobre um menino órfão. O que mais incomoda hoje é que utilizam muitos recursos melodramáticos da história para comover e emocionar, então fica envelhecida e repetitiva. Também há várias versões do filme seja para o cinema ou para a televisão. O primeiro foi em 1948.
A produção de Robert Benmussa, Roman Polanski e Alain Sarde é impecável e o elenco é excelente. O menino, interpretado por Barney Clark, é lindo e talentoso. Outros são: Ben Kingsley (na foto), Jamie Foreman, Harry Eden, Leanne Rowe, Lewis Chase, Edward Hardwicke, Jeremy Swift, Mark Strong, Frances Cuka, Chris Overton, Michael Heath, Gillian Hanna, Alun Armstrong, Paul Brooke e Jake Curran.
O filme fala sobre exploração infantil, pessoas que utilizam crianças para pequenos delitos ou gerar piedade para sobreviverem explorando-as. Um tema muito atual sobre uma sociedade que dá esmola ou condena crianças sem dar a elas o direito da infância. Dão trocados em faróis para parecer que se preocupam, mas não tomam posturas claras que realmente ajudem essas crianças.Música do post: Wait For Me de Rachel Portman. Não é do filme, mas é da mesma compositora.



























