Assisti Hedda (2025) de Nia DaCosta na PrimeVídeo. Eu descobri esse filme em um instagram de indicações. Eu sigo instagram que são mais parecidos comigo, mas de vez em quando arrisco indicações de desconhecidos. Esse é baseado na peça Hedda Gabler (1890) de Henrik Ibsen. Eu quis ver porque adoro a Tessa Thompson que está majestosa como Hedda.
A direção de arte é inacreditável. Os figurinos são belíssimos! A mansão é Flintham Hall, em Notthingham, na Inglaterra. Enorme, cheia de cômodos, jardim, lago. Quero rever muitas vezes porque fiquei atenta a trama instigante e perdi detalhes da casa. A festa tem música ao vivo, as faixas são maravilhosas, e tem na Spotify. É um filme completo.
Hedda casou há pouco e quer uma festa para apresentar os seus amigos e os de seu marido de Tom Bateman. Ela contrata um séquito de empregados e prepara uma festa suntuosa. Ele está prestes a alcançar uma bela posição no meio acadêmico e a ostentação da festa pode ajudar. Hedda é muito ambiciosa, tanto que entendemos que ela está investindo e depois vai pagar tudo o q investiu na festa com a promoção do marido.
Uma ex de Hedda vem a festa. É uma escritora de sucesso e concorre ao mesmo cargo do marido de Hedda. A tensão se instala. Ela é a incrível Nina Hoss. Antes chega sua companheira tentando evitar o desastre, de Imoogen Poots.
Hedda é uma mulher livre e ambiciosa, que não mede esforços para conseguir o que quer. O juiz de Nicholas Pinnock é outro que ela seduz para conseguir o que quer. O filme é tenso, belo, incrível, inesquecível!
Assisti a entrevista de Buhr no podcast Desculpincomodar no Youtube. Tem tempos que eu vejo trechos desse programa nas redes sociais, mas nunca tinha ido no Youtube ver uma entrevista inteira. Muitas das entrevistas viralizam e passam a dar conteúdo para inúmeros sites e redes sociais. Tem tempo que tenho visto muitos trechos de entrevistas e adorado. Eu gosto demais da Buhr, então corri pra ver. a entrevista completa Conheci as músicas da Buhr tem pouco tempo, na trilha do filme Era Uma Vez eu Verônica. Suas faixas viraram hits nas minhas playlists no Spotify.
Entrevistam os músicos os ótimos Sérgio Martins e DJ Zé Pedro. Brilhante ideia de juntá-los porque Zé Pedro tem uma irreverência e leveza fantásticas, que se unem a profundidade crítica e analítica de Martins. Sem falar que os dois são bibliotecas ambulantes, como são informados sobre o tema.
Gostei muito de conhecer mais sobre Buhr. Compositora, cantora, atriz e instrumentista, ela começou compondo com tambor. Também não sabia que ela começou no grupo Comadre Florzinha, ou i um pouco no Spotify, vou explorar mais depois, gostei bastante. Ela conta como falavam pejorativamente do grupo pelo nome. Também contou que é atriz e participou por bastante tempo no Teatro Oficina, não podia imaginar. Buhr é como muitos artistas de sua geração, plurais, que atuam em várias áreas. Buhr contou que participou de tributos a Ney Matogrosso e Belchior. Que as músicas interpretadas por Matogrosso ela lembrava mais então foi mais tranquilo. Que embora ouvisse Belchior, não era tão próximo ao seu trabalho. Fui atrás de músicas comentadas no programa e incluí mais algumas em minhas playlists.
Martins lembrou da trilha de Maria e o Cangaço que está atualmente entre minhas músicas preferidas, Ouço direto. Buhr contou que ainda não tinha trechos da série, só a sinopse e que a música foi saindo e compôs mais do que estava previsto.
Gostei demais do programa e de conhecer mais de Buhr que fiquei mais fã ainda. Vou agora maratonar outros.
Ouvi a seleção da Spotify 20 anos. Adoro essas surpresas desse streaming. Eu entrei em 2016.
Essa foi a primeira música, a Sinfonia nº 9 de Dvorak. Eu amo esse compositor. Quando comecei a ouvir músicas no Spotify era por trabalho. Ouvia um álbum ou outro, um CD ou outro, com os comerciais no meio. É difícil ouvir uma sinfonia e seus movimentos com comerciais ao meio, então ouvia muito pontualmente.
Na pandemia eu assinei o Spotify e continuo até hoje. Foi quando passei a ouvir regularmente. Eu criei uma playlist Dançar para fazer exercício em casa. Uma Suave para ouvir à noite para desacelerar daqueles dias difíceis. Nina Simone está entre os meus artistas preferidos E nessa época eu ouvia muito blues e jazz americanos principalmente por cantoras como Billie Holliday, Etta James e Ella Fitzgerald. A música mais ouvida é Elephant Gun do Beirut. Depois Flor da Noite com Nana Caymmi e She de Alice Phoebe Lou, conheci essa na pandemia, na trilha do filme Vou Nadar Até Você, não conhecia essa intérprete que é da África do Sul. Essas três canções marcaram 2020.
Foi ao final desse ano que comprei minha caixinha de som JBL. Uma amiga orientou que era melhor investir mais em uma caixinha melhor. Eu queria muito essa laranja e foi perfeito. Como ouço sozinha, tenho ambientes de madeira que ampliam o som, o tamanho é perfeito.
O Spotify informou que eu ouvi 8550 músicas. Tem uns 3 anos que comecei a criar playlists do ano. A primeira nem imaginei que viraria tradição. Criei para desvincular algumas histórias, criar novas. E passei a criar uma por ano, com características próprias de cada ano. A desse ano se chama Ventos. Continuo ouvindo as antigas, menos, porque as últimas que ouço mais porque refletem mais o que estou vivendo agora.
Esse é o resumo desses anos.
O Spotify criou uma playlist com as músicas que mais ouvi desde 2016. Foi bom ouvir o passado, trouxe lembranças e recordações preciosas e achei interessante que algumas músicas mais recentes também apareceram como as mais ouvidas. Em cada faixa tem a quantidade de vezes que ouvi aquela música.
Vou colocar vídeos e vídeos com áudios de algumas das canções mais ouvidas desde 2016.
Assisti a 1ª Temporada de Manhãs de Setembro (2021) na PrimeVideo. Queria muito ver essa série premiada de Josefina Trotta, Alice Marcone e Carla Meirelles. Gosto muito da Liniker como cantora, ela é a protagonista da série e como atua, está excelente! Tenho várias interpretações dela nas minhas playlists no Spotify. Tudo é ótimo na série! O elenco todo é muito bom!
Liniker é Cassandra, ela está muito feliz que acabou de conquistar o seu apartamento. Uma pequena kitnet em um prédio antigo. Pagou um pintor, está finalizando pra se mudar, até que chega na porta uma mulher e uma criança. O garoto é filho da Cassandra que ela não sabia que existia. A mãe é interpretada por Karine Telles, ela ama profundamente o filho, mas é muito atrapalhada. A mãe vive com o filho em uma Belina velha quebrada que fica embaixo de um viaduto. A série é ambientada em São Paulo.
A série fala brilhantemente da dificuldade de sobrevivência. Todos estão no corre por muito pouco, em vidas precárias. Cassandra faz entregas na moto velha e canta de vez em quando por uns trocados em uma boate, que não gosta muito porque Cassandra só quer cantar músicas da Vanusa e é quando aparece Manhãs de Setembro. Liniker canta divinamente as músicas que ficaram icônicas na voz da incrível Vanusa.
O elenco é ótimo. O namorado da Cassandra é Thomás Aquino. Os amigos Gero Camilo e Paulo Miklos. A gerente da boate é Clodd Dias. Alguns dessa foto são da segunda temporada.
As crianças são uma graça: Gustavo Coelho e Isabela Ordoñez. Já tem a segunda temporada disponível. A primeira são só 5 episódios curtinhos, uns 40 minutos cada.
Assisti o Globo de Ouro na TNT. O canal exibia simultaneamente na HBOMax. Que emoção! O Agente Secreto, que vergonhosamente ainda não vi, ganhou Melhor Filme Estrangeiro.
E Wagner Moura ganhou Globo de Ouro de Melhor Ator de Drama. Vou por a foto com quem ele concorreu. Foi o primeiro brasileiro a ganhar nessa categoria.
Foi muito divertido que eles ganharam um santinho da sorte com a Fernanda Torres com o Globo de Ouro na mão.
Pecadores que gostei muito ganhei dois prêmios, Melhor Destaque em Bilheteria e Melhor Trilha Sonora, merecidíssima porque é belíssima. Tem na Spotify.
Também adoro olhar os vestidos no Tapete Vermelho e isso é possível pelo E! Kate Hudson estava com meu vestido preferido da noite, ela usou um Giorgi Armani.
Gosto que Golden Globes premia séries. As que mais amei não levaram prêmios esse ano, só no ano passado. White Lotus e Ruptura. Inclusive White Lotus está a caminho e dessa vez será em um hotel que fica em um castelo na França, ansiosa. Algumas séries e filmes que levaram prêmios estão a caminho. Estou assistindo.
Ouvi a Restrospectiva Spotify 2025. Nossa, como gosto, na verdade continuo ouvindo. Cada ano eles inventam uma moda mais legal que a outra, é sempre uma delícia! É um momento muito, mas muito aguardado.
Esse ano fizeram clubes pra gente. Eu sou dos Cronicamente Suaves. Acho engraçada a subjetividade, mas e daí? Amei a florzinha vibe hahahaha.
Desde o ano passado eu comecei a criar playlists para o ano. Não tem o número do ano e sim um nome que tem a ver com o sentimento do ano. Continuo ouvindo as playlists anteriores, mas acabo ouvindo mais a nova. A do ano tem as músicas que mais estou gostando de ouvir, e as que vou angariando em filmes, entrevistas. Emgraçado que algumas músicas não vingam no ano seguinte, eu passo a não querer mais ouvi-las. Outra mania recente é colocar e tirar músicas da fila. Gosto do aleatório da playlist do momento, mas também gosto de por e colocar. Até o álbum da série Maria e o Cangaço que é maravilhosa, não costuma entrar em mais ouvidas, aleatoriamente, não aparece no instagram, então se não for com o recurso de colocar pra ouvir as músicas não aparecem. Esse costume é bem recente, talvez influencie na Retrospectiva do ano que vem.
Zaz e Polo & Pan são basicamente os artistas desse ano, os dois são franceses e vão fazer shows em São Paulo no ano que vem. Já vinha ouvindo antes, mas se concentraram mais nesse ano, tem lógica estarem entre os mais ouvidos. Pauline Croze e Benjamin Clementine são os artistas do ano passado e que ainda amo. Nina Simone é a artista da vida.
Engraçado que Música Popular Brasileira foi o gênero mais tocado, mas as músicas não entraram nos mais ouvidos. Queria entender esse mistério.
Ri muito da idade do som. Foi a brincadeira do ano mais zoada. E no meu caso foi esquisita também. Todos os músicos e músicas que ouvi e estão na retrospectiva são recentes, com pouca exceção. Talvez a idade musical tenha a ver com o fato de às vezes eu ouvir música clássica, mas reparem que não apareceram, só nos álbuns surgiu um de idade musical mais antiga.
Álbuns foi outra novidade esse ano. Eu que gosto de ouvir música no modo eclético, ouço pouco álbuns. Zaz eu adicionei várias, mas em geral de álbuns diferentes.
Eu gosto muito que artistas que mais ouvimos enviam vídeos de agradecimento. Adorei que o Jota Pê estava na relação de vídeos que também tinha Billie Ellish, Aurora, Lady Gaga. Esse quadro é mais recente. É muito gostoso ouvir um agradecimento de um artista como se fosse exatamente pra vc e fiquei feliz de ter um brasileiro que adoro esse ano. Também há uma seção de vídeos dos que mais gostamos de ouvir.
Eu ouvi 3229 músicas esse ano. Eu tenho conhecido músicas diferentes também porque semanalmente o Spotify cria o Descobertas da Semana inspirado no que gostamos de ouvir e algumas músicas eu curto e ponho na playlist.
E ouvi 57.894 minutos. Foi o ano que ouvi mais minutos. A playlist com as músicas que mais gostei de ouvir em 2025 tem 6h e 16 minutos. Estou terminando de ouvir tudo.
E lá vou eu ler as retrospectivas anteriores pra ver o que mudou.