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segunda-feira, 25 de julho de 2022

Halo - 1ª Temporada

Assisti a 1ª Temporada de Halo (2022) de Steven Kane e Kyle Killen na Paramount+. Eu tinha visto muitos comentários animados sobre essa série, muitos assistindo, resolvi ver. Eu adoro ficção científica e essa série é muito boa. Ainda não tem as próximas temporadas. A série é baseada em um jogo de tiro de 2001.
 

A série começa com um ataque ao planeta Madrigal. Era tanta luta que larguei semanas a série. Voltei porque lembrei que elogiavam muito, devia melhorar depois daquela chatice, e melhora mesmo. Kwan Ha é uma sobrevivente. Ela resolve continuar a luta do seu pai. Incrível a atriz, Yerin Ha, que tem o mesmo sobrenome da personagem. A atriz deve gostar de falar da sua família lembrando que é o seu sobrenome também. Com o tempo ela ganha um aliado, Bokeem Woodbine. Tem uns furos, um bem mal feito é quando os dois se escondem em um cofre com frestas e o fogo entra lá também, mas eles saem sem nenhuma queimadora e pasmem, vivos.

É nessa luta inicial que ela conhece o Master Chief. Ótimo ator, Pablo Schreiber. São duas histórias paralelas a da Kwan e a do Master. Ele volta a sua base, mas insuflado pelo seu amigo que fugiu e vive em um outro planeta, tira o dispositivo que neutraliza as emoções dos soldados. 

Uma colega vê e faz o mesmo, é a minha personagem favorita, Kai (Kate Kennedy). Eles descobrem que foram sequestrados quando crianças, colocaram clones nos lugares deles e criados em escolas desde pequenos para ser soldados, também tiveram suas memórias apagadas. Eu adoraria um romance dela com a Miranda.

A vilã mor acredita que tirar as emoções dos soldados os faz mais produtivos, controláveis e objetivos. Ela também cria a Cortana (Jen Taylor), uma inteligência artificial que é colocada na cabeça do protagonista.  Ela só não lidera totalmente o soldado porque ele tem uma conexão com o artefato. O problema é que a vilã encontra aliados nessa violência, o conselho do planeta que concorda com essa barbaridade. Adoro a atriz, Natascha McElhone. Integram o conselho Shabana Azmi e Danny Sapani. A vilã é cientista e rival de outra cientista, Olive Gray.
Gosto muito também da personagem da Charlie Murphy, pena que ela morre, bom, nunca se sabe, se em joguinho muitos ressuscitam, em Halo isso acontece direto também. Ela tem uma história parecida com o Master Chief, na infância ela fazia trabalho escravo, é sequestrada por alienígenas, e eles a usam pela conexão com o artefato. Ela é má, mas oscila quando conhece humanos, se apaixona pelo Master Chief e vê que não é tudo o que lhe diziam. O tempo todo duvidamos dos personagens, é o grande trunfo da série. Aguardo ansiosamente a segunda temporada.

Beijos,
Pedrita

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Solaris

Assisti Solaris (2002) de Steven Soderbergh no Telecine Cult. Quis muito ver no passado o filme da União Soviética de 1972 de Andrei Tarkovsky. Cheguei até a alugar os vídeos duplos, mas nunca conseguir ver, uma pena. O roteiro, baseado em livro de Stanislaw Lem, é absolutamente sensacional. Fiquei muito na dúvida se realmente era uma nave espacial, ou se era consciência de cada um depois da morte, porque Solaris é um filme muito complexo e perturbador.

Eu gosto muito do casal protagonista interpretados por George Clooney e Natascha McElhone. Outros dois que estão na nave são Jeremy Davies e Viola Davis. George Clooney interpreta um psicólogo traumatizado com o suicídio de sua mulher. Ele é convocado a ir resgatar uma nave espacial, a Solaris, onde seus tripulantes pedem socorro, mas se recusam a voltar.
Começa então um misto de realidade e ficção absolutamente complexo. Na nave ele passa a receber a visita de sua esposa e a manter relações com ela. Todo o texto é complexo. Solaris é um filme bastante psicológico.
Música do post: Tool - Schism



Vídeo: "Solaris" - Tool "Schism"




Beijos, Pedrita

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Inimigo Íntimo


Assisti Inimigo Íntimo (1997) de Alan J. Pakula no Maxprime. Esse filme é daqueles que todo mundo viu faz tempo, menos você. É mais ou menos. O que vale mesmo é ver os dois belíssimos Brad Pitt e Harrison Ford na tela. No início parecia um filme sobre os conflitos na Irlanda, o grupo revolucionário IRA, mas acaba sendo um filme sobre valores, com a visão americana deles.

O que mais incomoda é querer justificar ações dos personagens com fatos marcantes, pensamento tipicamente americano apesar do personagem do Brad Pitt dizer várias vezes ao personagem do Harrison Ford que essa não é uma história americana. Nosso protagonista viu seu pai ser morto na sua frente no jantar por homens encapuzados. Ele se torna no futuro um revolucionário do IRA. Então ele vai aos Estados Unidos comprar mísseis. Fica escondido na casa de uma família do personagem do Harrison Ford que é um policial e não tem idéia de quem abriga dentro do seu teto. Ele é um policial todo certinho.

Inimigo Íntimo começa então a debater os valores, preconceitos de profissionais, de ações revolucionárias, tudo com a visão forçada do que os americanos acreditam ser a verdade, como se só existisse uma única verdade. A questão do IRA vira pra lá de pano de fundo, mal explicam suas razões, transformam tudo em questões pessoais. O revolucionário parece que será perdoado de seus atos já que não tem culpa de um dia ter visto em criança seu pai ser morto. Como se existissem verdades, lados e justificativas únicas para os fatos. O roteiro de Inimigo Íntimo é bem fraquinho.
Alguns outros do elenco são: Margaret Colin , Natascha McElhone, Julia Stiles, Ashley Carin, Kelly Singer e Rubén Blades.
Música do post: Cranberries - There She Goes (Precisa apertar o play). Gostei muito que no início colocaram uma música do Cranberries que são irlandeses, mas não consegui descobrir qual era, fica essa pra ilustrar o post.
Beijos,
Pedrita