A série começa com um ataque ao planeta Madrigal. Era tanta luta que larguei semanas a série. Voltei porque lembrei que elogiavam muito, devia melhorar depois daquela chatice, e melhora mesmo. Kwan Ha é uma sobrevivente. Ela resolve continuar a luta do seu pai. Incrível a atriz, Yerin Ha, que tem o mesmo sobrenome da personagem. A atriz deve gostar de falar da sua família lembrando que é o seu sobrenome também. Com o tempo ela ganha um aliado, Bokeem Woodbine. Tem uns furos, um bem mal feito é quando os dois se escondem em um cofre com frestas e o fogo entra lá também, mas eles saem sem nenhuma queimadora e pasmem, vivos.
Uma colega vê e faz o mesmo, é a minha personagem favorita, Kai (Kate Kennedy). Eles descobrem que foram sequestrados quando crianças, colocaram clones nos lugares deles e criados em escolas desde pequenos para ser soldados, também tiveram suas memórias apagadas. Eu adoraria um romance dela com a Miranda.
Gosto muito também da personagem da Charlie Murphy, pena que ela morre, bom, nunca se sabe, se em joguinho muitos ressuscitam, em Halo isso acontece direto também. Ela tem uma história parecida com o Master Chief, na infância ela fazia trabalho escravo, é sequestrada por alienígenas, e eles a usam pela conexão com o artefato. Ela é má, mas oscila quando conhece humanos, se apaixona pelo Master Chief e vê que não é tudo o que lhe diziam. O tempo todo duvidamos dos personagens, é o grande trunfo da série. Aguardo ansiosamente a segunda temporada.
Beijos,
Pedrita