Mostrando postagens com marcador Woody Harrelson. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Woody Harrelson. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 22 de maio de 2025

Venom e o Tempo da Carnificina

Assisti Venom e o Tempo da Carnificina (2021) de Andy Serkis na Netflix. Continuo assistindo essa série porque disseram que o último é muito bom. Esse é bem bobo e chato! Torci pelos vilões que tem uma trama muito mais interessante!
 

Dois jovens se apaixonam em uma instituição, lindos e poéticos, eles são Olumide Olorunfemi e Jack Bandeira. Eles são separados, o tempo passa e ele está no corredor da morte.

Agora ele é Woody Harrelson, e ela Naomi Harris. Torci muito por eles, o amor deles é muito lindo. Um hospedeiro como Venon entra nele e ele ganha muito poder.
Eddie é um babaca agora. Ele e o Venom tem uma discussão ridícula que era pra ser engraçada, então Venom procura outro hospedeiro. Eddie é Tom Hardy, a chata da ex dele é Michelle Williams.

Beijos,
Pedrita

domingo, 2 de março de 2025

Triângulo da Tristeza

Assisti Triângulo da Tristeza (2022) de Ruben Östlund no Max. Achei que esse filme era sobre cruzeiros, tem uma viagem em um grande iate, mas é sobre luta social. Ácido, com um humor desconcertante, o filme causa muito desconforto. O incômodo e as reflexões beiram a genialidade. O filme ganhou Palma de Ouro e é o mesmo diretor de outro filme desconcertante, The Square.

Começa com um casal muito, mas muito chato. Eles são modelos e ela ainda é influencer. Ela leva ele em um restaurante caríssimo e se faz de distraída quando a conta chega. São 20 minutos chatos dos dois discutindo sobre pagar a conta, quem ganha mais. Infantis para todo o sempre. Os dois são lindos Charlbi Dean e Harris Dickinson. Foi o último filme dessa atriz que morreu logo depois aos 32 anos. Ela não chegou a ver o lançamento do filme.

O filme segue para o cruzeiro. É um iate, grande, pra milionários. O casal conta que foi convidado, que é permuta porque ela é influencer. Em geral, lugares convidam gente jovem e bonita para colorir. Boa parte dos milionários são mais velhos, então é bom ter jovens no local. Os ricos são insuportáveis, os textos são desconfortáveis. O comandante (Woody Harrelson) não sai do quarto. Uma hóspede quer que todos os trabalhadores usem a piscina e caiam no tobogã. É uma fila de funcionários caindo no tobogã. É tudo muito irônico. Alguns outros do elenco são Vicki Berlin, Zlatko Burik, Jean-Christophe Folly, Sunnyi Mellis, Carolina Gynning e Iris Berben.
O iate é atacado e eles vão parar em uma ilha. É quando as relações se invertem. A funcionária invisível (Dolly de Leon) é a única que sabe pescar, fazer fogueira, então ela se determina comandante. O filme é muito inteligente. Mas não é um filme fácil de assistir. O final fica em aberto. Muito inteligente o final!

Beijos,
Pedrita

segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

Três Anúncios de um Crime

Assisti Três Anúncios de um Crime (2017) de Martin McDonagh no TelecinePlay. Eu achava que eram três avisos de um crime, mas são anúncios mesmo, mais especificamente outdoors. Uma mãe, cansada da inoperância da polícia, resolve colocar perguntas em três outdoors sobre a morte da filha. De vítima a mãe passa a ser a vilã para a cidade intolerante e violenta.

Mas a mãe também vem de lares violentos. O marido batia nela. No filme mostra uma discussão bem grosseira dela com a filha, palavras que eu não diria a ninguém, mas ela continua sendo vítima. A cidade passa a se incomodar mais com os cartazes e com a mãe do que com quem matou a filha. A filha foi estuprada e morta, portanto qualquer outra mãe pode passar por isso na cidade, mas todos só se preocupam com a cobrança da mãe. Frances McDormand está impressionante. Adoro essa atriz. O policial desequilibrado é interpretado brilhantemente por Sam Rockwell. Eu achei a redenção dele muito rápida. Uma carta faz ele se tornar uma pessoa melhor. Seria muito bom que as transformações das pessoas se dessem tão rápido.
Woody Harrelson faz o policial. Outros do elenco são: Lucas Hedges, Caleb Landry Jones, Abbie Cornish, John Hawkies, Sandy Martin, Brenda Sexton e Peter Dinklage. O filme fala muito de violência, preconceito, intolerância. Segue bem a regra de "violência gera violência".

Beijos,
Pedrita

terça-feira, 13 de junho de 2017

Now You See Me 2

Assisti Now You See Me 2 (2016) de John Me Chu no Telecine Premium. Fiquei bem ansiosa quando vi de manhã na grade da programação do Telecine que esse filme estreava na Super Estreia do sábado. Eu tinha adorado o primeiro que comentei aqui e estava ansiosa por esse. Gostei demais! É igualmente genial! E olha que não gosto de shows de mágica. Acho-os na maioria cansativos e chatos. Mas Now You See Me é ágil, tudo se resolve rápido, contam alguns truques, outros ficamos na dúvida, muito bom.

Os cavaleiros estão sumidos. Até que um evento sobre uma tecnologia que vai invadir a privacidade de todo mundo acontece e eles entram em ação. É um truque para prendê-los, mas eles conseguem escapar parcialmente e são presos em Macau por quem no primeiro filme eles haviam empobrecido. Os quatro cavaleiros agora tem uma outra personagem no papel feminino interpretada por Lizzy CaplanGostei porque ela faz mágicas atrapalhadas e violentas. A pessoa perde o braço, é cortada no meio, regada a muito sangue. Continuam Jesse Eisenberg, Woody Harrelson e Dave FrancoWoody Harrelson é duplicado. Aparece um irmão gêmeo dele golpista que inclusive é quem ajuda os vilões a capturá-los.

Quem elabora tudo é o filho do personagem do Michael Cane, interpretado pelo Daniel Radcliffe.

Gostei da loja de máscaras e dos personagens que surgem. Ela é dona da loja, finge que não fala inglês, o rapaz que faz de intérprete. Eles acabam se mostrando aliados dos cavaleiros e principalmente do personagem do Mark Rufallo que tem uma bela história na trama. Ela é interpretada pela chinesa Tsai Chin e o rapaz pelo twainês Jay Chou.

Muito boa também a trama do Morgan Freeman. Ele está preso e procura o policial para conseguir ajudar no sumiço dos cavaleiros.
Beijos,
Pedrita

sábado, 11 de junho de 2016

Now You See Me

Assisti Now You See Me (2013) de Louis Leterrier no Telecine Play. Eu vi esse pôster atraente, li a sinopse. Fiquei na dúvida em ver porque não gosto de mágicas, um pouco de ilusionismo, se seguido de mistério, suspense policial, pode ser, mas shows de mágica não costumam me interessar. Mas em um dia resolvi arriscar. E logo estava vidrada no filme.

O roteiro é muito bem realizado, tanto que estreou a continuação. O cinema ajuda muito aos truques ficarem mais impossíveis, os recursos das filmagens auxiliam muito. Separadamente, cada integrante está fazendo o seu truque em algum lugar. Um homem encapuzado os analisa e cada um recebe uma carta de tarô marcando um encontro. Vemos eles depois de um tempo fazendo shows juntos, lotando espaços, sofisticados, com um líder interpretado pelo Michael Cane.

Eles anunciam que farão três shows. No primeiro roubam um banco na França. Fazem um integrante da plateia roubar. A polícia passa então a investigá-los. Um especialista em desmascarar ilusionistas também. Esse é interpretado pelo Morgan Freeman e tem um canal de televisão onde ele explica como os truques foram feitos. O policial é interpretado pelo Mark Ruffalo e a agente do FBI por Mélanie Laurent.

Os quatro ilusionistas são interpretados por Jesse Eisenberg, Woody Harrelson, Isla Fisher e Dave Franco.  Alguns outros do elenco são Michael Kelly, José Garcia e Adam ShapiroNow You See Me é ágil, inteligente. O fato de ter dois grupos atrás dos ilusionistas é muito inteligente, dá muita agilidade na trama.

Beijos,
Pedrita

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Expresso Transiberiano


Assisti Expresso Transiberiano (2008) de Brad Anderson no Telecine Premium. Vi no site, li a sinopse, fiquei curiosa, mas receosa. Não achei o 007 pra perguntar o que ele sabia desse filme, resolvi ver porque a curisiodade era maior que o receio. Uma pena, porque é bem sofrível. Primeiro o filme demora pra engatar. Um jovem casal, ela bem mais jovem que ele, resolvem viajar da China para a Rússia no Expresso Transiberiano. Ele é um religioso. Acabam ficando na cabine com um casal muito estranho. O marido religioso da moça parece um desinformado, não entendo como não fica com receio de deixar os seus pertences na cabine dividindo com um casal tão estranho.

De uma hora pra outra começa uma violência desmedida e forçada. Muito estranho a moça aceitar pegar um ônibus em uma estrada cheia de neve pra ver um lugar histórico praticamente destruído. Ela tinha pouco tempo, estava sem o marido, a maioria não falava o seu idioma. Nada a ver. E depois um grupo conseguir desmembrar o trem sem o casal perceber, e ainda andar e voltar no trilho como se ninguém fosse passar. Tudo muito mal feito. Também a trama é mal amarrada. Um aparente detetive quer descobrir o que foi roubado num lugar secreto. Eu consegui unir os pontos, mas fica bem mal explicado e mal editado. O elenco é bom: Ben Kingsley, Woody Harrelson, Emily Mortimer, Kate Mara, Eduardo Noriega e Thomas Kretschmann.



From Mata Hari e 007

Beijos,









Pedrita

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Além da Linha Vermelha

Assisti Além da Linha Vermelha (1998) de Terrence Mallick no Telecine Action. Precisei perguntar ao 007 se esse era aquele tão elogiado. Há vários com nomes parecidos e só esse é que é sensacional! De virar do avesso, mas sensacional! Realmente é um filme lento. A previsão é que tivesse seis horas de duração, reduziram, mas mesmo assim é longo. E realmente é difícil ir até o final, mais por ser um filme difícil de administrarmos. É um filme de guerra que foca nos sentimentos e pensamentos dos soldados. Há um batalhão de combate, que por ser muito arrojado é sempre aquele que corre os maiores riscos, vai na frente. Durante a Segunda Guerra Mundial, ese grupo vai a uma ilha no Pacífico retirar os japoneses que lá estão em um lugar estratégico. Não faz muito sentido o que dizem ser um lugar estratégico, essas decisões de guerras sempre me soam muito insanas. Achar que um pedaço de terra ermo e afastado seja importante, mais que vidas humanas, não faz sentido algum pra mim. O roteiro é baseado no livro de James Jones.
O elenco é surpreendente, só grandes nomes e muito extenso: Ben Chaplin, Nick Nolte, John Cusack, Sean Penn, James Caviezel, Woody Harrelson, Adrien Brody, John C. Reilly , Travis Fine, Matt Doran. São poucas atrizes mulheres que aparecem em lembranças ou como nativas da ilha: Miranda Otto, Marina Malota e Polyn Leona. Fazem participações especiais: George Clooney, John Travolta e Kengo Hasuo.
Há uma modificação histórica no filme onde os japoneses se entregam eles na verdade continuaram lutando até o fim.
Além da Linha Vermelha ganhou o Urso de Ouro no Festival de Berlim. A direção de fotografia de John Toll é maravilhosa. As cenas de guerra são muito bem feitas. E a trilha sonora de Hans Zimmer é belíssima!
Durante todo o filme os pensamentos dos soldados vêm em narração pelo elenco e são impressionantes!

Música do post: Hans Zimmer - Main Theme - Thin Red Line



Beijos,

Pedrita

sexta-feira, 4 de julho de 2008

Terra Fria

Assisti Terra Fria (2005) de Niki Caro no HBO Plus. Eu tinha curiosidade de ver esse filme porque gosto muito da Charlize Teron e ela está excelente. Terra Fria é ambientado nos anos 70, inspirado em uma história real sobre a luta de mulheres pelos seus direitos em minas nos Estados Unidos, baseado na obra de Clara Bingham e Laura Leedy que passei a desejar ler. O filme é muito bom, pena que cometa alguns pecados pela exigência do cinema americano em um formato desgastado e forçado. A história já é interessante o suficiente, enfraquece muito a trama os exageros do gênero principalmente nas cenas de tribunais, que já são cansativas de tão repetitivas.

Foi nos anos 70 que as minas começaram a contratar as primeiras mulheres. Por acharem que não era lugar para mulher eles começam a praticar todo o tipo de violência com elas, principalmente abusos sexuais. A união delas em uma ação resultou na lei contra o assédio sexual e as protegeu dos abusos. É assustador como os operários praticam bullying com as mulheres e como parecem se divertir com isso. Como eles são maioria perdem a noção das medidas. Na cidade dessa mina era o melhor lugar para se trabalhar, com as melhores condições financeiras e muitas mulheres buscaram colocação lá.

Há outros bons atores no elenco: Frances McDormand, Sissy Spacek, Richard Jenkins e Woody Harrelson.
Gostei muito das crianças que fazem os filhos da protagonista interpretados por: Elle Peterson e Thomas Curtis.
Muito linda ainda a menina que faz a protagonista na adolescência, interpretada por Amber Heard.

Me impressionei muito com uma frase da personagem da Sissy Spacek: "Ela só teve um filho, não roubou um banco." E pensei o quanto os pais, mais antigamente, chegavam a expulsar uma filha de casa só porque ela teria engravidado. Como se ela fosse alguma criminosa.
Na trilha sonora há muito Bob Dylan.

Música do post (Não achei as que estão na trilha): Bob Dylan - If Not For You


Beijos,

Pedrita

terça-feira, 9 de outubro de 2007

A Última Noite


Assisti A Última Noite (2006) de Robert Altman no Telecine Cult. Estranhei esse filme estrear direto no Telecine Cult, não sei se é uma edição especial já que o canal passou naquela semana filmes do Festival do Rio do ano passado. Esse é o último filme de Robert Altman. Ela já sabia que estava com câncer, quer seria seu último filme e é um filme de adeus. Triste, sem ser melodramático, mas muito metafórico sobre a morte, ou mesmo claramente sobre a morte, ele inclusive não conseguiu finalizar o filme que foi terminado por outro diretor.

A Prairie Home Companion é uma rádio tradicional em uma cidade. Todos os sábados a rádio grava se apresenta em um teatro. O terreno acaba de ser vendido e o teatro será derrubado para a construção de um estacionamento, o capitalismo destruindo a arte. E essa será A Última Noite de todos eles. Entre as apresentações vamos conhecendo um pouco de cada um daqueles artistas, suas histórias. Tudo tem a sensação do fim, do adeus. Há até mesmo uma anja que circula entre eles. Ela veio buscar alguém. O mais estranho é que ela leva o empresário que comprou o teatro. Ele morre, mas os planos do fim do teatro não. Uma metáfora clara de que nada muda depois da nossa morte, tudo continua como está.
É um filme triste, sem muitas lágrimas e com muita música, muito nostálgico. Tudo lembra o passado. Muito rococó. Quase todas as cenas trazem muitos elementos. Os camarins, além dos espelhos com histórias à parte, trazem muitas roupas, objetos, de uma riqueza imensa de detalhes, como as nossas vidas que com o tempo acumulam fatos, lembranças e objetos. Também é muito triste saber que é o último filme desse diretor que adoro. Vou sentir falta de seu estilo sagaz e brilhante.


O elenco é imenso e excelente: Meryl Streep, Woody Harrelson, Tommy Lee Jones, John C. Reilly, Lily Tomlin, Kevin Kline, Virginia Madsen, entre outros. Lindsay Lohan queria muito participar do filme, insistiu muito e ganhou uma personagem criada especificamente pra ela.



Beijos,
Pedrita