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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2023

A Esposa

Assisti A Esposa (2017) de Björn Runge no TelecinePlay. Eu adiava ver esse filme porque me confundi com a sinopse. É excelente! E bem o gênero de filme que gosto. O filme é baseado no livro de Meg Wolitzer que quero muito ler.

O marido é um grande escritor e ganha o Prêmio Nobel de Literatura, o casal segue para a Suécia para ele receber o prêmio. Que filme genial! Eles são perseguidos sistematicamente por um homem (Christian Slater) interessado em escrever a biografia do autor, mas o casal se recusa sempre. O marido é bem grosseiro, além de ser muito, mas muito promíscuo. A esposa sempre fingiu não ver ou relevou as traições. Glenn Close simplesmente arrasa, gosto muito também do Jonathan Pryce. Gostei de uma crítica que diz que apesar de ser o marido o escritor, só pelo título entendemos que é nela que devemos prestar atenção. Exato, é isso mesmo!
Em um momento o ego do pai fica mais evidente. Eles vão conhecer o ganhador de Nobel de Física e a família dele. Esse vencedor é muito orgulhoso dos filhos, em cada apresentação enaltece a capacidade de cada um. Uma vai descobrir a cura do Alzheimer e para cada um dá poderes inacreditáveis para suas profissões. O escritor diz que o filho (Max Irons) é um escritor em aperfeiçoamento.
Beijos,
Pedrita

domingo, 27 de fevereiro de 2022

Onde Está Segunda?

Assisti Onde Está Segunda? (2017) de Tommy Wirkola na Netflix.Que grata surpresa! É um filme de ficção científica, infelizmente muito atual. O ótimo roteiro é de Max Botkin e Kerry Williamson. O diretor é norueguês, o filme é uma coprodução entre Bélgica, Reino Unido, Estados Unidos e França. O filme foi rodado na Romênia.

O mundo está superpopuloso. Há poucos alimentos e água. Uma empresa cria a lei do filho único. Quem tiver mais de um terá seu outro filho congelado para ser descongelado quando o mundo voltar a se reequilibrar. A filha do personagem do William Dafoe tem 7 meninas e ela morre no parto. Ele diz que dará um jeito.


 

Cada neta tem o nome de um dia da semana. Elas usam os dados da mãe e só podiam sair no dia do seu nome. Elas precisam compartilhar tudo o que passaram para que as outras possam acertar no dia seguinte o que aconteceu. Na infância as 7 são interpretadas por Clara Head e na idade adulta por Noomi Rapace, gosto muito dessas atrizes. Cada uma tem uma personalidade, estilo e habilidades. O pai brilhante diz que a força delas está na união, que cada habilidade soma ao bem coletivo. Mas quando saem todas são a Karen e se vestem e se comportam da mesma maneira.

O filme é todo muito inteligente. A Segunda some e elas tentam investigar. Há muitos desdobramentos e surpresas, com muita profundidade de roteiro. Ainda no elenco estão: Glenn Close, Marwan Kenzari, Christian Rubeck e Pal Severre Hagen.
Beijos,
Pedrita

terça-feira, 6 de abril de 2021

Elegia Caipira

Asssisti Elegia Caipira (2020) de Ron Howard na Netflix. Insisti com esse filme porque concorre ao Oscar. Glenn Close está irreconhecível, mas muito parecida com a mulher que interpreta. O filme é baseada na história de J. D. Vance que foi transformada em autobiografia.

O protagonista cursa direito. Está na fase de entrevistas para estágio. Ele tem três empregos e mesmo assim as contas não fecham, se conseguir um estágio, a remuneração é bem melhor. Pelo jeito nos Estados Unidos os estágios pagam com mais dignidade que no Brasil. Ele recebe então o telefonema da irmã, sua mãe foi internada com overdose de heroína. Me incomodaram muitos os diálogos sobre essa mãe doente. O tempo todo a mãe é criticada por não tentar sair dessa, como se ela fosse culpada por ser dependente de substâncias químicas. No final do filme falam que ela conseguiu ficar sóbria, mas já sabemos que é sempre um dia de cada vez e que é comum recaídas. É uma dificuldade eterna não se viciar novamente. Acusar é muita covardia. Sim, viver e conviver com dependentes não é fácil, mas acusar faz tudo ficar muito pior.

Ele volta a sua cidade natal interiorana e passa a lembrar de sua vida e da família disfuncional. O filme quer reforçar a tese se ele vai ou não largar a família e tentar um futuro melhor, ou se vai desistir e aceitar viver no interior, aceitar aquele destino de poucas possibilidades e muita violência. Acho que arrasta muito o suspense se ele vai ir para a entrevista no dia seguinte, ou ficar cuidando da mãe. Amy Adams interpreta a mãe. Ele é interpretado por Gabriel Basso. Na adolescência por Owen Aztalos. Sua irmã por Haley Bennett. Sua namorada por Freida Pinto.

J. D. Vance e a avó.

 
Beijos,
Pedrita

quarta-feira, 26 de julho de 2017

Albert Nobbs

Assisti Albert Nobbs (2011) de Rodrigo García na ClaroTV. Eu ouvi falar vagamente desse filme, mas tinha esquecido.. Quando vi que o pôster era de época fui ver. Que preciosidade! É um filme muito dramático, dolorido mesmo. É baseado no livro do irlandês George Moore de 1918. Adaptado pelo húngaro István Szabó. O diretor é colombiano.

Glenn Close interpreta Albert Nobbs. Ela está incrível. Ele é um garçom de um hotel. Aos poucos vamos conhecendo a sua história. Na adolescência ela viu um anúncio para garçom e foi como tudo começou. Quando viu que com as gorjetas conseguia juntar algum dinheiro continuou. Ela conhece um pintor, descobre que também é mulher e começa a perceber que pode ter uma família também. Ele sempre sonhou em ter uma tabacaria e pode se casar com a atendente. O pintor é interpretado por Janet McTeer.

Ele escolhe então uma funcionária do hotel, mas ela está envolvida com um mau caráter. Ela é interpretada pela talentosa Mia Wasikowska e ele por Aaron Taylor-Johnson. Os desfechos são muito tristes, a vida sem a medicina adequada, com tantas preconceitos não era fácil. Absurdo o mau-caratismo da dona do hotel no final, assustador. A dona da pensão é interpretada por Pauline Collins. O médico por Brendan Gleeson. Jonathan Rhys Meyers faz uma participação.

Beijos,
Pedrita

quinta-feira, 9 de agosto de 2007

Deu a Louca na Chapeuzinho

Assisti Deu a Louca na Chapeuzinho (2005) de Cory Edwards no Telecine Premium. Amei, nunca ri tanto, me diverti demais, é um roteiro baseado na história de Todd Edwards e Cory Edwards e muito inteligente. O 007 também adorou. O Marcelo Janot, como eu, também queria muito ver Deu a Louca na Chapeuzinho, espero que ele tenha conseguido ver porque eu me diverti muito.
Começa com a clássica história da Chapeuzinho. Ela chegando na casa da vovó e lá está o lobo fingindo ser a vovó. Aí a polícia chega e começa o inquérito. Muito, mas muito divertido. Cada um conta a sua versão, começando a história tudo de novo, mas cada vez com o olhar do outro.

Nossa Chapeuzinho é muito cínica. Seus olhares são deliciosos. Ela não aguenta burrices. É muito engraçado quando o investigador de polícia acha o cúmulo o nome Chapeuzinho e quer saber de onde veio e a Chapeuzinho fala que o dele também deve ter alguma origem e ele, em pensamento, lembra da origem, muito, mas muito divertido.
Vou falar detalhes do filme: Adorei também nossa Vovozinha ser campeã em esportes radicais. Ela tem muitos, mas muitos prêmios. Adorei ainda quando a Chapeuzinho e a Vovó começam a lavar roupa suja na delegacia e todos começam a sair de fininho. A voz da Vovó é feita pela Glenn Close.

Também é muito divertido o alemão que vende espetinhos dançando com seus fregueses. O 007 pediu pra avisar que o personagem preferido dele é o esquilo que ajuda o policial e é todo acelerado. Realmente é muito divertido.
A explicação do mistério é meio boba. Tentaram ser muito surpreendentes e o desfecho é meio bobo. Mas é tão divertido tudo, que isso fica apenas um detalhe.



Beijos,

Pedrita