Mostrando postagens com marcador youtube. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador youtube. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 11 de setembro de 2026

Isabela Boscov

Eu gosto demais dos vídeos da Isabela Boscov sobre o cinema no YouTube. Em geral são críticas. Como toda cinéfila, eu só assisto o vídeo depois de ver o filme ou série e comentar no meu blog. Também só leio críticas depois de ver e escrever no blog.

O canal tem também uns quadros como o Café com a Boscov, sempre com um convidado. Foi nesse que vi a entrevista com a maravilhosa Gabriela Amaral e corri pra ver o Quarto do Pânico. Tem também vídeos de listas.
 
Eu gosto muito do olhar dela, acompanho desde a revista Veja, mas nem sempre concordo. Gosto que ela dá dicas de outros filmes do diretor, fala do estilo. Gosto muito. Desde que o YouTube passou a ter na minha TV passei a assistir muito mais. Gosto tanto que achei que já tinha falado sobre ela aqui.

Ah, Isabela Boscov ama filmes de terror como eu, só que de vertentes diferentes. Acho que concordamos com Nós. Eu gosto mais de filmes de terror psicológico, que algo muito trágico levou a aqueles momentos sobrenaturais. Isabela gosta de Brinquedo Assassino, a Hora do Pesadelo e ama a Hora do Mal (Weapons) e Corra!, que não gostei muito.







Beijos,
Pedrita

quinta-feira, 11 de junho de 2026

Buhr no Desculpincomodar

Assisti a entrevista de Buhr no podcast Desculpincomodar no Youtube. Tem tempos que eu vejo trechos desse programa nas redes sociais, mas nunca tinha ido no Youtube ver uma entrevista inteira. Muitas das entrevistas viralizam e passam a dar conteúdo para inúmeros sites e redes sociais. Tem tempo que tenho visto muitos trechos de entrevistas e adorado. Eu gosto demais da Buhr, então corri pra ver. a entrevista completa Conheci as músicas da Buhr tem pouco tempo, na trilha do filme Era Uma Vez eu Verônica. Suas faixas viraram hits nas minhas playlists no Spotify.
 

Entrevistam os músicos os ótimos Sérgio Martins e DJ Zé Pedro. Brilhante ideia de juntá-los porque Zé Pedro tem uma irreverência e leveza fantásticas, que se unem a profundidade crítica e analítica de Martins. Sem falar que os dois são bibliotecas ambulantes, como são informados sobre o tema.
Gostei muito de conhecer mais sobre Buhr. Compositora, cantora, atriz e instrumentista, ela começou compondo com tambor. Também não sabia que ela começou no grupo Comadre Florzinha, ou i um pouco no Spotify, vou explorar mais depois, gostei bastante. Ela conta como falavam pejorativamente do grupo pelo nome. Também contou que é atriz e participou por bastante tempo no Teatro Oficina, não podia imaginar. Buhr é como muitos artistas de sua geração, plurais, que atuam em várias áreas. Buhr contou que participou de tributos a Ney Matogrosso e Belchior. Que as músicas interpretadas por Matogrosso ela lembrava mais então foi mais tranquilo. Que embora ouvisse Belchior, não era tão próximo ao seu trabalho. Fui atrás de músicas comentadas no programa e incluí mais algumas em minhas playlists.
Martins lembrou da trilha de Maria e o Cangaço que está atualmente entre minhas músicas preferidas, Ouço direto. Buhr contou que ainda não tinha trechos da série, só a sinopse e que a música foi saindo e compôs mais do que estava previsto.
Gostei demais do programa e de conhecer mais de Buhr que fiquei mais fã ainda. Vou agora maratonar outros.




Beijos,

Pedrita

terça-feira, 4 de novembro de 2025

Coleção de Livros - Estadão

Assisti ao programa Coleção de Livros do Estadão no Youtube. Descobri esse programa por um acaso e já vi vários. A equipe vai na casa de alguém para mostrar a biblioteca dela, que fascinante. Eu sou louca por bibliotecas. Até agora me identifiquei mais com a biblioteca do Itamar Vieira Jr. Não com as estantes e a belíssima sala, mas com os livros. Temos livros semelhantes nas estantes. Do autor só li até agora Torto Arado que amei e tenho o seguinte na estante a ler. 
Amei que ele mostrou edições dos seus livros em outros idiomas. Os livros de Itamar rodam o mundo. Ele começou falando do Paciente Inglês que amo, ele comprou com 17 anos, eu um pouco depois de ver o filme que é igualmente maravilhoso. Os livros do autor estão com os Jabutis na frente que ele ganhou. Itamar comentou que essa organização na estante foi do companheiro que faz mais marketing que ele. E com esses vídeos, minhas listas de livros a ler só aumentaram.

Eu amei também o do Ignácio de Loyola Brandão, são os preferidos até agora. É uma biblioteca enorme, cheia de corredores e salas com estantes de livros, inúmeros históricos, que ele ganhou de amigos autores, foi fascinante. Ele também adorou a biografia da Viola Davis. Ignácio gosta muito das biografias do Lira Neto que preciso ler. Ele é fascinado por Cartas de Théo do Van Gogh que não li.

Depois vi o vídeo da biblioteca da Marina Person. Adorei a frase inicial, ela diz que perguntam o que precisa para a profissão de cineasta, ela diz que para qualquer profissão é preciso ler e muito, e penso o mesmo. A biblioteca da Marina é dividida por gêneros. Há uma prateleira de livros de ficção que são os que amo. Ela comentou como os livros vão chegando e no começo parecia fácil distribuí-los ali naquela prateleira até que não cabem mais. Aqui isso acontece muito. Ela disse que o marido (Gustavo de Rosa de Moura) indica livros e ela falou de um que fiquei com vontade de ler também de Alejandro Zambra. Engraçado que às vezes ela diz que ela e o marido leram juntos, mas ele leu e eles comentaram. Eu fazia isso com minha mãe, eu lia e falávamos sobre o livro, eu contava trechos, ela pedia pra eu continuar a contar a história. É muito bom compartilhar leituras. Marina falou de livros que faltam na estante, que ela emprestou e não devolveram, que ela gosta de emprestar, acha bom os livros circularem, mas como eu parece que não gosta se eles não voltam. Marina não comentou, mas eu vi Equador de Miguel Sousa Tavares na estante, a mesma edição que tenho e amo.
O último vídeo que vi foi do Nelson Motta, vou querer ver outros. Na foto ele segura Noites Tropicais que li, não lembro se emprestado ou de uma biblioteca. Tinha estranhado a pequena estante e poucos livros, mas ele contou que a filha disse que ele não ia ler mais, pra que ficar com os livros que eram mais de 800. Eu matava que dissesse isso pra mim, meus livros são meu tesouro, o que tenho de mais caro em casa. Mas minto, já me falaram muitas vezes. A que mais fala isso vive me ligando pra pedir livro emprestado ou porque precisa ou porque deu o que tinha. Ela está inclusive com dois livros meus. Nelson falou de biografias de músicos, várias do Tom Jobim e qual mais gosta. Dos amigos. Do Glauber Rocha que foi amigo e escreveu uma biografia. Ele contou sobre o livro Canto de Sereia que virou série, elogiou Ísis Valverde como cantora e falou que a série ficou muito melhor que o livro.
Fiquei pensando quantas bibliotecas quero conhecer, espero que façam vídeos com esses autores Bernardo Carvalho, Conceição Evaristo, Eliana Alves Cruz, Milton Hatoum, Cristovão Tezza, Miguel Sanches Neto, Manuel da Costa Pinto, Jefferson Tenório, Ana Maria Machado, Adriana Negreiros, Daniela Arbex, Miriam Leitão, Matheus Leitão, Lilia Moritz Schwarcz e tantos outros.

Beijos,
Pedrita

quinta-feira, 25 de janeiro de 2024

Os Soldados de Bernd Alois Zimmermann

Assisti a ópera Os Soldados de Bernd Alois Zimmermann na Kölner Philharmonie no Youtube. Me avisaram no Facebook que a estreia ao vivo acontecia. O concerto foi em Hamburgo. A regência é de Calixto Beito. A direção musical é de François-Xavier Roth.

As imagens são de captura de tela.

Que ópera intensa e desconfortável! Bom, falando de guerras, soldados e mulheres, não poderia ser tão dilacerante. E que elenco! Que musicalidade! Eu tentei entender o contexto já que o texto é em alemão. Talvez seja possível colocar legenda, mas eu vi só vendo as imagens e tentando entender pela encenação. Mas dá pra perceber a violência entre os soldados.

O elenco todo é 

  • Macarena Quantin Soufflage
  • Anthony Sandle Koordinator Fähnriche
  • Tómas Tómasson Wesener, ein Galanteriehändler in Lille
  • Emily Hindrichs Marie, seine Tochter
  • Judith Thielsen Charlotte, seine Tochter
  • Kismara Pezzati Weseners alte Mutter
  • Nikolay Borchev Stolzius, Tuchhändler in Armentières
  • Alexandra Ionis Stolzius' Mutter
  • Lucas Singer Obrist, Graf von Spannheim
  • Martin Koch Desportes, ein Edelmann
  • John Heuzenroeder Pirzel, ein Hauptmann
  • Oliver Zwarg Eisenhardt, ein Feldprediger
  • Miljenko Turk Haudy
  • Wolfgang Stefan Schwaiger Mary
  • Yongseung Song Drei junge Offiziere
  • Young Woo Kim Drei junge Offiziere
  • Artjom Korotkov Drei junge Offiziere
  • Laura Aikin Die Gräfin de la Roche
  • Alexander Kaimbacher Der junge Graf, ihr Sohn
  • Alexander Fedin Der Bediente der Gräfin de la Roche
  • Ján Rusko Der junge Fähnrich
  • Frederik Schauhoff Der betrunkene Offizier
  • Anthony Sandle Drei Hauptleute
  • Heiko Köpke Drei Hauptleute
  • Carsten Mainz Drei Hauptleute
  • Denise Meisner Madame Roux und Marie Double

As cenas das mulheres são muito indigestas. A violência que elas sofrem.

Kismara Pezzati é brasileira. Ela interpreta uma mulher que já enlouqueceu.


A orquestra foi Gürzenich-Orchester Köln.

Vou colocar o link do vídeo, não sei quanto tempo vai ficar disponível.

Beijos,
Pedrita

terça-feira, 19 de setembro de 2023

Musical Dominguinhos

Assisti ao musical Dominguinhos no Teatro Bravos. Queria muito ver esse espetáculo desde que vi notícias que estava em cartaz no Rio de Janeiro. Fiquei muito feliz que veio pra São Paulo. A direção é de Gabriel Fontes Paiva, direção musical de Myriam Taubkin e dramaturgia de Silvia Gomes.

A lembrança que eu tinha do Dominguinhos era essa mais recente. Sabia que ele tinha sido um grande compositor e intérprete, que tinha tocado com grandes artistas, mas tudo muito vago.

Na infância Dominguinhos conheceu Luiz Gonzaga que o ajudou financeiramente. No adolescência ele procurou Luiz Gonzaga e passou a tocar com ele. Gostei muito do musical, é música que não acaba mais com ótimos músicos, muitos instrumentos: Cosme Vieira, Hugo Linns, Jam da Silva, Fitti, Wilson Feitosa e Zé Pitoco. Liv Moraes, que está no elenco, é filha de Dominguinhos com Guadalupe, outra cantora que fazia parceria com o músico.

Eu vi o excelente trabalho da Fitti naquela série musical maravilhosa Só Se For Por Amor. E fiquei surpresa que ela interpreta Anastácia que nunca tinha ouvido falar. 

Foto de Priscila Prade
Anastácia é o nome profissional de Lucinete Ferreira, hoje com 82 anos. Grande compositora que eu desconhecia por completo, compôs inúmeras obras, várias muito conhecidas e muitas com Dominguinhos, como a famosíssima De Volta para o meu Aconchego. Eles foram casados de 1967 a 1978. Viajaram tocando, cantando e compondo loucamente. Ela é letrista de mão cheia e ele fazia melodias lindas com suas letras. Tem vídeos no Youtube, a discografia dela no Spotify e várias obras cantadas por grandes intérpretes.
Inesquecível a interpretação de Fitti para a lindíssima canção Contrato de Separação de 1979. Dominguinhos tocou com Gilberto Gil, Elba Ramalho, Toquinho e inúmeros grandes artistas, além de sua carreira solo primorosa. Suas músicas foram eternizadas por vários intérpretes. Gostei muito de conhecer um pouco mais de Dominguinhos.




Beijos,
Pedrita

sábado, 21 de janeiro de 2023

Macunaíma

Assisti ao espetáculo de dança Macunaíma do Theatro Municipal do Rio de Janeiro no Partituras da TV Brasil e no Youtube. Eu quis muito ver essa apresentação quando estreou. Eu acabei me confundindo com as datas, achando que era no mês seguinte, mas era na semana seguinte. As passagens estão proibitivas, em cima da hora pior ainda. Fiquei muito feliz que o programa Partituras gravou e ia passar na tv aberta. Coloquei pra gravar, mas o sistema da Net Claro raramente funciona, ficou lá nos agendados. Só foi pros gravados quando tirei o equipamento da tomada, mas a gravação estava meia hora depois do começo. Tive que ver no Youtube mesmo.

No início, André Cardoso, que fez a adaptação da obra, contou que queriam comemorar os 100 anos da Semana de Arte Moderna de 22 e escolheram esse livro icônico de Mário de Andrade, que li e comentei aqui. Decidiram que a linguagem seria um espetáculo de dança com o Balé do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. A belíssima coreografia foi de Carlos Laerte, lindos demais os movimentos. 
Convidaram o compositor Ronaldo Miranda pra fazer a música, que é maravilhosa e foi interpretada pela Orquestra Sinfônica do Theatro do Rio de Janeiro sob regência de Jesus Figueiredo. Que espetáculo lindo! Interpretaram brilhantemente o Macunaíma: Glayson Mendes, Rodolfo Saraiva e Edifranc Alves.

A mãe foi Claudia Mota, todos bailarinos estão incríveis, que espetáculo! É muito profissional envolvido. Bailarinos no destaque são 23, mas a lista é enorme. Sem falar em todos os profissionais envolvidos para a realização do espetáculo!

Há lindas projeções ao fundo, amei a Kombi, quando muitos personagens descem dela e chegam ao palco. Há imagens de Dom Phillips e Bruno Pereira. O vídeo é do Igor Correa da Verus Film.
O espetáculo Macunaíma está disponível agora no Youtube, qualquer um do planeta pode ver. Fantástico! Já são 2,2 mil visualizações.

Beijos,
Pedrita

sexta-feira, 10 de dezembro de 2021

Vende-se um Trombone

Assisti a peça Vende-se um Trombone (2021) da Cia. Navega Jangada no Youtube. O texto e a direção são de Talita Cabral. Ai que lindo! É sobre a arte de conviver. 

Um grupo vive em uma vila, uma graça o cenário do Zé Valdir. Um deles (Lucas Branco), cheio de energia, compra um trombone. Dona Genoveva (Marcela Sampaio) não gosta nada da ideia. O desenrolar emociona e é tão lindo! Dicinho Areias toca acordeão e compõe a trilha junto com Rodrigo Régis, que assina a direção musical. Divertidíssima a aula de trombone. A lista de tudo o que não pode na vila é interminável. A peça fica disponível no youtube da companhia até dia 19 de dezembro. E é grátis!

As fotos são de Fernando Madureira
 

Beijos,
Pedrita