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terça-feira, 18 de julho de 2023

Evandro Teixeira. Chile 1973

Fui a exposição Evandro Teixeira. Chile 1973 no Instituto Moreira Salles. Pronto, nosso passeio finalizou com essa exposição. As fotos são do baiano que foi enviado ano Chile após o golpe militar no país para fazer registros para o saudoso Jornal do Brasil. Até existe parcialmente virtualmente, mas continuamos saudosos desse grande jornal. As fotos seguem depois para o Brasil no período da ditadura, muitas fotos são icônicas. A curadoria é de Sergio Burgi. 
As fotos são belíssimas, em painéis enormes, que bela montagem. Eu fiquei bastante impactada que essa foto artística maravilhosa estava junto com outras na capa do jornal.

Eu tenho fascínio por fotografia, em registrar um momento que nunca mais vai voltar. Hoje é mais fácil qualquer um fotografar, mas mesmo assim, os registros se perdem. O 007 já gosta do inusitado na foto. Uma mostrava militares na função, enquanto um cachorro placidamente dormia ao chão. Eu também fico pensativa em imaginar que os idosos registrados em 1973, não estão mais vivos e que foram eternizados na fotografias. 

Muitas das fotos da exposição já vimos de alguma forma principalmente porque são fotos históricas. Essa icônica com esse estudante sofreu fake news em 2020 e o IMS escreveu um texto no facebook de repúdio que está aqui.


Beijos,
Pedrita

segunda-feira, 17 de julho de 2023

Fotografia Habitada

Fui a exposição Fotografia Habitada - Antologia Helena Almeida, 1969-2018 no Instituto Moreira Salles. Depois da exposição no Sesi, eu e o 007 seguimos para o IMS. Gostei demais dessa mostra. A curadoria é de Isabel Carlos. Helena Almeida (1934-2018) era portuguesa.

Além de ver a exposição, eu gosto muito de ver como a mostra interage e reflete nas outras pessoas. O que mais gosto na arte é que cada um tem uma sensação diferente. Eu ficava muito incomodada com a ordem das obras, eu achava que estavam sempre do fim pro começo. Parecia spoiler eu ver o fim antes. O 007 achou que tanto faz, que a obra dava pra ver tranquilamente de um lado ou outro, de uma sequência ou outra. Eu já ficava incomodada por achar que estava ao contrário.

São 120 obras. Gostei muito da exposição Fotografia Habitada que fica em cartaz até 24 de setembro e é gratuita.

Beijos,
Pedrita

domingo, 29 de abril de 2018

Seydou Keïta

Fui na exposição fotográfica de Seydou Keïta no Instituto Moreira Sales. Fui com a querida amiga Isabela Guedes do blog O Rádio Esportivo. Foi a primeira vez que fui no IMS desde que inaugurou. São várias escadas rolantes até o 5º andar e depois nos andares seguintes as exposições de fotografia. Também há auditório que já vi com programação de filmes. E um acervo de livros que vemos quando subimos a escada que é delirante.

Seydou Keïta (1921-2001) era um fotógrafo malinês, fez as imagens em Bamako. Viveu muito em Paris onde lá morreu. Tem uma parte da exposição com vídeos dele fotografando e colorido. Interessante que às vezes o tecido de trás era muito diferente do da frente pela cor, mas na hora que é transformado em preto e branco parece quase o mesmo. Genial!

Eu e a Isa amamos as fotos com rádio, são duas. A exposição traz 130 fotos, é de graça e vai até 29 de julho. No passeio é possível ir em todos os andares ver as outras mostras.


Beijos,
Pedrita