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quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Eu Não Dava Praquilo

Assisti a peça Eu Não Dava Praquilo de Elias Andreato no Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo. Cássio Scapin faz uma homenagem a grande atriz Myrian Muniz. Eu queria muito ver esse espetáculo. Adoro a atuação do Cássio Scapin e gosto muito da direção do Elias Andreato. Achava incrível a interpretação da Myrian Muniz no cinema e na televisão. Se vi, vi pouco a Myrian Muniz no teatro. Finalmente consegui ver a peça. Eu não conseguia me programar pra ver desde que estreou. Cássio Scapin simplesmente arrasa, esquecíamos que era ela e já achávamos que era a Myrian. O texto é bem inteligente, com muita fala dela mesma, muito engraçado. Eu Não Dava Praquilo conta a vida da atriz que foi ser atriz por um acaso. Fala dos trabalhos na Escola Macunaíma e nas aulas de teatro que lecionou. Eu Não Dava Praquilo fala muito de teatro. As soluções para transformar o Cássio na atriz são ótimas. Muito difícil interpretar uma atriz tão única e Cássio faz com maestria. É incrível! Eu Não Dava Praquilo fica em cartaz até essa semana, mas no final o Cássio Scapin avisou que segue para o Teatro Renaissance em São Paulo.

 
Beijos,
Pedrita

domingo, 22 de março de 2009

Os Maias

Assisti a minissérie Os Maias (2001) de Luiz Fernando Carvalho em DVD. Minha mãe me emprestou essa minissérie, é de todas as que ela tem a que ela mais gosta, já viu várias vezes. Essa minissérie é baseada na obra de Eça de Queiroz. Apesar de já ter lido quase todas as obras desse autor, essa especificamente ainda não li, acho que minha irmã tem a obra e vou pedir emprestada. A adaptação é da Maria Adelaide Amaral. Essa minissérie foi majestosa! Adoro esse diretor, o elenco era maravilhoso e a produção impecável! Na época eu vi o primeiro capítulo, tinha amado, mas não consegui ver os outros.

Na primeira fase estão no elenco os ótimos Simone Spoladore e Leonardo Vieira. Na segunda fase o casal é formado pelos belíssimos e talentosos Fábio Assunção e Ana Paula Arósio. Passam por toda a minissérie os atores: Walmor Chagas, Ewerton de Castro, Osmar Prado e Eva Wilma. O elenco é bastante extenso: Selton Mello, Paulo Betti, Maria Luísa Mendonça, Otávio Muller, Eliane Giardini, Ótávio Augusto, Stênio Garcia, Antônio Calloni, Cecil Thiré, Dan Stulbach, Isabelle Drummond, Marília Pêra, Leonardo Medeiros, Ilya São Paulo, Myrian Muniz e Ariclê Perez. Alguns que fazem participações são: Matheus Nachtergaele, Myrian Muniz e Giselle Itié. A narração é do Raul Cortez.
A trilha sonora é belíssima com canções de Madredeus, Dulce Pontes, trechos de obras consagradas e composições do John Neschling. Minha mãe tem há uns anos o CD e não cansamos de ouvir. As imagens de Sintra são tão lindas que fiquei com vontade de conhecê-la.

Música do post: 16 HAJA O QUE HOUVER


Youtube: Os Maias, Monforte e Pedro em Sintra



Beijos,
Pedrita

quarta-feira, 1 de agosto de 2007

Nina

Assisti Nina (2004) de Heitor Dhalia no Canal Brasil. Sempre quis ver esse filme, ainda mais quando esteve em cartaz nos cinemas. É interessante. Gostei muito da diferença de linguagens em toda a trama. Nina é uma moça perturbada, que tem muitos pesadelos difíceis, dificuldade de afeto e sobrevivência financeira. Ela mantém uma relação doentia com a senhora que aluga o quarto para ela. As duas sempre estão se agredindo de alguma forma, já que Nina vive com dificuldade para pagar o aluguel. Mas a senhora também não é fácil e é sádica em magoar sua inquilina. O roteiro é do diretor com Marçal Aquino.


Guta Stresser arrasa como Nina. Eu achava que o filme trazia somente as duas atrizes: Guta Stresser e a ótima Myriam Muniz. Mas Nina traz uma gama de grandes atores em vários personagens, alguns só de passagem. Estão no elenco: Sabrina Greve, Luiza Marani, Milhem Cortaz, Wagner Moura, Lázaro Ramos, Mateus Nachtergaele, Guilherme Weber, Selton Mello, Renata Sorrah, Abrahão Farc, entre outros.

Os lindos desenhos de Nina no filme são feitos por Lourenço Mutarelli. Gostei da estrutura de linguagem de Nina. O filme é colorido, mas está sempre em tons escuros de cinza, preto, branco, verde e azul escuro. Raramente há outras cores. Os pesadelos de Nina são sempre em preto e branco. E quando ela imagina cenas são de animação com os seus desenhos. Incrível! Nina ganhou Prêmio da Crítica no Festival de Moscou, Prêmio de Direção em Nova York, Prêmio de Fotografia em Lima e Prêmio Revelação em Portugal.










Beijos,











Pedrita