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segunda-feira, 10 de março de 2025

Venom

Assisti Venon (2018) de Ruben Fleischer na ClaroTV e na Universal. Estavam elogiando muito o último, resolvi ver o primeiro. Comecei pela ClaroTV, mas a qualidade de imagem estava muito ruim. Aí achei na Universal. Não veio valor, a Universal tem alguns filmes gratuitos, espero que esse seja assim. Eu quis ver principalmente porque gosto muito do Tom Hardy. O personagem vem dos HQs.
 

Um cientista, Riz Ahmed, tem alienígenas em seu laboratório. Tom Hardy é jornalista e vai entrevistá-lo. O cientista descobre que o alienígena precisa de hospedeiro pra sobreviver na Terra. Ele começa a testar escondido em humanos, a maioria morre. Ele faz o que muitos pensam sobre pessoas descartáveis, pegam indigentes sem comunicar as pessoas, eles simplesmente desaparecem. 

Dá pra imaginar que em algum momento o alienígena faz o jornalista de hospedeiro. E fica com ele já que há vários filmes na sequência. Eu gosto muito de filmes que falam de ciência. A ganância do empresário, realizar experimentos secretos, matar pessoas, indigentes, enfim, aborda uns temas urgentes.

Alguns outros do elenco são Michelle Williams, Melora Walters, Reid Scott e Jenny Slate.

Beijos,
Pedrita

sábado, 10 de fevereiro de 2024

Noite de Travessuras

Assisti Noite de Travessuras (2014) de Travis Baker na Claro TV. Porque sábado é dia de fantasminhas, foi um dia antes, mas tá valendo. É bem mais ou menos! Estão bem escassos os filmes de fantasminhas que não vi, estou em crise de abstinência e começando a ver qualquer coisa como esse. No Brasil está como Noite das Bruxas Macabra que adora sempre ser óbvio e pouco criativo no título.

O filme tem alguns clichês que me incomodam. A linda e virginal jovem solitária. Uma objetificação tola. Brooke Anne Smith faz uma infinidade de caras e bocas. Ela vai ser babá de um bebê muito, mas muito pequeno. Quem fez o filme não tem a mínima ideia como é um bebê que não dorme a noite toda. Ela abre a porta pra qualquer um, é uma tonta. Com o tempo eu desconfiei e acertei. Tem uns momentos românticos esquisitos, o filme é esquisito.


Beijos,

Pedrita

sábado, 13 de novembro de 2021

Heroes - 2ª Temporada

Assisti a Segunda Temporada de Heroes (2007) na ClaroTV. A saga! Faz anos que comecei a ver, isso mesmo, anos. Primeiro a saga um dia desapareceu desse streaming. Muito tempo depois reapareceu, mas quando cheguei em um episódio não funcionava. Depois voltou e vi até o 9 e o episódio não entrava. Só depois de meses que consegui terminar, estava até com medo de não lembrar da trama.

Eu tinha gostado muito da primeira que vi em 2018. E queria saber o que acontece com os personagens. O que ouve os pensamentos (Greg Gunberg) teve um upgrade de habilidades, gostei muito. A trama do Hiro (Masi Oka) é meio chata. Ele vai para o passado, no Japão. As tramas parecem mais lendas do que reais.
Agora Micah (Noah Gray-Cabey) está em outra casa, onde há uma jovem (Dana Davis) com uma habilidade muito interessante. O que ela vê, ela reproduz. 
Gostei muito da trama da Maya (Dania Ramirez) e seu irmão (Shalim Ortiz), mas muito triste.
Agora um vírus irá matar parte da população do planeta. Estranho ver esse tema logo agora. Os cientistas descobriram que o sangue de alguns mutantes curam pessoas. Mas até o final da temporada não sabemos se o sangue dos mutantes também provoca a doença.

Beijos,
Pedrita

quarta-feira, 15 de setembro de 2021

The Halcyon

Assisti a série The Halcyon (2017) de Charlotte Jones na ClaroTV. Era pra ter vingado e ter outras temporadas, mas não vingou e as continuações foram canceladas. É uma série sobre hotéis, há várias. O diferencial é que essa é ambientada na Segunda Guerra Mundial, em Londres.

Logo o dono do hotel (Alex Jennings) morre. Ele tinha um casamento de fachada e vários casos extra conjugais bastante ruidosos. A série tem alguns problemas, falta naturalidade nas tramas que acontecem bem artificialmente. Um dos filhos vai ser piloto (Jamie Backley) e o outro vai trabalhar com documentos secretos (Edward Bluemel). O pai deles era simpatizante do nazismo e de Hitler, difícil que um jovem filho da oposição teria acesso e emprego com documentos secretos a favor de Londres. Os documentos acabam vazando. Acham que foi alguém que o jovem tinha relações, mas é bem furado esse argumento. Um jovem que vive em um hotel, onde qualquer quarto tem acesso funcionários, infiltrados, não seria difícil saber os segredos secretos. O serviço secreto não era tão descuidado assim.
Eu gosto dos personagens, mesmo que com uma certa artificialidade nos acontecimentos. No hotel tem o pai (Steven Mackintosh) e a filha (Hermione Corfield) que cuidam do seu funcionamento.  Alguns outros do elenco são: Matt Ryan, Liz White, Akshay Kumar, Charles Edwards, Lauren Coe, Ewan Mitchell e Max Klein. A produção é bem cara, são bem feitas as poucas cenas de bombardeiros em Londres, as festas, os números musicais, os figurinos. 



Os números musicais são muito bons. Há uma banda que toca no hotel, mas alguns personagens vão às vezes em casas noturnas com mais música ao vivo e outros músicos. Muito bom ouvir música ao vivo. A cantora é interpretada por Kara Tointon e o pianista e seu par amoroso por Sope Dirisu.

Beijos,
Pedrita 

terça-feira, 27 de julho de 2021

Néboa

Assisti a série Néboa (2020) de Alberto Guntín, Xosé Moraes e Victoriano Serra Ferreiro da RTVE no Claro Vídeo. Eu estava olhando o que tinha no Claro Vídeo no Now, faz tempo que nada aparece por lá, sempre os mesmos e vi essa série. Me surpreendi na busca depois que é do ano passado. Estranho ter entrado direto na Claro Video que praticamente só coloca série de anos atrás, a estreia são sempre em outros canais. Confesso que não entendi.

Uma jovem aparece morta em um buraco de pedras na praia. A série passa-se em uma ilha fictícia. As locações são deslumbrantes, algumas na região de Ortegal na Espanha. Uma policial de fora da ilha vem investigar com a polícia local.
É época de Carnaval, todos usam uma máscara ou comprada ou até mesmo feito em casa. Nos dias de Carnaval na ilha há sempre a névoa. O estilo da morte da jovem é igual a outros assassinatos em série na ilha em 1919 e 1986. A diferença agora é que teve tentativa de estupro. Nos outros anos as pessoas só foram mortas, uma em cada dia das festividades. É uma clássica série de assassinatos em sequência com ótimo elenco. 

A policial que vem de fora é interpretada por Emma Suárez. Os policiais locais por Isabel Naveira e Cesar Cambeiro. A policial leva a filha pra ilha, a adolescente sofreu violência do namorado e a mãe leva ela pra ficar mais protegida, que linda a atriz Alba Galocha. Todos os jovens são muito bonitos Nacho Nugo e Jorge Varandela. A jovem assassinada do começo é interpretada por Denisse Peña. Ainda no elenco estão: Xabier Dave, Antonio Durán Morris, Maria Vásques, David Seijo, Santi Prego, Sabela Aran, Dénis Gomes, Eva Férnandez, Luísa Merelas e Alfonso Agra.

Gostei demais da série, muito bem conduzida. Um ricaço é quem mantém a ilha sob o seu comando. Ele que emprega praticamente todos os moradores na indústria de produtos de peixe. Compra os peixes dos pescadores. Desde o começo é a família que controla tudo e mantém o silêncio das pessoas ou com dinheiro ou ameaçando com seus segredos. A ilha é toda cheia de silêncios, todos tem segredos que são manipulados pelos moradores, todos se silenciam e atrapalham a investigação. Eu suspeitei logo de um morador que devia ser preso tantos crimes que comete por vingança. Só perto do final que percebi o rumo que seguia, no penúltimo episódio, mas não tinha ideia do desdobramento surpreendente, fiquei chocada. Excelente! Ótima série!

Beijos,
Pedrita

quinta-feira, 22 de outubro de 2020

O Homem de Gelo

Assisti O Homem de Gelo (2012) de Ariel Vroman na ClaroTV. Não conhecia esse filme, é sobre um matador profissional Richard Kuklinski (1935-2006). No final falam que ele matou mais de 100 pessoas e aí eu lembrei do matador de aluguel brasileiro, Júlio Santana, que até a estreia do filme O Nome da Morte tinha matado 492 pessoas, já que ele anotava tudo. O brasileiro vive livre no Centro Oeste e o Kuklinski teve pena de prisão perpétua.
 

O filme tem uma certa dificuldade de entender o marido e pai amoroso do frio assassino de aluguel, mas parece compreender muito bem os homens que mandam matar, esses não são chamados de homens de gelo. O protagonista era um homem fechado, com moral bastante rígida, quando era confrontado, ou ofendiam alguém que amava fazia "justiça" com as próprias mãos.

Michael Shannon está impressionante. O filme é ele e para ele. Que ator! Uma graça ver ele com a Winona Rider que faz a sua esposa. Ela é miúda e ele enorme. Lindo o casal. O filme vai desde ele solteiro e o casamento. Até as suas filhas adolescentes quando é preso. Ele ascende no crime, vai comprando carros, casas grandes e confortáveis, mudando radicalmente seu status social. Na vida pessoal, sempre um homem íntegro de princípios. Alguns outros do elenco são: Ray Liotta, Chris Evans e James Franco.

Beijos,
Pedrita

terça-feira, 14 de julho de 2020

Paula

Assisti a série Paula (2017) de Alex Holmes na ClaroTV. O roteiro é de Conor McPherson. É uma produção da BBC, quase um filme grande, porque são só 3 episódios. Não chega a ser incrível, mas tem suas qualidades e é interessante. Logo no início ficamos sabendo que uma professora teve um caso com outro professor casado, e que ela está recusando as insistentes investidas dele. A Paula é interpretada pela Denise Gough. A série fala bastante sobre machismo também.

A casa dela está com ratos no porão, ela chama um exterminador e acaba se envolvendo com ele que é interpretado por Tom Hughes. Na verdade a Paula se envolve com todos os homens da série. Esse homem descobre o caso dela com o professor. Ele está com inúmeros problemas financeiros, então resolve faturar fazendo chantagem ao professor. A tentativa não dá certo e o professor morre e ele aparece em um local como se fosse suicídio, parte da polícia aceita a suspeita de suicídio e encerra o caso.

Um policial acha estranha a versão, acha que o caso foi mal investigado. Ee é interpretado por Owen McDonnell. Depois a própria professora o procura falando de ameaças que vem sofrendo. A série fala muito de relações e pessoas disfuncionais.
Beijos,
Pedrita

domingo, 6 de outubro de 2019

Broadchurch

Assisti a 1ª Temporada de Broadchurch (2013) na ClaroTV.  A direção e texto é de Chris Chibnall. Soube dessa série pelo Canal Like mas o primeiro episódio dava erro no Now, até liguei pra Net, mas não conseguiram resolver e fiquei com preguiça de ver no computador. Detesto ver filmes, séries, novelas, pelo computador. Meses depois resolvi olhar de novo e entrou. Vai ver que mais gente reclamou. Tem mais uma temporada disponível na ClaroTV, vi no IMDB que tem uma terceira, mas ainda não está disponível no canal.

É uma boa série do gênero de investigação. Um garoto de 11 anos  (Oskar McNamara) é achado morto na praia, a família fica destroçada (Jodie Whitaker, Andrew Buchan e Charlotte Beaumont). Gostei que a mãe fica com muita raiva e sai para correr diariamente pra suportar a raiva e a dor. A série abusa um pouco do recurso de fazer todos serem suspeitos. Ok, o intuito é descobrir quem matou o garoto e porquê, mas achei a série muito conivente com comportamentos bem inadequados de alguns moradores de Broadchurch, uma pacata cidade, onde nada acontece. Não há lazer no local, o lazer é ligado aos pontos turísticos, andar de barco, ir na praia, mas não tem cinema, teatro, não vi as pessoas lendo, com bibliotecas em casa, bem alienados. Na falta de atividades culturais, há umas atividades abomináveis clandestinas como ir matar faisões. Os ingleses são muito condescendentes com a caça. E não sabia que eram mais liberais na questão da infância e adolescência. Os ingleses podem namorar um jovem de 16 anos, mesmo que tenham mais de 40 anos, a lei só proíbe se tiver 15 anos. Boa parte dos países só autoriza após os 18 e tem ressalvas quando a diferença de idade é muito grande.
Os dois investigadores são Olivia Colman e David Tennant. Ela é da cidade pequena do ocorrido, conhece todo mundo, mas não tem experiência nesse tipo de assassinato já que a cidade é pacata, aparentemente pacata. Ele vem de outra cidade e tem mistérios também. A série fala bastante de jornalismo, principalmente o sensacionalista. E das pessoas que tentam se promover na tragédia. Alguns outros do elenco são: Jonathan Bailey, Vicky McClure, Arthur Davill, Carolyn Pickles, David Bradley, Matthew Gravelle, Adam Wilson, Joe Sims, Simone McAullay, Pauline Quirke e Jacob Anderson.

Beijos,
Pedrita

quarta-feira, 4 de setembro de 2019

O Quarto Andar

Assisti O Quarto Andar (1999) de Josh Klausner na ClaroTV. A protagonista (Juliette Lewis) ganha a concessão para morar em um apartamento que vivia uma tia que faleceu. Ela namora o famoso homem do tempo da TV (William Hurt).

Ele não se conforma que ela queira morar sozinha em um apartamento antigo em vez de ir morar com ele. Ele é mais velho que ela, mas ela quer viver a experiência de morar sozinha. Assim que chega uma vizinha futriqueira (Shelley Duvall) vai falar com ela. Todos que moram no prédio parecem esquisitos, na verdade os do prédio da frente também.

A vizinha do quarto andar é uma idosa que implica o tempo todo com o barulho que a moça faz. Ok, a moça é bem sem noção, parece com os meus vizinhos. Nunca se conforma onde vai ficar o móvel e o arrasta seja que hora for. Ela é decoradora de interiores, estranho que não tenha pessoas que possam ajudar a ela finalizar a mudança. Mas a vizinha debaixo não aceita nenhuma mudança mesmo durante o dia. Ela nunca consegue falar com essa vizinha, mas vive recebendo bilhetes ameaçadores dela. A futriqueira comenta que a vizinha não gostava da tia dela e que deve estar descontando nela a raiva.
Fatos muito estranhos começam a acontecer com ela, é bem angustiante. O único que percebe que algo estranho está acontecendo com ela e o apartamento é o dedetizador que ela contrata. Ele vai demorar pra fazer o serviço, ela vai para o trabalho e quando ela volta ele mostra coisas estranhas do apartamento. Muito bem feitas as cenas de tensão. O filme faz a gente desconfiar de todo mundo, volte e meia eu achava que era uma pessoa. Uma das possibilidades eu logo adivinhei, mas duvidei depois. Interessante que o filme deixa no ar, nos segundos finais, a compreensão toda do mistério.

Beijos,
Pedrita