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quarta-feira, 3 de junho de 2009

No Calor da Noite


Assisti em DVD, No Calor da Noite (1967) de Norman Jewison. Minha irmã me emprestou esse DVD. Gostei muito! Como em Gran Torino, a segregação racial nos Estados Unidos sempre me chocou. Se um negro, mesmo em um cargo policial elevado receber um tapa no rosto não pode dar o tapa igual. Um atendente de bar pode se recusar a servir um negro. E um branco perguntou ao negro porque ele vestia roupas de brancos. Como se uma roupa só pudesse ser usada por uma raça. Há racismo no Brasil, mas não é tão claro assim, é mais velado. Sidney Poitier interpreta um policial renomado e especializado em homicídios. Ele acaba em uma cidade preconceituosa tendo que resolver um assassinato.


O mais estranho de todo o elenco é que só ficou realmente conhecido nos dias de hoje o Sidney Poitier e apesar do filme ser ele e ele estar incrível no elenco, não ganhou nenhum prêmio de Melhor Ator.
No Calor da Noite ganhou 5 Oscars: Melhor Filme, Melhor Ator (Rod Steiger), Melhor Som, Melhor Edição e Melhor Roteiro Adaptado. 3 Globo de Ouro: Melhor Filme - Drama, Melhor Ator - Drama (Rod Steiger) e Melhor Roteiro. 2 prêmios no BAFTA, no Prêmio UN e na categoria de Melhor Ator Estrangeiro (Rod Steiger).
A música que leva o nome original do filme é interpretada por Ray Charles.

Música do post: Ray Charles



Beijos,
Pedrita

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Dezembro Ardente

Assisti Dezembro Ardente (1973) de Sidney Poitier no Cinemax. Imagino que o ator tenha feito o que muito negros fazem, conseguir fazer o seu próprio filme para poder protagonizar e ter um bom papel, já que em muitos filmes os atores negros ficam de coadjuvantes. Gostei de Dezembro Ardente, um pouco melodramático demais, mas é bem interessante porque valoriza a cultura afro.

Nosso protagonista é um médico americano bem sucedido que viaja com sua filha de férias para Londres. Ele é viúvo e lá conhece uma mulher que é sobrinha de um embaixador africano. Inclusive o figurino dela é belíssimo! Alguns bem anos 70, outros da cultura afro, lindíssimos!


Achei esquisito o filme dar um tom que seria de suspense e não é, mas é um bom filme. Como disse o que gostei é que ele e essa mulher gostam muito de programas culturais e todos que são apresentados em Dezembro Ardente são da cultura afro. Só não mostram um espetáculo de dança em um teatro. Mostram o saguão lotado da elite local aguardando a apresentação, mas ela não existe efetivamente. As músicas são incríveis e todas de compositores negros, inclusive uma banda em um bar animado que eles vão. É um ótimo filme para a identidade de uma cultura.
É muito linda a moça interpretada por Ester Anderson, que também coloca h na grafia do seu nome. A menina que interpretou a filha do nosso protagonista é Yvette Curtis e atuou em só um filme a mais no ano seguinte. Outros do elenco são: George Baker, Earl Cameron e Johnny Sekka.
Música do post: Baai

Beijos,
Pedrita