Assisti Casamento Sangrento 2: A Viúva (2026) de Matt Betinelli-Olpin e Tyller Gillettna Disney+. Eu tinha gostado muito do primeiro, estavam elogiando esse também, corri pra ver. E é ótimo também! O roteiro muito bem coordenado é de Guy Busick e R. Christopher Murphy.
O filme começa exatamente onde o outro parou. A protagonista sai da casa em chamas. A ambulância chega, ela desmaia e acorda no hospital presa. Um policial babaca a acusa de ter matado todos da casa e a irmã dela aparece. Elas se odeiam, mas a protagonista não tinha tirado a irmã do botão de emergência. Samara Weaving continua ótima e linda e sua irmã é Kathryn Newton.
Em outro lugar o líder avisa os filhos que eles tem fazer nova cerimônia com os familiares pra ver quem ficaria na liderança. E claro que matar a jovem é o objetivo principal. Sarah Michelle Geller é a líder desse grupo, seu irmão é Shawn Hatosy. Só agora que vi que o patriarca é David Cronenberg, divertidíssimo! No hospital a jovem pra fugir da perseguição, se veste novamente com o vestido de sangue, é dopada e aparece em uma mansão para as cerimônias de perseguição. Achei genial ela só ter o vestido de noiva cheia de sangue pra vestir e fugir. Esses filmes tem ótimas sacadas. Dá muita agonia ela vestindo o vestido novamente.
A família é de vários países e um mais excêntrico que o outro. O mordomo continua sendo Elijah Wood. A caçada será em uma mansão em uma pista de golfe. Hilário eles se irritarem que as duas fogem pra floresta da própria mansão. Quando achamos que o filme vai ser uma caçada até o nascer do sol, várias viradas acontecem baseados no livro sagrado deles. O roteiro é muito inteligente, cria inúmeras situações interessantes e surpreendentes. Continua muito bom!
E continua muito sangrento. Tinha esquecido alguns detalhes sangrentos que são muito engraçados. O filme é muito bom.
Assisti A Casa do Patrão (2026) de Boninho na TV Record e Disney+. Eu quis olhar o primeiro episódio para ver como seria por ser do grande Boninho e para ver os participantes. Passava ao vivo na Record, e dava pra acompanhar 24 horas pela Disney+. Eu via um pouco o dia a dia, assistia mais os dias de provas e acompanhava as redes sociais. Logo me encantei com a Sheila e não larguei mais. Minto, larguei quando JP saiu e vi a final. Sheila foi professora de matemática, é formada em Psicologia e Capitã da Polícia Militar da Bahia, onde faz trabalhos sociais nas comunidades. Fã de realities, ela criou estratégias para ela e seu grupo chegarem na final. Foi emocionante de ver!
A Casa do Patrão tinha características muito peculiares. Com baixo orçamento, Boninho criou um programa popular. Uma casa era a dos encontros ao vivo. Uma era dos parças e a outra do trampo. Eu e muito do público achou que seria arriscado dividir a casa em serviçais e moradores, uns seriam servidos por outros. Uma prova definia o Patrão que escolhia quem ia pro trampo e para os parças. No trampo dividiam as atividades de cozinhar, lavar louça, roupa, limpar a casa dos parças, servir. Mas não é que funcionou? Ser do trampo tinha muitas vantagens. Só o trampo participava de provas com alguns parças. Sheila logo percebeu e começou a articular com o grupo para que pudessem permanecer no trampo e estar sempre nas provas. A Casa do Patrão sofreu inúmeras críticas, mas eu gostava como os macacões cinza do trampo. Quem era do trampo tinha uniforme, mas era tão completo que tinha maiô, shorts pra piscina, tudo cinza, como reclamaram muito, surgiram camisetas coloridas para cada função e calça jeans, também gostei.
Massacraram os estagiários que eu adorava, até descobrir que muita gente gostava. Boninho voltou com os ninjas, mas os pedidos foram tantos que os estagiários voltaram. Eu adorava o lado tosco do programa. Como os recursos eram baixos, Boninho avisou que as provas seriam simples. O público da Record está habituado as provas de A Fazenda, que eu não gosto, e chiou muito. Mas eu me divertia, Sheila também, mas Sheila nunca ganhou a Prova do Patrão.
Boninho anunciou o Hassum como apresentador antes do programa começar. Achei péssimo, critiquei e no primeiro dia do programa eu já adorava a apresentação do Hassum, que foi muito massacrado pelo público, mas eu gostei. Sim, ele exagerou algumas vezes, mas por decisões da edição, ele fez o que o script decidiu, não dá pra culpá-lo. Quem acompanhou Boninho no BBB sabe como é ele quem decide. Boninho cismou com as estratégias da Sheila, resolveu interferir. Até uma data todos votavam no aberto, Boninho criou uma cabine de votação, Hassum era rígido demais com os participantes, tentaram forçar outra trajetória. E misteriosamente JP saiu, que não sairia em nenhuma enquete com ampla vantagem. Sim, pode ser que as torcidas se dividiram, mas todos duvidaram. Como nesse momento o reality ficou pesado, perseguiam a Sheila, Bianca era sempre a doce e Sheila sempre a malvada, abandonei. Só votava pra Sheila ficar e vi a final.
O grupo que se uniu com a Sheila era muito especial. Gostei que o tom popular também chegava nos participantes. Mari, carioca, é trancista e ficou como filha da Sheila, a amizade delas era tocante. Bianca, de São Marinho no Rio Grande do Sul, foi Miss, é massoterapeuta e modelo. Matheus, de Campo Grande, é marido de aluguel e lutador de MMA. Interessante ele ser lutador já que é bastante calmo e doce. Luiza é de Ouro Preto do Oeste, é revendedora de cosméticos. JP é carioca e entrou de sopetão após uma desistência, ele é gerente de loja.
Mas o outro grupo também tinham ótimos personagens. A ambulante Nataly, casada, de Recife, ela e Vivão quando começavam a falar não paravam mais. Vivão é estilista da Bahia e também é casado, só em uma dinâmica que vimos seu companheiro em um vídeo. Nataly provocava muito como Sheila, um dia bateu panela no quarto do trampo, Sheila acordou assustada e passou mal, me emocionei com Nataly cuidando dela, mesmo sendo rivais e brigando tanto. Jackson era um participante a parte em todos os sentidos. Ele resolveu jogar sozinho e eram divertidas as brincadeiras com o spa do Jackson. Ele só comia e ficava na academia. Jackson é de Curitiba e Policial Civil. Por todos serem batalhadores, eles não tinham frescuras, Tanto que nem queriam pegar todos os ovos nas compras, comiam muitas verduras, legumes, amavam frutas. Como eles mesmo que cozinhavam, eram pratos caseiros, parecia mesmo que estávamos em casa com amigos e familiares. Eu gostava muito desse clima caseiro. E os do trampo escolhiam marmitas. E todos comiam com gosto macarrão com salsinha, arroz, feijão. Não tinhau frescura nas atividades do trampo. Sim, brigavam muito por isso, irritavam demorando pra fazer as tarefas, mas não como frescura, e sim como arma de jogo.
Foi lindo o vídeo de Sheila ao final, lá mesmo nos estúdios ainda, e diz que há 26 anos queria entrar em um reality e que finalmente tinha conseguido no reality do pai dos realities, foi uma linda homenagem ao Boninho que precisa mesmo agradecer a Sheila que carregou o reality nas costas, sim, eu adorava boa parte dos participantes, mas as análises, estratégias e provocações da Sheila deram um tom todo especial A Casa do Patrão. Espero que A Casa do Patrão continue, que o Hassum continue, os estagiários engraçados e com esse clima quintal da minha casa, com pessoas comuns e batalhadoras.
Assisti a 1ª Temporada da série Se é Terça-Feira, é Assassinato (2026) de Carlos Vila na Disney+. Que delícia de série! Eu soube dessa maravilha pelo Miguel Barbieri, ele disse que tinha uma pegada Agatha Christie que amo, corri pra ver. E é isso mesmo! Estou querendo adotar esse slogan: Se é Terça-Feira, é Assassinato.
Um grupo de turistas em excursão vão conhecer Lisboa. Tudo está diferente do combinado. O ônibus não seria aquele.
E o hotel? O que iam ficar está lotado, eles precisam seguir para um antigo, muito pitoresco, que delícia de cenário.
Um homem aparece morto em uma banheira, a polícia diz que foi infarto, um grupo duvida e começa a investigar. O quarteto é muito diverso entre si. Uma senhora casada que viaja sozinha com a maravilhosa Ana Wagener. Um gênio adolescente de Biel Montoro que viaja com os pais e tem uma mãe super protetora. E dois suspeitos Inma Cuesta e o galã Alejandro García. Em meio a investigação vamos conhecendo um pouco mais desse grupo.
Em meio aos passeios turísticos eles vão tentando descobrir o assassinato. Uma delícia ver Lisboa e seus museus. A fotografia é belíssima. A série é deliciosa e já deixou aberta que terá uma segunda temporada, espero que sim, porque adorei.
Assisti O Mensageiro do Último Dia (2020) de David Prior na Disney+. Porque sábado é dia de fantasminhas! O filme é baseado no livro de HQs de Cullen Bunn e Vanesa Del Rey. E gostei muito! Foi uma grata surpresa!
Quatro adolescentes bem babacas vão fazer trilha até uma montanha muito alta. Seria em algum país oriental, mas foi filmado na África do Sul. Eles passam por vários lugares sagrados e desrespeitam o local, debocham. Até que um entra em transe. Tudo meio que se resolve rapidamente e eu fiquei pensando como o filme seguiria a partir dali. Vem a abertura.
E o filme começa dali em Missouri. Jovens desaparecem e um ex-policial resolve investigar. Ele conhece a filha de uma amiga que desaparece. Ele é James Badge Dale, ela é Marin Ireland e a jovem que some, Sasha Frolova.
O filme é baseado em uma lenda em ponte. Em cima da ponte é possível chamar seres obscuros. Uma instituição utiliza a lenda para manipular jovens. Claro, é filme de fantasminha, então passa bem do ponto, mas gostei de abordar instituições que utilizam o sobrenatural para atrair pessoas e manipulá-las.
Assisti A Mão que Balança o Berço (2025) de Michelle Garza Cervera da Hulu na Disney. O roteiro de Amanda Silver é muito bom. Já teve uma adaptação dessa história em 1992.
Uma jovem vai aparecendo sorrateiramente perto de uma mulher grávida. Depois se reencontram e a mulher já é mãe. A jovem diz que é babá e se oferece pra cuidar dos filhos. Dá uma referência que confirma que está tudo certo. Mary Elizabeth Winstead e Maika Monroe estão muito bem. Logo a jovem vai suprindo tudo o que a mãe e a família precisa. Torna-se indispensável e conquistando todos, a filha de 10 anos, o marido, a esposa. Eu logo percebi as manipulações. A jovem, que agora é indispensável, diz que terá que se mudar de Los Angeles que é muito cara, deixando a mãe insegura de perder a babá tão imprescindível. Pena que a mãe entenda pouco de táticas de manipulação. Ela então convida a jovem a viver na casa. A jovem vai se infiltrando em tudo e manipulando todos contra a mãe. Pra piorar a mãe toma remédios controlados, não sabemos o motivo, algo no passado. A jovem troca os remédios e a mãe vai ficando cada vez mais instável, mais fácil de ser manipulada e ser vista como um risco aos filhos.
O marido é uma besta. Ok, a jovem manipula todos, mas ele é um pavor, nunca acredita na mulher e sempre joga na cara dela o passado. Ele é Raùl Castillo. Por sorte um amigo da esposa (Martin Starr) é o único que acha estranho a jovem pelo relato da mãe e resolve investigar. O marido só via defeitos na esposa que começa a duvidar das suas desconfianças.
A filha mais velha parece ser a única que começa a entender o que está acontecendo, mas ficamos na dúvida, já que ela fica amiga irmã da jovem, então pode ter sido manipulada. E a jovem pode ter contado muita mentira. Mileiah Vega está ótima. Gostei que ao final vem muita revelações, muito bom.
Assisti a Segunda Temporada (2026) da série Paradise de Dan Fogelman da Hulu na Disney. Foi essa temporada que fez eu descobrir o plano com mais streamings de ponta. Eu ficava indo no canal 250 pra ver se a Disney entrava em promoção e acabei olhando a Prime e foi lá que vi a promoção com esse incluído. Eu amei essa série e queria muito ver a continuação. São só 8 episódios e muito inteligentes. Exceto o protagonista, os outros vão e vem, não tendo aquele problema daquelas séries enormes, inúmeras temporadas, com o elenco não querendo mais continuar e os fãs enlouquecerem com a saída do personagem. Essa os atores vão se alternando, somem, então fica bem mais realizável. Quem não viu a primeira, vou dar vários spoilers.
A primeira acontece no bunker, com algumas cenas de antes deles irem pra lá. Essa temporada é praticamente do lado de fora, já que o protagonista vai procurar sua esposa. Nessa os dois primeiros episódios são com Shailene Woodley que está maravilhosa! Ela é uma jovem muito solitária, fica órfã, desiste da faculdade de medicina que cursou por um tempo e vai trabalhar na casa do Elvis Presley. Acontece a tragédia no planeta e ela se protege na casa com outra profissional do lugar. Os personagens dessa série são incríveis, muito bem construídos.
Depois de anos de muito frio, catástrofes, as pessoas começam a se movimentar e chegam na mansão o grupo de Thomas Doherty. Ela reage como pode, mas depois eles entram em um certo equilíbrio e ficam um tempo na casa. Eles seguem para o Colorado, querem entrar no bunker. Muito interessante como esse personagem vai ter a história contada depois, e se torna o protagonista dessa temporada e da próxima. Porque até uma parte parece que ela será a protagonista, mas ela é a protagonista só de dois episódios. Eles se envolvem, ele parte e ela se descobre grávida.
Quando ela está grávida que surge o protagonista de Sterling K. Brown. Ele vem de avião para o planeta para procurar a esposa, mas fica muito mal e ela o socorre e eles passam bastante tempo na mansão do Presley. Depois eles seguem para procurar a esposa, ela tem o bebê no caminho.Ele promete entregar ao pai.
O protagonista localiza o local onde a esposa vivia. O carteiro de Cameron Britton conta que ela é prisioneira de um grupo no trem. Nessa parte fica bem Walking Dead. Um pouco menos irreal, mas lembra. No bunker eu já estranhava, era gente demais para pouca produção de alimentos, plantações, animais. Não dava pra entender como não passavam fome. Fora é pior ainda. E aquele inverno escuro interminável teria morto boa parte das plantações, árvores e animais. Fica esquisito eles sobreviverem. A horta no correio então dá vergonha. Eram 20 pessoas e uma hortinha de quintal que alimentava mal uma pessoa. O protagonista começa a se preparar pra resgatar sua esposa no trem. Há então um episódio contando a história desse carteiro e seu amigo nerd. Eles percebem ou alucinam o fim do mundo e preparam um local que protege de radiação no correio. É incrível como entrelaçam a esposa do protagonista de Enuka Okuma nesse núcleo, muito inteligente. Essa temporada também conta o casal se conheceu no passado e como se apaixonaram.
A série volta ao bunker que agora está um caos. Revoltosos demais, briga por poder. E risco da energia criada artificialmente não durar muito mais. Nicole Brydom Bloom, a Jane, ganha um episódio que conta como ela se tornou essa mulher tão pavorosa. E nesses episódios entendemos quem é Alex e toda a ligação com o rapaz lá trás. Muito inteligente também. A série termina com todos do lado de fora e o protagonista tem uma missão. A terceira temporada já está prometida.
Assisti Stay (2025) de Jas Summers da Hulu na Disney. Porque sábado é dia de fantasminhas. Esse é bem mais ou menos mas dá pra ver e tem um final tocante.
Começa com um casal belíssimo apaixonado, casando, montando a belíssima casa. Eles são os belosMegalyn Echikunwoke e Mo McRae. O filme corta para o futuro, ela está na casa agora escura, empacotando tudo. Ele vem buscar as coisas dele, ajudar no desmonte. Eles tem discussões muito pesadas, até os 20 minutos ele já disse que ela é louca umas 50 vezes, Difícil uma reconciliação com quem já perdeu o respeito. Logo entendi que o filme tenta a reconciliação deles, mas eu acreditei pouco. Inclusive ele diz que fizeram terapia de casal. Que terapeuta é essa que não falou que certas palavras não tem volta? Conversar, brigar, mas tnunca ultrapassar uma fronteira sem volta. Eu achei que ele ultrapassou e tive dificuldade de acreditar na reconciliação. Ele tenta ir embora da casa mas não consegue. O filme funciona. Os efeitos são sutis, mas sem furos, convencem.
Ela começa a achar que precisa entrar em contato com seus ancestrais pra pedir proteção. Ele tem dificuldade de embarcar com ela, mas acaba cedendo. Como disse, o final é muito tocante. É quando realmente entendemos o que separou esse casal, é de cortar o coração. É um bonito filme, um pouco arrastado, longo, mas bonito.
Assisti a série Maria e o Cangaço (2025) de Sérgio Machado da Hulu na Disney+. Assim que o canal abriu o sinal para assinantes Claro comecei a ver. Demorei muito porque é muito pesada. É livremente inspirada no livro Maria Bonita de Adriana Negreiros que comentei aqui. São só 6 episódios.
Assim que Ísis Valverde foi escolhida para o personagem, o público e eu questionamos, mas ela está impressionante! Que atriz! No começo a série foca exatamente onde não era costume olharmos. No bando, que Lampião sempre chamava de grupo, tinha várias mulheres. Começa com uma em trabalho de parto, naquelas condições, com muito sangramento. É no século 19, e mesmo que elas pudessem ir ao hospital, este igualmente não teria muitos recursos, mas passar ao relento, tendo logo que cavalgar, é desesperador.
Júlio Andrade está excelente como Lampião. Maria Bonita desconfia que está grávida.
Ela tem a única filha assumida Expedita Ferreira, ainda viva. Maria Bonita tem netos, bisnetos. Expedita e a família que mantém o legado dos cangaceiros atualmente. Após o parto, Maria Bonita deixou a menina com a família pra ser criada. Em geral as cangaceiras deixavam os filhos com pessoas que os adotavam e perdiam contato. Era uma época de muita violência entre cangaceiros e policiais. Após as fotos e matérias no mundo todo sobre o cangaço quando Lampião e Maria Bonita ficaram famosos, Getúlio Vargas envia soldados para caçá-los. A série termina com o conflito armado entre os soldados e os cangaceiros, exceto Corisco e Dadá que depois formam um novo grupo.
As locações são belíssimas. A série foi filmada principalmente em Cabaceiras na Paraíba e ainda em Piranhas, no Alagoas. A fotografia é de tirar o fôlego. Ainda no elenco estão Rômulo Braga como Silvério Batista, Chandelly Braz como irmã de Maria Bonita, Jorge Paz como Corisco, Mohana Uchôa como Dadá, Ana Paula Bouzas como Dona Déa, entre tantos outros. E Laila Garín, Dan Ferreira e Thainá Duarte. A trilha sonora é belíssima com canções interpretadas por Karina Buhr. Tem outras com Siba e Mestre Nico.