Susanna segue para o Equador para tentar localizar o seu pai que esteve no Rio de Janeiro em 1970. Ele ficou em um apartamento com outros rapazes por dois meses. Sua mãe engravidou e eles decidiram pelo aborto. Ele foi embora, a mãe de Susanna não abortou, mas ele nunca ficou sabendo. O nome que sua mãe tinha dele era o pseudônimo. Nessa época, por segurança, as pessoas não usavam os seus nomes. Em uma entrevista, Susanna conta que sua filha foi convidada na escola para fazer a árvore genealógica e elas não sabiam nada do avô e que isso motivou a busca.
Susanna é muito bem recebida em Quito, no Equador, dá entrevistas, cola cartazes, procurando homens que tenham vindo ao Brasil na época e tenham entre 69 e 70 anos. Acompanhamos algumas entrevistas, alguns possíveis pais. Como no Brasil, Equador vivia uma ditadura, então alguns equatorianos viajaram ao Brasil, ou se refugiaram no Brasil, também uma ditadura.





