quinta-feira, 27 de agosto de 2026

Undertone

Assisti Undertone (2025) de Ian Tuason no HBOMax. Porque sábado é dia de fantasminhas. 

O filme é de baixíssimo orçamento e chato que só. Minha curiosidade que fez ir até o final que inclusive é excelente! O que assusta é o real. Essa jovem da foto, Nina Kiri grava com um rapaz podcasts que deveriam ser assustadores, mas são bem infantis. Sim, o diretor sabe manter a tensão, é bem realizado, sem ter recurso, mas o argumento é bobo.
A protagonista cuida da mãe (Michele Duquet) que está desenganada, deve morrer por aqueles dias. A mãe não come mais. Achei esquisito porque não tem alimentação por sonda, nem soro. Elas são os únicos atores que aparecem no filme, o resto são só vozes. A casa é um horror de feia. Tudo velho, cheio de cruzes, é uma casa pouco acolhedora.
Às 3 da madrugada ela sempre se reúne virtualmente com o outro apresentador do podcast. Ele recebeu um email com 10 áudios e o filme passa o tempo todo eles ouvindo cada um desses áudios, até o último, e são todos iguais. Aí fazem uns efeitos de luz piscando, algo atrás da sombra, mas na verdade mesmo, nada acontece. A teoria idiota é aquela infantil de que músicas infantis ouvidas ao contrário tem uma mensagem de terror, ai que preguiça. Nesses áudios, supostamente o marido grava a esposa enquanto dorme e que ela cantaria ao contrário ou não essas canções, ai que preguiça de novo. Eles tentam dar tensão quando ouvem os áudios, mas é tudo igual, o filme é todo igual. Nos últimos dez minutos é que algo acontece. No resto é só essa bobagem, eles pesquisam essas teorias idiotas nas buscas, sons assustadores pra mostrar que eles estão descobrindo coisas incríveis, que não estão. Que preguiça 3.
Beijos,
Pedrita

Um comentário:

  1. Aaaaaaaaaaaaaa mas é de fantasminha então quero assistir 😊 e você diz que o final é excelente então vamos de preguicinha e curiosa pelos últimos 10 minutos 👻

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