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quarta-feira, 29 de dezembro de 2021

Retrospectiva 2021

Nesse ano dificílimo, as séries e filmes foram mais presentes na Retrospectiva 2021

Foi difícil selecionar algumas séries, porque as que amei foram muitas.

Squid Game
Cidade Invisível
O Hóspede Americano
Mare of Easttown
Handmaid´s Tale 4
Lupin 1 e 2 
Dark 2 e 3

Em cada atração o link da postagem no blog.

Música também só foi virtual:

Show Somos Um de Maria Rita Stumpf

CD Psallo Trio Josani Pimenta, e dois outros músicos excelentes, Eduardo Minczuk na trompa e Marcelo Pimenta 

As Duas Sonatas para Viola e Piano de Brahms com Horácio Schaefer, viola, e Sergio Melardi, piano

Novela só teve uma:

Amor de Mãe

Peças foram duas virtuais da Cia Navega Jangada



Foi difícil selecionar os filmes, gostei de muitos:



Livros também foram grandes companheiros, igualmente difícil selecionar alguns:

O Alforge de Bahiyyih Nakhkavani
Madame Oráculo de Margaret Atwood
Uma Menina Está Perdida no Seu Século À Procura do Pai de Gonçalo M. Tavares
Minha História por Michelle Obama
Sem Gentileza de Futhi Ntshingila
Holocausto Brasileiro de Daniela Arbex











Feliz 2022! Que seja um ano melhor pra todos!

Beijos,




Pedrita

sexta-feira, 11 de junho de 2021

Mare of Easttown

Assisti a série Mare of Easttown (2021) de Brad Ingelsby na HBO Go. Essa série vem sendo muito elogiada mas eu demorei um pouco a começar a ver. Sim, é bem pesada, não é fácil, mas é incrível. É a Kate Winslet, que interpretação. Ela está bem envolvida no projeto e em outros segmentos de realização.

Kate Winslet interpreta uma policial de uma cidade pequena. Ela é tão envolvida e necessária, que alguns moradores ligam diretamente no celular quando precisam da polícia. Mas ela é muito atacada por uma moradora (Enid Graham) porque ela não desvendou o desaparecimento de sua filha (Caitlin Houlahan).
Infelizmente uma jovem (Cailee Spaeny) aparece morta. Com o fracasso da investigação anterior, enviam um jovem policial (Evan Peters) para trabalhar com a equipe local. A série fala muito de relações familiares, de várias famílias disfuncionais, de drogas, é um roteiro muito bem coordenado e profundo. Todos são imperfeitos.

Ficamos exaustos vendo a protagonista, ela não tem descanso profissional nem familiar. Por ser muito fechada, acaba sendo constantemente ofendida, deixada de lado. Seu ex-marido (David Denman) é comunicativo, todos gostam, e até a mãe dela (Jean Smart) é mais próxima do ex do que da filha.

Vamos sabendo aos poucos que a família da protagonista abalou-se depois do suicídio do filho (Cody Kostro) Ela tem outra filha interpretada pela talentosa e linda Angourie Rice. E ela tem um neto, Izzy King


Beijos,
Pedrita

quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

Beleza Oculta

Assisti Beleza Oculta (2016) de David Frankel na HBO OnDemand. O roteiro é de Allan Loeb. Fiquei curiosa em ver esse filme desde que estreou na HBO. Will Smith gosta de projetos reflexivos, particularmente acho os projetos um pouco auto-ajuda demais, mas geram bons filmes. Com Beleza Oculta não é diferente!

Começa com o personagem do Will Smith dando palestra. Ele é um executivo muito bem sucedido. Três anos se passam, ele está catatônico porque perdeu sua filha e não consegue superar. Os seus colegas de trabalho não querem perder um grande cliente, então querem provar que o parceiro não está bem psicologicamente. É um horror o que querem fazer com esse amigo que tanto dinheiro gerou para a empresa só porque ele está em um momento de crise.
A solução para resolver o impasse é o melhor do filme. O executivo contrata três atores para que representem o amor, o tempo e a morte, já que ele escreve cartas para eles. Então os atores leem as cartaz e representam esses gêneros. Cada executivo acompanha e orienta um ator com as cartas. Cada executivo está exatamente com problema no segmento que cuida. Gosto muito de utilizar o teatro para ajudar as pessoas a resolverem os seus conflitos. 

Um está para morrer, outra quer ser mãe e o tempo biológico está se esgotando e o outro está com problemas com a filha. O elenco é incrível: Edward Norton, Kate Winslet, Keira Knightley, Michael Peña, Helen Mirren, Jacob Latimore e Naomi Harris. Gostei muito da condução do roteiro, é um belo e emocionante filme.

Beijos,
Pedrita

quinta-feira, 17 de março de 2016

Um Pouco de Caos

Assisti Um Pouco de Caos (2014) de Alan Rickman no TelecinePlay. Que filme lindo! Nunca tinha ouvido falar. Mas é estranho a protagonista não ter existido, aí desmonta o filme todo. Um Pouco de Caos fala da construção do jardim de Versalhes.


Começa com a escolha de um jardineiro para fazer o jardim, lindas as plantas. Escolhem a mulher que nunca existiu. Mas é muito bonita a história. Adorei a trama dos jardins, o cuidar da terra, é o lado mais mágico e fascinante do filme. Eu prefiro jardins mais anárquicos, gosto das plantas fazendo os caminhos, essa obsessão em formatar tudo não me agrada, mas o filme é bonito de qualquer forma. Kate Winslet mais linda que nunca. Lindo o rapaz que a contrata que é construtor também e jardineiro interpretado pelo belga Matthias Schoenaerts. Alan Rickman faz o Rei Luís XIV.

Apesar da protagonista ser ficcional o filme é bem feminino. A personagem é forte, corajosa. Ainda no elenco: Steven Waddington, Stanley Tucci, Cathy Belton, Jamie Bradley, Jennifer Ehle e Helen McCrory.

Beijos,
Pedrita

sábado, 6 de fevereiro de 2016

Insurgente

Assisti Insurgente (2015) de Robert Schwentke no TelecinePlay. Adoro essa série, vi o primeiro e gostei muito. O que mais gosto é o espírito de coletividade. Os divergentes se unem contrários a segmentação da sociedade que vivem, contra a alienação e a falsa ideia de que a separação em grupos é pelo bem comum. Lindo o poster.

No primeiro que comentei aqui, cada jovem é designado para uma segmentação conforme suas aptidões. Segundo a teoria dos líderes, essa foi a única forma do mundo entrar em paz. Os que não se encaixam em nenhuma segmentação são os divergentes e o sistema acredita que sejam inimigos da sociedade. Os dois protagonistas são divergentes e precisam viver escondidos. Adoro os dois atores Shailene Woodley e Theo James. Não sabia que Kate Winstlet voltava nesse filme.

Naomi Watts está nesse episódio. Alguns outros do elenco são Jai CourtneyAnsel Algort, Miles Teller, Octavia Spencer e Zöe Kravitz. Insurgente é bem realizado, bem editado, ótimas cenas de ação. Gostei muito.




Beijos,
Pedrita

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Divergente

Assisti Divergente (2014) de Neil Burger no Telecine Premium. Depois de um trailer no Telecine eu tinha ficado curiosa. Gostei! Quando a menina está nas preparações para ser aceita na Audácia é bem chatinho, adolescente e arrastado. Fiquei com receio que o filme todo ficasse naquela lenga lenga adolescente de quem é mais forte que quem. Mas depois segue para o rumo que eu tinha achado que seguiria após o trailer, e fica bem interessante.

O que gostei mais é a discussão sobre rotular e separar as pessoas por tipos. Os que gostam de ajudar as pessoas, os audaciosos que vão proteger os outros, os que cuidam da terra, os intelectuais. Estranho ver um filme americano criticando exatamente os rótulos. A protagonista é do grupo que ajuda as outras pessoas, quando moça ela faz um teste para saber o que deu e também pode escolher outro grupo se desejar. Ela escolhe os audaciosos, mas o teste mostra que ela é divergente. A profissional que descobre pede para a moça esconder para não ser morta ou virar uma sem-facção. Ela segue para os audaciosos, mas os testes lá poderão mostrar que ela é uma divergente, algo não definido.

Os humanos praticamente destruíram o planeta, foi aí que resolveram dividir os grupos para manter a paz. Lindos os dois protagonistas interpretados por Shailene Woodley e Theo James. Alguns outros do elenco são: Ashley Judd, Kate Winslet, Jai Courtney, Ray Stevenson, Zöe Kravitz e Ansel Elgort. Obviamente Divergente terminou sem terminar, tudo fica em aberto para poder ter continuações.
Beijos,
Pedrita

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Contágio

Assisti Contágio (2011) de Steven Soderbergh na HBO. Não sei se vi o filme na hora certa, não estava afim de ver outro filme infantil, essa era outra opção, bom diretor, ótimo elenco, resolvi ver. É muito bom! Pesado, mas muito bom! Globalizado como os dias de hoje, Contágio mostra um vírus mortal chegando muito rapidamente em países muito distantes pela rapidez com que nos locomovemos hoje em dia.

O elenco é incrível, vários não se encontram já que o filme é realizado em vários países, ou mesmo algumas gravações eram feitas em estúdios e momentos diferentes. Como disse a apresentadora do filme antes de começar, alguns estão no filme só para morrer logo mais. Mal aparecem. Começa com a personagem da Gwyneth Paltrow voltando de Hong Kong, ela está tossindo, fala que é cansaço do fuso, e vai para Chicago. Lá ela e o filho morrem. O marido é interpretado pleo Matt Damon que fica de quarentena, mas é imune.

Contágio tem alguns furos, me incomodei demais que eles não usavam luvas além das máscaras. Mas é um bom filme, bem realizado e muito bem editado. Mostra a rapidez, tem um roteiro inteligente que vai costurando o caminho que o vírus fez. Fala de outras questões importantes, o poder de alguns países que determinam quem recebe primeiro a vacina, deixando países mais pobres para o final. Também fala do interesse de alguns laboratórios de faturarem milhões com remédios, mesmo que seja para colocar e pagar notícias mentirosas sobre uma possível cura. No elenco aparecem: Kate Winslet, Laurence Fishburne, Jude Law, Marion Cotillard, Tien You Chui, Anna Jacoby-Heron e Larry Clarke. Os cientistas conseguem chegar mais perto do país onde tudo começou, parece que é Hong Kong, mas o país faz o possível e o impossível para não ser acusado de quem iniciou a disseminação do vírus para que não tenha perdas econômicas. Contágio fala muito de poder e dinheiro. No final, o diretor mostra como tudo começou, algo que nenhum cientista, nem ninguém conseguiria descobrir. Genial!


Beijos,
Pedrita

domingo, 17 de junho de 2012

Deus da Carnificina

Assisti no cinema Deus da Carnificina (2011) de Roman Polanski. Eu tinha visto sobre esse filme no blog Um Caminho Diferente e adoro esses quatro atores e esse diretor, quis muito ver. A Bruxa do 203 desse blog que me apresentou esse filme, ela também quer ver e me pautou. Eu também gosto muitei do texto Carnage da francesa Yasmina Reza, já tinha visto algumas peças com seus textos e adorei. Deus da Carnificina é incrível. Dois casais discutem um embate entre os filhos. Eles decidem o que deve ser feito e pasmem, sem a presença das crianças. Começa na casa de um deles, eles definindo os termos amigavelmente. Vários fatos vão colocando esse controle por água a baixo. A bebida termina por desmascarar todos e todo o controle social falso.

Eu adoro a Kate Winslet e ela está absolutamente incrível. Não vou contar detalhes porque a surpresa é fundamental. Deus da Carnificina mostra muito bem como alguns pais andam resolvendo os desentendimentos dos filhos, sem os filhos. E mapeia bastante como se forma a sociedade atual. A personagem da Jodie Foster, que também está excelente, é contida, escreve sobre os problemas sociais na África, mas protege seu filho como se ele vivesse totalmente fora da realidade. Eu adoro o ator que faz o marido dela, John C. Reilly, eu tinha amado ele em Magnólia e dali em diante comecei a prestar mais atenção no seu trabalho. Também gosto muito do executivo workaholic interpretado pelo ótimo  Christoph Waltz.

A tecnologia é outra questão muito bem abordada no filme, mostra como ficamos reféns e como também muitas pessoas perdem a noção com a tecnologia. O workaholic fala avidamente no telefone, em território inimigo questões confidenciais sem o menor pudor. Não tem a mínima noção do quanto está se expondo. Nesse caso ele até está em uma residência, mas não é um local adequado para conversas confidenciais, mas eu já vi pessoas nas ruas entregando números de contratos, contas, em alto e bom som, pra qualquer um ouvir e anotar. Sem falar nas brigas de casais nos celulares em lugares públicos. Deus da Carnificina aborda tantas questões, pode ser visto e revisto, e talvez seria bom mesmo que víssemos constantemente e refletíssemos. Um incrível painel da sociedade atual. Enfim, Deus da Carnificina é perfeito, iluminação, fotografia, elenco e claro, uma direção primorosa. Está entre os melhores filmes que vi nesse ano.

Beijos,
Pedrita