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segunda-feira, 16 de setembro de 2024

Blackhat

Assisti Blackhat (2015) de Michael Mann na Star+ na Disney. É mais uma produção da Hulu. No Brasil está com o nome de Hacker. Aqui há divisões também entre o invasor do bem e o do mal, mas não usamos o termo Blackhat. Eu tenho uma certa ressalva nessa separação, porque tudo é bem relativo. É um bom filme de ação, como muitos do gênero, recheados de furos, mas funciona.


O filme teve inúmeras críticas negativas, mas achei uma injustiça. É um filme muito bem realizado, com um bom roteiro. Elenco deslumbrante! Um hacker invade uma usina nuclear na China que explode. Um especialista em crimes cibernéticos é chamado. Ele tem uma irmã igualmente fera no tema. Os dois são lindos de viver, Tang Wei e Leehom Wang. Eu gosto muito de tramas de hackers. Acho muito complexa essa relação de invasão, crimes. Não acredito em privacidade nas redes. Em perfis privados, que só servem pra impedir a gente de ver, porque quem entende um pouquinho de internet vai saber driblar a privacidade e espalhar o conteúdo. Eu tenho uma regra pessoal que se não é pra uma pessoa ver eu nem coloco.
Os Estados Unidos são envolvidos na trama e o hacker diz que só conseguirá desvendar de onde veio o crime com a ajuda de um hacker que está preso, o lindo Chris Hemsworth. Claro que um casal deslumbrante se forma. Com isso o filme é realizado em vários países. No final agradecem a Malásia que acaba tendo um grande percentual de investimento. Sim, é esquisito os dois hackers virarem agentes policiais, atirando, tendo habilidade de perseguições. Viram agentes secretos do nada. Mais estranho os casal deslumbre ficar sozinho e conseguir sozinho desbaratar a organização criminosa ultra organizada. E mais esquisito ainda o Chris passar despercebido em um país oriental. Único loiro ultra alto e ninguém estranha nem o acha "escondido" na multidão.
Viola Davis é agente americana.

Beijos,
Pedrita

domingo, 15 de março de 2020

O Menino que Descobriu o Vento

Assisti O Menino que Descobriu o Vento (2019) de Chiwetel Ejiofor na Netflix. Eu queria muito ver esse filme elogiado. Chiwetel Ejiofor interpreta o pai do garoto e é produtor e diretor do filme. É sobre a história de William Kamkwamba de Malawi. A família sempre priorizou os estudos, mas vivem da agricultura.

O filme aborda muitas questões importantes e atuais. Compradores oferecem um bom dinheiro para as árvores. Em uma reunião, moradores tentam alertar sobre os riscos de alagamentos e secas pelo desmatamento, mas o dinheiro e a dificuldade financeira falam mais alto e muitos vendem as árvores de suas terras. O temido acontece. Primeiro as enchentes, depois a seca. Todos passam fome.

Outra dificuldade é conseguir estudar. O pai não consegue mais pagar a escola e o garoto é proibido de estudar. O menino consegue que alguns deixem ele escondido pesquisar livros na biblioteca e lá ele descobre que em outros países utilizam o vento como energia. Ele sempre pegava peças no lixo e criava objetos, consertava rádios, então ele vai aos poucos criando um sistema de vento que ligue a máquina e tire a água da terra. O garoto é interpretado brilhantemente por Maxwell Simba, na verdade todo o elenco está incrível. Alguns outros do elenco são Lily Banda e Aissa Maiga.

Com a invenção ele consegue uma bolsa de estudos para estudar em outros países. Até se formar como engenheiro. William Kamkwamba na foto e sua invenção ao fundo. 
Beijos,
Pedrita

segunda-feira, 18 de novembro de 2019

Aquaman

Assisti Aquaman (2018) de James Wan na HBO GO. Eu vi por insistência do 007. Ele voltou do cinema dizendo que era o melhor filme do gênero de todos os tempos. Depois quando estreou na tv a cabo ficou insistindo de novo. Eu vejo muito pouco filmes do gênero, não sou muito fã. E, 007 que me perdoe, esse é muito cansativo. Não entendi às 2h23.

O começo até que é bonitinho. Uma moradora de Atlântida aparece para um faroleiro, ela está desacordada e machucada. Eles se apaixonam e Aquaman nasce. Atlântida vem buscá-la, ela vai embora e dizem depois que ela foi morta pela traição. Praticamente todos de Atlântida são maus e vingativos. Eu logo adivinhei que ela apareceria em algum momento e é exatamente o que acontece. Criticaram muito o rejuvenescimento da Nicole Kidman. Ou ficou razoável porque era na tela menor ou melhoraram na cópia. Eu me incomodei mais com o do pai do Aquaman, o neozelandês Temuera Morrison
Aquaman cresce, torna-se um verdadeiro babaca insuportável e pasmem, é o "herói" da trama. Difícil torcer por ele. As piadinhas então são de um mal gosto igualmente insuportável. E a maioria parte dele mesmo. Só dá pra torcer pela mocinha, a linda Amber Heard. William Dafoe também está no elenco, acho que ele adora trabalhar nesses filmes porque vive em filmes de aventuras como esse. Claro, provavelmente pelo cachê que deve permitir ele ficar sem precisar trabalhar até o fim da vida. 
O vilão, outro chato, foi interpretado por Patrick Wilson, loiraço. Me incomodou demais o texto falar o tempo todo filho bastardo. Não é um filme de época, esse termo não tem a conotação da época feudal, não se usa mais. Teria sido melhor explicar a rejeição pelo Aquaman ser filho de humano e de Atlanta.

Outro chato é o personagem do Yahya Abdul-Mateen. Ele e o outro vilão travam as cenas mais cansativas do filme com batalhas intermináveis com Aquaman que adora fazer piadinhas nos momentos mais inoportunos. O filme também tem vários furos. O primeiro é antes mesmo do nome, o pai do Aquaman vai resgatar a rainha, deixa a lanterna em uma pedra no meio do mar. 

Beijos,
Pedrita