Começa com um casal belíssimo apaixonado, casando, montando a belíssima casa. Eles são os belos Megalyn Echikunwoke e Mo McRae. O filme corta para o futuro, ela está na casa agora escura, empacotando tudo. Ele vem buscar as coisas dele, ajudar no desmonte. Eles tem discussões muito pesadas, até os 20 minutos ele já disse que ela é louca umas 50 vezes, Difícil uma reconciliação com quem já perdeu o respeito. Logo entendi que o filme tenta a reconciliação deles, mas eu acreditei pouco. Inclusive ele diz que fizeram terapia de casal. Que terapeuta é essa que não falou que certas palavras não tem volta? Conversar, brigar, mas tnunca ultrapassar uma fronteira sem volta. Eu achei que ele ultrapassou e tive dificuldade de acreditar na reconciliação. Ele tenta ir embora da casa mas não consegue. O filme funciona. Os efeitos são sutis, mas sem furos, convencem.
Ela começa a achar que precisa entrar em contato com seus ancestrais pra pedir proteção. Ele tem dificuldade de embarcar com ela, mas acaba cedendo. Como disse, o final é muito tocante. É quando realmente entendemos o que separou esse casal, é de cortar o coração. É um bonito filme, um pouco arrastado, longo, mas bonito.
Beijos,
Pedrita



