domingo, 22 de outubro de 2017

Jack Reacher: Sem Retorno

Assisti Jack Reacher: Sem Retorno (2016) de Edward Zwick no Telecine Premium. Eu vi esse antes do primeiro que comentei aqui. Estava zapeando, esse filme começava. Como alguns blogueiros amigos, também acho que Tom Cruise tem sempre feito filmes parecidos, então nem presto atenção em suas estreias. Mas esse me prendeu. O roteiro é do livro do inglês Lee Child.
Logo vi que esse deveria ser uma continuação. Sempre gosto de ver expressões culturais na ordem, mas esse estava tão interessante que deixei pra entender a sequência depois. Esse é bem mais interessante que o primeiro. É melhor editado, bem mais curto, uma hora e meia, o outro tem mais de duas horas, tem menos furos e é menos forçado. É um bom filme de ação.

Há um assassinato em série, um homem é preso e no interrogatório escreve o nome do Jack Reacher que está sempre sumido, não tem conta em bancos, aparece quando quer e é o que acontece. Mas para a nossa surpresa Jack Reacher tem certeza que o assassino é culpado. Em uma transferência o assassino é violentamente espancado, entra em coma. Com as pistas Jack Reacher começa a achar que pode estar enganado, que o homem preso não é o assassino. Todas as pessoas que poderiam provar algo são afastadas entre elas a personagem da Cobie Smulders. Ainda aparece uma suposta filha de Jack Reacher interpretada por Danika Yaroshi. Alguns outros do elenco são: Aldis Hodge, Patrick Heusinger e Holt Maccallany.

Beijos,

Pedrita

sábado, 21 de outubro de 2017

Eudóxia de Barros

Assisti ao recital de Eudóxia de Barros no MUBE - Museu Brasileiro de Escultura. Que pianista! Que repertório! Que energia! Sempre me surpreendo com a quantidade de obras que essa pianista apresenta em seus recitais. Não há economia de obras, de dificuldades. Sempre são inesquecíveis! Eudóxia de Barros começou com duas obras do compositor Eduardo Souto que eu não conhecia. Belíssimas! Tocou também obras bem conhecidas de compositores que adoro Chiquinha Gonzaga, Ernesto Nazareth e Villa-Lobos. Dificílimas as obras de Osvaldo Lacerda, que técnica. Tocou ainda lindas obras de Camargo Guarnieri e Francisco Mignone, outros dois compositores que adoro. Eudóxia de Barros terminou o recital com a Grande Fantasia Triunfal sobre o Hino Nacional Brasileiro de Gottschalk, obra que é muito conhecida nas interpretações dessa grande pianista!

Programa:

EDUARDO  SOUTO ( 1882 – 1942 ) :
O Despertar da Montanha ( tango )
Um chôro na Praia Grande ( para mãos cruzadas )

OSVALDO LACERDA ( 1927 – 2011 )
Em homenagem aos 90 anos, que teria feito em 23 de Março :
- Estudo nº 4 - veloz - para estudo dos stacattos
dedicado a Fritz Jank )
- Estudo nº 10 - ligeiro - com tercinas
- Estudo nº 12 - arrebatado e rubato - estudo das oitavas  ( dedicado à Eudóxia de Barros )

CHIQUINHA GONZAGA ( 1847 – 1935 ) :
Em homenagem aos seus 170 anos
- Gaúcho
- Atraente

VILLA-LOBOS ( 1887 - 1959 ) :
Nesta rua ... nesta rua ( nº 11 das Cirandas ) - em homenagem aos seus 130 anos

FRANCISCO MIGNONE ( 1897 – 1986 ) :
- Congada - em homenagem aos seus 120 anos

CAMARGO GUARNIERI ( 1907 – 1993 ) :
- Dansa Brasileira - em homenagem aos seus 110 anos

ERNESTO NAZARETH ( 1863 – 1934 ) :
- Espalhafatoso ( tango )
- Brejeiro ( tango )
- Confidências (valsa )
- Odeon ( tango )
- Apanhei-te, cavaquinho ( polca )

GOTTSCHALK ( 1829 – 1869 ) :
- Grande Fantasia Triunfal sobre o Hino Nacional Brasileiro

Beijos,
Pedrita

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Silêncio

Assisti Silêncio (2016) de Martin Scorsese no TelecinePlay. Nunca tinha ouvido falar nesse filme, é dificílimo de assistir, além de muito longo, quase 3 horas de duração, passa quase o tempo todo em torturas contra pessoas. Quando estava assistindo aos pedaços, porque era muito difícil e eu parava, li uma crítica que dizia não entender porque o diretor quis falar sobre a perseguição japonesa contra os cristãos no Japão em 1600, já que nesse período os cristãos na Inquisição queimavam as pessoas vivas em fogueiras na Europa. Bom, eu não acho que um fato histórico anule o outro. Os dois são monstruosos. Eu particularmente nunca soube da perseguição japonesa aos cristãos no seu país. E achei abominável tudo o que fizeram.

Dois padres vão ao Japão procurar o mestre deles que está desaparecido. O mestre foi ser missionário no Japão para catequizá-los e desapareceu. Eu acho um absurdo pessoas determinarem que sua fé é melhor que as outras e que as pessoas precisam de salvação da alma e que só a sua fé é a salvadora. E que essas pessoas sigam para outros países para impor a sua fé. Acho um desrespeito com as culturas locais, com tribos indígenas, africanas como se os costumes desses povos não tivessem valor. Mas isso não dá o direito a outras pessoas de torturar e matar os missionários e cristãos japoneses por divergências de credos. O filme é baseado no livro homônimo do japonês cristão Shûsaku Endô que quero muito ler. Eu fiquei assustada em constatar o que já sei faz tempo, de quanto a humanidade mata em nome da fé. Dizem o tempo todo em suas celebrações religiosas sobre amor, compaixão, perdão, mas matam, torturam, queimam e fazem atentados a quem pensa diferente ou tem outra fé. E o quanto essa violência a pessoas de outra fé ainda acontece quase que mensalmente em inúmeros países, inclusive no Brasil.
Andrew Garfield está impressionante como o padre que vai procurar o seu mentor. O ator ganhou merecidamente prêmio de Melhor Ator na London Film Critics Circle. O filme é praticamente ele que a cada momento encontra pessoas diferentes até ser preso e ficar sistematicamente vendo japoneses cristãos sendo torturados para que ele viesse a abjurar. O padre que segue inicialmente com ele é interpretado por Adam Driver.

As cenas são dificílimas de serem realizadas e muito impressionantes. É um filme muito difícil de assistir. Mas pela importância histórica achei que tinha que conhecer essas barbaridades em nome da fé e do Budismo. E o quanto precisamos conhecer a história.

Issei Ogata está impressionante também. Ele é o Inquisidor. Isso mesmo, o Japão também tinha um Inquisidor tirano. O sadismo dos japoneses nas torturas, o deboche, é insuportável. Tinham um prazer macabro de fazer os outros sofrer para que se curvassem a sua vontade e a sua fé, o Budismo. Liam Neeson faz uma pequena participação, aparece uns 10 minutos somente. Alguns outros do elenco são: Yôsuke Kubozuka, Tadanobu Asano, Shin´ya Tsukamoto e Yoshi Oida.

Beijos,
Pedrita

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Tarântula

Assisti ao curta Tarântula (2015) de Aly Muritiba e Marja Calafante no Canal Brasil. Esse curta começava e passei a ver. É de terror! E uma grande preciosidade. Tudo é lindo, visualmente, ótimas interpretações. Fiquei encantada.

Uma mãe e suas meninas moram em uma linda casa caindo aos pedaços no campo. A menina não tem parte de uma perna e cria uma tarântula que ela faz carinho com as mãos. Um caminhoneiro aparece e traz uma prótese para a menina experimentar, ele também tem uma prótese na mão. A irmã adolescente é muito perversa com a pequena. Muito surpreendente e angustiante. As meninas são lindas demais. No elenco estão: Ana Clara Fischer, Giuly Biancato, Luma Domingues Zanetti, Paulo Matos e Malu Zanetti Domingues. A fotografia maravilhosa é de Maurício Vianna BaggioFoi o único curta brasileiro selecionado para o Festival de Veneza

Beijos,
Pedrita

terça-feira, 17 de outubro de 2017

A Casa de Farinha do Gonzagão

Assisti ao espetáculo A Casa de Farinha do Gonzaguão do projeto Teatro Baile - Uma Poética em Construção da CTI - Companhia Teatro de Investigação no centro de São Paulo. Esse grupo faz apresentações em praças, lugares públicos, próximos de população carente, de crianças. Primeiro eles tocam músicas e dançam com o público, tocam muito baião, principalmente de Luiz Gonzaga.

Depois o grupo apresenta a peça A Casa de Farinha do Gonzagão com texto de Edu Brisa que também dirige o espetáculo. É uma bela história no sertão, na seca. Todos trabalham com a mandioca, muito bacana que na nossa frente as atrizes descascam, ralam, torcem em um pano de prato a mandioca ralada e fazem a farinha. A vida é difícil, mas elas vão em festa, se divertem. Umas sonham em ir embora, acreditando que a vida será melhor, que vão ficar ricas. E chega então um que partiu. Muito interessante o argumento. Eu amei os figurinos, os vestidos das atrizes, os aventais de retalhos são concebidos pela Selma Paiva, os figurinos masculinos por Geovane Fermac e Edu Brisa. O espetáculo termina novamente com música, chamando todo o público pra dançar.  No elenco estão: Beto Bellinatti, Camila Borges, Carol Guimaris, Cris Camillo, Danuza Novaes, Geovane Fermac, Haylla Rissi, Harry de Castro, Nathália Alfieri e Scheila Leandro.

Ah, e tem O Bode, inacreditável o sucesso que O Bode faz, principalmente com a criançada.

Também há barraquinhas pra ler cordéis e outra de discos de vinil de Luiz Gonzaga, livros. Gostei muito do projeto.

As fotos são de Tally Campos.

Beijos,
Pedrita

sábado, 14 de outubro de 2017

Trolls

Assisti Trolls (2016) de Mike Mitchell no Telecine Premium. Não adianta ver animação no Now porque lá é só dublado e não permitem que mudemos para legendado pelo controle remoto. Adorei! É lindinho demais! Me emocionei várias vezes!

Trolls começa com a protagonista contando a história deles. Eles viviam em uma cidade onde só havia tristeza, então só quando comiam Trolls é que ficavam alegres. Os Trolls conseguem fugir e vivem escondidos.

Claro que eles são pegos e levados ao reino triste para serem comidos. E claro que não dá certo. Mas é tão lindinho! Adorei colocarem um pouco da história da gata borralheira. A empregada é apaixonada pelo rei. Muito fofo! Os Trolls ajudam ela a fica linda para conquistá-lo e eles descobrem que a felicidade não é só comendo Trolls

Trolls é musical, os Trolls chegam a ser chatinhos de tanto que cantam e fazem festas. Adorei o mau humoradinho. Que é cinza porque é triste. Muito lindo! A trilha sonora é demais, é tudo muito inteligente!

Faixas: Está no Spotify.

1 - "Hair Up" (Justin Timberlake, Gwen Stefani & Ron Funches)
2 - "CAN'T STOP THE FEELING!" (Justin Timberlake)
3 - "Move Your Feet / D.A.N.C.E. / It's a Sunshine Day" (Anna Kendrick, Gwen Stefani, James Corden, Ron Funches, Walt Dohrn, Caroline Hjelt, Aino Jawo & Kunal Nayyar)
4 - "Get Back Up Again" (Anna Kendrick)
5 - "The Sound of Silence" (Anna Kendrick)
6 - "Hello" (Zooey Deschanel)
7 - "I'm Coming Out / Mo' Money Mo' Problems" (Zooey Deschanel, Anna Kendrick, Gwen Stefani, James Corden, Walt Dohrn, Ron Funches, Caroline Hjelt, Aino Jawo & Kunal Nayyar)
8 - "They Don't Know" (Ariana Grande)
9 - "True Colors" (Film Version) (Anna Kendrick & Justin Timberlake)
10 - "Can't Stop the Feeling!" (Film Version) (Justin Timberlake, Anna Kendrick, Gwen Stefani, James Corden, Zooey Deschanel, Ron Funches, Caroline Hjelt, Aino Jawo, Christopher Mintz-Plasse & Kunal Nayyar)
11 - "September" (Justin Timberlake, Anna Kendrick & Earth, Wind & Fire)
12 - "What U Workin' With?" (Gwen Stefani & Justin Timberlake)
13 - "True Colors" (Anna Kendrick & Justin Timberlake)


Beijos,
Pedrita

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Manchester à Beira-Mar

Assisti Manchester à Beira Mar (2016) de Kenneth Lonergan na HBO on Demand. Eu ouvi falar desse filme na época do Oscar, depois esqueci. Foi a Liliane do Paulamar que me lembrou postando sobre o filme no blog dela. Aí fui procurar pra ver. Eu achei estranho esse pôster, já que a moça aparece muito pouco.

O filme é mesmo sobre a relação entre o tio e o sobrinho. Manchester à Beira-Mar é sobre uma família disfuncional. Casey Affleck interpreta muito bem um homem que vive em uma cidade e vive de pequenos trabalhos domésticos. Ele atende com muita má vontade um grupo de prédios onde faz de tudo um pouco e arruma uma infinidade de desafetos. 

Ele é avisado então que seu irmão morreu. Volta a Manchester. Aos poucos os personagens vão lembrando do passado e o quebra-cabeça vai se formando. Assustador como esse irmão que morreu dispõe da vida do outro. Claro, não deve ser fácil fazer um testamento quando se é jovem e sabe-se que pode morrer a qualquer momento. Deve ser difícil falar sobre o assunto. Mas o irmão é objetivo demais no testamento definindo o futuro da vida do irmão sem consultá-lo e sem a menor cerimônia. Revoltante. O irmão deixa a guarda do filho adolescente com o irmão, decide que ele voltará a cidade que sempre viveu, deixa inclusive dinheiro para a mudança. A questão é que esse irmão teve um grande trauma na cidade que é pequena. O tempo todo é constrangido e mal tratado onde vai.
A relação com o sobrinho é muito conflituosa. Claro, o garoto está em choque com a perda do pai. Viviam só os dois, mas o menino é muito mimado. Não quer que nada mude na sua vida. Quer que o tio se adapte a tudo e o garoto continue vivendo como sempre viveu, onde sempre viveu. É um egoísta. Ele demora a perceber o quanto é sacrificante para o tio viver naquela cidade que o julgam o tempo todo, que traz lembranças dolorosas, onde o tio não tem trabalho e pelo jeito não vai conseguir porque a cidade não o quer por lá. Casey Affleck está incrível e ganhou Oscar de Melhor Ator, prêmio que ficou ofuscado com as denúncias que recebeu de assédio sexual a duas mulheres. O diretor também ganhou Oscar por Melhor Roteiro Original.O garoto é interpretado muito bem por Lucas Hedges. Alguns outros do elenco são: C. J. Wilson, Kyler Chandler, Michelle Williams, Anna Baryshnikov, Gretchen Mall, Matthew Broderick, Kara Hayward e Erica McDermond. Nossa, a roqueirinha namorada do rapaz é filha do Mikhail Baryshnikov. Gostei muito da solução do filme para o final. Manchester à Beira Mar é um filme bem longo.

Beijos,
Pedrita

terça-feira, 10 de outubro de 2017

O Chamado 3

Assisti O Chamado 3 (2017) de F. Javier Gutièrrez no Telecine Premium. Eu ansiava por esse filme. Adoro essa série. Até tinha pensado em ver nos cinemas, mas é fato, tenho medo de ver esse gênero de filme nos cinemas. Gosto tanto desses filmes que fiquei em casa, aguardando ansiosamente o filme começar na Super Estreia. É baseada na série de Kôji Suzuki e o nome original é Rings.
O começo é meio esquisito. bem ruinzinho mesmo. Achei que tinham estragado a série. E é sem a Naomi Watts. Mas depois fica muito interessante e gostei muito. Começa com um acidente de avião onde estavam pessoas que ouviram O Chamado. É bem bobo. Mas depois vai para um casal, o rapaz muda de cidade para estudar, desaparece a a moça vai na cidade saber o que aconteceu. A moça é interpretada Matilda Anna Ingrid Lutz e o namorado por Alex Roe. Na faculdade ela descobre que o professor de biologia interpretado por Johnny Galecki está usando os alunos de cobaias para estudar o fenômeno Samara, portanto colocando todos os alunos em risco, inclusive o namorado dela.
Para salvar o namorado ela assiste o vídeo. Gostei que o vídeo que ela vê, só ela viu, há transformações. E ela começa a seguir as pistas apresentadas no vídeo, tentando descobri o que Samara quer lhe dizer. É muito interessante. Gostei também como a tecnologia é introduzida no filme. Sim, a primeira fita é em vídeo, mas passam para o computador. Ainda no elenco estão Vincent D´Onofrio, Aimee Teegarden, Bonnie Morgan, Jill Jane Clements e Patrick R. Walker

Beijos,
Pedrita

domingo, 8 de outubro de 2017

O Filme da Minha Vida

Assisti no cinema O Filme da Minha Vida (2017) de Selton Mello com texto de Antonio Skármeta. Achei que não ia conseguir ver. Acompanhei várias matérias ansiosa, queria muito ver e o tempo passava e não conseguia. Por sorte no Itaú Cinemas ficou mais tempo. Em uma única sessão, mas isso é o que importa e consegui ver. Que filme lindo! Contemplativo!

O protagonista vai estudar fora e quando volta seu pai entra no trem e vai embora. Ele está encantado por duas irmãs interpretadas pelas lindas Bia Arantes e Bruna Linzmeyer. Adoro o protagonista Johnny Massaro. Ele passa a ser professor da escola da pequena cidade do sul do país. A belíssima fotografia é de Walter Carvalho e as locações foram na cidade de Bento Gonçalves e entorno. A linda direção de arte é de Cláudio Amaral Peixoto. O filme é todo em tons sépias.

O pai é o incrível Vincent Cassel. A bela mãe por Ondina Clais. Aos poucos vamos entendendo tudo o que aconteceu.
A trilha sonora é outra preciosidade:
Voilá com Françoise Hardy
I Put A Spell On You com Nina Simone
Errei, Sim com Dalva de Oliveira
Comme D´Habitude com Claude François
Morning Good Morning com Lincoln Grounds Pat Reyford
Hier Encore com Charles Aznavour
Coração de Papel de Sérgio Reis

Selton Mello faz o amigo do pai e da família. Rolando Boldrin faz o maquinista. O próprio autor faz uma participação. 

Martha Nowill em uma personagem intensa e mais linda que nunca. São tão lindas as cenas na casa da vermelha. Outra atriz que está nesse núcleo é a Miwa Yanagisawa. Uma graça os adolescentes. Um deles é João Prates


Beijos,
Pedrita