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quarta-feira, 30 de abril de 2014

Conspiração Xangai

Assisti Conspiração Xangai (2010) de Mikael Hafström no Telecine Touch. Gostei. Achei um pouco embrulhado o roteiro do iraniano Hossein Amini, mas é um bom filme. É muita questão política em tão pouco tempo. Esse filme é uma co-produção entre Estados Unidos e China. O diretor é sueco. Passa em Xangai na Segunda Guerra Mundial, um oficial americano chega na cidade de Xangai. A cidade está em conflitos entre chineses e japoneses. Os americanos tentam ficar longe dos conflitos. Ele se passa por um jornalista. Assim que chega um amigo seu é assassinado. Ele é orientado a investigar um traficante da cidade que o amigo investigava e também quer saber quem matou o amigo.

A direção de arte de Peter Francis é incrível. Eu adoro vários atores do elenco: John Cusack, Chow Yun-Fat, Gong Li e Ken Watanabe. Alguns outros do elenco são: Franka Potente , Crystal Yu, David Morse, Hugh Bonneville e Jeffrey Dean Morgan.



Beijos,
Pedrita

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

A Maldição da Flor Dourada

Assisti A Maldição da Flor Dourada (2006) de Zhang Yimou no Cinemax. Eu selecionava os filmes que gostaria de ver no domingo, alguns que tinha curiosidade, mas nada muito ansioso. Vi o nome desse filme, fui ver do que se tratava e me deparei com o nome do Zhang Yimou. Perdi o fôlego! Vocês sabem o quanto amo esse diretor. O 007 compartilha comigo essa paixão. Tanto que liguei depois pra saber se ele tinha visto, ele disse que em DVD. Ele também não lembrava de ter visto esse filme em cartaz nos cinemas. Ou passou despercebido, o que acho meio difícil, ou veio ao Brasil diretamente em DVD. Uma pena, porque é um filme para telona e para os melhores e maiores cinemas de qualquer cidade. Eu amo de paixão esse diretor, acho ele fantástico e A Maldição da Flor Dourada não é diferente.

O roteiro é baseado em peça teatral de Cao Yu. Estamos por volta dos anos 600 Antes de Cristo. Sempre me impressiono com esse país com tradições tão antigas. Todos os rituais dos imperadores relambram muitos os exageros da nobreza na França tantos e tantos anos depois. Sim, é a magnífica Gong Li como protagonista. Há um imperador e ela é a imperatriz. Ele tenta matá-la. Ela na ausência do imperador teve caso com um dos filhos dele. O filho se sente mal porque ela seria a mãe dele, mas não é a mãe dele. Ela tem um filho. E o imperador mais dois filhos. A China já tinha uma população imensa. As cenas de batalhas são magníficas. O dia do Crisântemo é de uma beleza maravilhosa, li que até hoje a China promove o Festival do Crisântemo, que obviamente tem um nome local. Os figurinos de Yee Chung Man são majestosos. A fotografia dos filmes do Zhang Yimou são sempre magníficos, quem assina a direção de fotografia em A Maldição da Flor Dourada é Zhao Xiaoding.

O imperador é o belíssimo Chow Yun-Fat. Outros do elenco são: Jay Chou, Liu Ye, Ni Dahong, Qin Junjie, Li Man e Chen Jin.

Jay Chou é um músico chinês, inclusive a música principal do filme é dele e eu achei no esnips, está aí abaixo. A belíssima trilha sonora é de Shigeru Umebayashi.
Youtube: Curse of the Golden Flower (2006) Movie Trailer



Música do post: Jay Chou - Huang Jin Jia



Beijos,

Pedrita

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Hannibal - A Origem do Mal

Assisti Hannibal - A Origem do Mal (2007) de Peter Webber no Telecine Premium. O filme é baseado na obra de Thomas Harris. A produção é do Dino De Laurentis. Como esse filme deseja explicar os distúrbios do Hannibal no futuro, o Anthony Hopkins não atua nele. Quem interpreta seu personagem jovem é o Gaspar Ulliel. Gostei bastante do rapaz. Do filme, nem tanto. Eu tinha ouvido algumas críticas muito negativas dessa versão, mas era um dia sem opções, resolvi arriscar. É um filme bem feito, bem produzido, linda fotografia, mas o roteiro não é sutil, nem brilhante.

Acho que o grande pecado de Hannibal - A Origem do Mal é querer explicar tudo bem mastigadinho todos os distúrbios de nosso ídolo de O Silêncio dos Inocentes, o Hannibal Lecter. Tudo tem que ser explicado por um grande trauma na infância, que é parcialmente mostrado no início, mas revelado mesmo praticamente no final. O problema é que qualquer sinopse já conta esse mistério. As explicações são forçadas demais e bem tatibitati. O Hannibal fez assim, então o jovem terá um trauma igual assim. Insuportável!

Nosso jovem na infância, interpretado pelo bonitinho Aaron Thomas, está em um castelo com a família em um país na Segunda Guerra Mundial. Sua família toda morre em um ataque e ele fica com sua irmãzinha interpretada pela lindinha Helena-Lia Tachovská. Só consegue ficar mais explicativo e insuportável com a desculpa que arrumaram para encaixar a belíssima Gong Li na trama. Ela seria casada com um tio do Hannibal. Nosso protagonista consegue ir atrás dela. O tio já morreu na guerra e obviamente eles se apaixonam. E é aí, vejam que lindo, que ele aprende a cultura oriental e artes marciais. Forçado ao extremo. O momento dessa máscara é outro ridículo.

Hannibal - A Origem do Mal recebeu 2 indicações ao Framboesa de Ouro de Pior Desculpa para um Filme de Terror e Pior Prelúdio ou Sequência. Pena que não ganhou! Seria merecidíssimo!


Música do post: Lamb - Hannibal 001



Beijos,
Pedrita

terça-feira, 1 de janeiro de 2008

Miami Vice

Assisti Miami Vice (2006) de Michael Mann no Telecine Premium. Uma co-produção entre Alemanha e Estados Unidos. Não tinha vontade de ver esse filme, mas como li duas opiniões masculinas que gosto falarem bem, resolvi arriscar. É bem fraquinho e exageradamente machista. Até a bela Gong Li, que é uma poderosa do mundo do crime, tem atitudes patéticas. Ela leva um desconhecido em sua casa, com o risco dele descobrir detalhes de uma organização secreta.


Colin Farrell está horroroso com aquele cabelo e barba, parece um bandido. A direção cênica é bem ruim. Tudo é sexo, mulheres bonitas e carrões. Típicos jargões masculinos medíocres. Miami Vice não tenta ser nem um pouco criativo. Vai nos esteriótipos e se dá por satisfeito.



Jamie Foxx é quase coadjuvante em Miami Vice. Outros do elenco são: Naomie Harris, Ciarán Hinds, Justin Theroux, Luis Tosar, Barry Shabaka Henley, John Ortiz, Elizabeth Rodriguez, Domenick Lombardozzi, Eddie Marsan, saach de Bankolé, Ana Cristina de Oliveira e John Hawkes.

Música do post: Nonpoint - In The Air Tonight (Miami Vice Soundtrack)(1)



Beijos,
Pedrita

terça-feira, 30 de outubro de 2007

Memórias de uma Gueixa

Assisti Memórias de uma Gueixa (2005) de Rob Marshall no Telecine Premium. O 007 adora a estética desse filme e insistia muito que eu visse. Realmente visualmente é belíssimo, embora os maravilhosos de Zhang Yimou coloquem esse no chinelo. O Diretor de Fotografia é Dion Beebe, o Diretor de Arte, Patrick M. Sullivan Jr. e Tomas Voth e os figurinos maravilhosos são de Colleen Atwood. Memórias de uma Gueixa é muito romanceado, melodramático, com uma visão muito ocidental. Não gostei nem um pouco do roteiro baseado no livro de Arthur Golden. O filme todo é pra justificar o amor no estilo romântico da protagonista e um desconhecido que ela conhece na infância.


Vou falar detalhes do filme. E o roteiro tem uns erros tolos. Se foi o amado dela que conseguiu uma protetora para prepará-la para ele, porque ele, quando ela ficou pronta, não arrumou um jeito de tê-la para sempre? Claro que não, precisavam enrolar mais o filme porque o tempo era curto ainda. Outra solução infantil é mantê-la praticamente virgem. Assim que ela tem a sua primeira noite, a guerra explode e ela vai para um campo trabalhar com profissionais do tecido. Chega a ser tolo a forma como a mantém pouco usada.

O elenco é excelente. Com grandes atores orientais. A nossa bela Gueixa é interpretada pela maravilhosa Zhang Ziyi. Outra incrível que está no elenco é a belíssima e talentosa Gong Li. Gosto muito também do ator que fez o apaixonado por nossa Gueixa, Ken Watanabe. Memórias de uma Gueixa ganhou 3 Oscars: Melhor Direção de Arte, Melhor Fotografia e Melhor Figurino, Globo de Ouro de Melhor Trilha Sonora e 3 prêmios no BAFTA, Melhor Figurino, Melhor Fotografia e Melhor Trilha Sonora. Desses prêmios, só trilha sonora que não achei tão diferenciada assim.


Beijos,


Pedrita