sexta-feira, 21 de julho de 2017

Don´t Breathe

Assisti Don´t Breathe (2016) de Fede Alvarez na HBO On Demand. Foi a Andréa do Quitutes da Andréa que falou que tinha amado esse filme. Tenho vários amigos blogueiros que como eu amam esse gênero. Mas eu prefiro os de fantasminhas. O nome no Brasil é péssimo, O Homem das Trevas e o pôster que está no Now não atrai. Esse é mais interessante. O diretor é uruguaio e o roteiro é dele com Rodo Sayagues.

No começo eu fiquei pensando no que a Andréa tinha gostado tanto. Três garotos estão assaltando uma casa, há vários filmes sobre isso. Eles resolvem então assaltar a casa de um ex-militar do Iraque, que vivia solitário em uma casa isolada. Confesso que não entendo porque eles tiveram uma ideia tão ruim dessa. Um não quer participar, mas é ele que tem os códigos dos equipamentos de anti-roubo que seu pai trabalha. Como ele sabe que a moça que ele gosta precisa do dinheiro para ir embora da cidade, porque vive em uma situação complicada com uma irmã pequena, acaba aceitando.

As reviravoltas são impressionantes. Tudo é muito complexo e inteligente. Acabamos torcendo para os ladrões. E concordo com a Andréa, amei!!! Muito obrigada pela indicação. O trio é interpretado por Jane Levy, Dylann Minette e Daniel Zovatto. O ex-militar por Stephen Lang. Ah, estão fazendo uma continuação.



Beijos,
Pedrita

quinta-feira, 20 de julho de 2017

O Libertino

Assisti O Libertino (2004) de Laurence Dunmore na ClaroTV. O filme é baseado na peça de Stephen Jeffreys. Johnny Depp interpreta o Conde de Rochester. Dramaturgo, escrevia inúmeras peças. Bebia muito, tinha muitas mulheres e uma vida desregrada. Casado, em uma peça ele se encanta com uma atriz e começa a prepará-la para interpretar Ofélia.

Johnny Depp está impressionante, um de seus grandes personagens. O conde pega sífilis e incrível a maquiagem dele definhando. E a interpretação das dores, dificuldade de locomoção, parece outra pessoa. A atriz que ele se apaixona é interpretada por Samantha Morton. A esposa pela bela Rosamund Pike. É a época em que o teatro tem grande força e liberdade. Poucas mulheres começam a atuar mas eram sempre consideradas prostitutas, ou eram mesmo.

John Malkovich interpreta o rei Charles II. Belíssima reconstituição de época, figurinos, cenários. Incomoda demais a sujeira desse período. 

Beijos,
Pedrita

quarta-feira, 19 de julho de 2017

O Homem da Capa Preta

Assisti O Homem da Capa Preta (1986) de Sérgio Rezende no Canal Brasil. Mais um filme da série "todo mundo viu menos eu". Sempre quis ver, é raro passar, quando vi coloquei pra gravar. É um dos mais expressivos trabalhos de José Wilker. Ele interpreta Teotônio Cavalcanti, influente político de Duque de Caxias. A interpretação dele é majestosa. Arrepia!

Começa naquela época de coronelismo. Homens poderosos mantinham seu domínio a bala. Teotônio era muito popular, adorado pelo povo. Vivia de colete a prova de balas, sua metralhadora e sua capa preta de fundo vermelho. Já tinha sofrido inúmeros atentados, mas revidava da mesma forma, matava quem lhe atravessava o caminho. Tinha aquele hábito clássico no Brasil de trazer os pobres para uma festa e lá tirar titulo de eleitor para cada um. Incrível a direção. A esposa interpretada por Marieta Severo mal fala no início, mas é possível perceber toda a tristeza em seu olhar e silêncio. Volte e meia os filhos tinha que ir para escolas distantes porque o pai estava sendo ameaçado e atacado. Com o tempo fica mais civilizado, se aproxima de um jornalista e se elege deputado federal. Não sabia que Teotônio Cavalcanti tinha disputado Governador da Guanabara com Carlos Lacerda e perdido. No golpe de 64 consegue levar o jornalista para o Consulado da Suíça, mas se recusa a deixar o Brasil. O jornalista foi interpretado por Jonas Bloch. O operário que está sempre ao seu lado por Chico Diaz. Guilherme Karan interpreta Flávio Cavalcanti. Quando o filme foi lançado ainda era vivo e morava em Duque de Caxias. O elenco é impressionante: Tonico Pereira, Carlos Gregório e Paulo Villaça. Assustador como o texto é atual, parece que estamos vendo a política de hoje. A única diferença é que na época do filme a violência era explícita, bang bang mesmo. Hoje é mais sutil.

Beijos,
Pedrita

terça-feira, 18 de julho de 2017

Caso 39

Assisti Caso 39 (2009) de Christian Alvart no TelecinePlay. Sou viciada nesse gênero de filme. Juro que tento escolher outro mas volte e meia estou na pasta de filmes de suspense para ver quais ainda não vi. O diretor é alemão e o roteiro é de Ray Wright.

Renée Zellweger interpreta uma assistente social. Ela interfere em famílias onde há problemas com os filhos, e em casos extremos tira a guarda dos pais. Na verdade o departamento que ela trabalha que abre processo da guarda. Ela auxilia no enteniga, avisa o departamento que começa processo para mudança de guarda das crianças. Ela está superlotada, mas o chefe passa o Caso 39. Ela vê a foto de uma doce menina e descobre maus-tratos absurdos dos pais dela. A menina segue para um abrigo mas faz uma pressão enorme para a assistente social aceitá-la. A assistente não quer, nunca quis ter filhos, trabalha muito, é sozinha, mas com pena da menina entra com pedido de lar temporário e consegue. A garota é interpretada por Jodelle Ferland.

Caso 39 é bem angustiante, muito forte, dá muita agonia ver. A atuação da Renée Zellweger é muito sofrível, ela faz uma vozinha infantil insuportável quando fala nas audiências, com o supervisor, se foi uma orientação do diretor, é péssima. Ainda no elenco: Bradley Cooper, Ian McShee, Callum Keith Rennie, Adrian Lester, Kerry O´Malley, Mary Black e Alexander Conti.

Beijos,
Pedrita

segunda-feira, 17 de julho de 2017

Atirem no Pianista

Assiisti Atirem no Pianista (1960) de François Truffaut na ClaroTV. Esse canal tem vários filmes desse diretor que passei a ver mais recentemente. Vim então no blog para ver quais tinha assistido para escolher um e optei por ver o mais antigo que tinha e que ainda não tinha visto. Atirem no pianista é baseado no texto do americano David Goodis.

Charles Aznavour faz um pianista que toca em um bar para as pessoas dançarem. Aos poucos descobrimos que ele foi um grande concertista, tinha um agente, tocava em inúmeros concertos e foi muito aplaudido e conhecido. E vamos conhecendo a sua história que o levou a esse trabalho no bar. Fora isso há uma história de perseguições. Alguns outros do elenco são Marie Dubois, Nicole Berger, Serge Davri, Albert Rémy e Michèle Mercier.
Beijos,
Pedrita

domingo, 16 de julho de 2017

Sete Homens e um Destino

Assisti Sete Homens e um Destino (2016) de Antoine Fuqua no TelecinePlay. Faz tempo que esse filme estreou no canal, mas li críticas tão ruins que demorei pra ver. Também amava o primeiro que é imbatível. É baseado no filme de Akira Kurosawa. Um dia zapeando achei lindas as imagens e fui ver. É muito bonito mesmo, vai muito bem para estragar tudo no final que é muito forçado, parece filme de super herói. Uma pena porque o filme ia bem. Belíssimas fotografias, lindas locações, boa escalação de elenco, ótimos cenários.

Gostei muito que Denzel Washington é o principal. Ele que reúne o grupo com atores que adoro Chris Patt, Ethan Hawke, Byun-hun Lee, Manuel Garcia Rulfo, Martin Sensmeier e Vicente D´Onofrio.

Gostei de ter uma mulher forte e determinada. Ela vive na cidade que o vilão do ouro aparece e mata o seu marido e vários moradores da região, além de queimar a igreja. Ela arruma um guardião e segue para contratar o grupo que vai salvar a cidade desse malfeitor. Ela treina tiro e consegue ajudar, mas foi bacana não colocar ela como eles, é só uma mulher que passa a saber atirar. Não ficou milagrosamente tão expert como os outros, mas ficou forte e destemida. Ela é interpretada por Haley Bennet. Bacana também que ela não casa com nenhum deles e continua na cidade que protegeu.

Peter Sarsgaard está muito bem como o vilão.

Eu demorei pra ver o antigo, foi em 2009, e comentei aqui.

O Hugo do Cinema - Filmes e Seriados comentou os dois no mesmo post aqui.
Beijos,
Pedrita