Mostrando postagens com marcador HBO On Demand. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador HBO On Demand. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 14 de abril de 2025

Wicked Little Letters

Assisti Wicked Little Letters (2023) de Thea Sharrock na HBO no Now. Que grata surpresa! Quis ver pela Olivia Colman que adoro, mesmo sendo comédia que reluto em ver. Não entendo porque falam que é comédia, eu sofri demais, chorei muito, achei muito, mas muito triste.

O filme fala muito da opressão às mulheres que já era abominável na época, mas ainda perdura e muito sobre saúde mental. O roteiro é de Jonny Sweet inspirado em uma história real. Uma mulher é acusada de enviar cartas ofensivas a honra de mulheres em um povoado. Sem provas ela acaba sendo presa. Olivia Colman é a mulher oprimida pelo pai, Timothy Spall, solteirona, que recebe as cartas. A acusada é Jessie Buckley, gosto demais dessa atriz. A personagem tem uma filha, é viúva e está em um segundo relacionamento, Malachi Kirby.

Há uma policial que não pode investigar por ser mulher pela ótima Anjana Vassan. Ela se une a moradoras pra investigar escondida. 


Beijos,
Pedrita

sexta-feira, 6 de dezembro de 2024

Monolith

Assisti Monolith (2022) de Matt Vesely no Max e HBO. Que filme! Não conseguia parar de ver. Mas como estava muito tarde, deixei pra ver o resto no dia seguinte e aí o Max não tava indo bem. Não sei se era a conexão que estava ruim. Fui terminar de ver na HBO. O ótimo roteiro é de Lucy Campbell.


 

Uma jovem tem um podcast com histórias inacreditáveis. Vamos entendendo aos poucos, mas o filme tem todo o interesse de não ser claro, de ficarmos na dúvida o tempo todo, ou de não sabermos se algo é verdade ou delírio da protagonista. Lilly Sullivan está incrível. O filme tem uma tensão permanente, é angustiante, com uma única atriz e só conversas com outros por telefone, sem vídeo. Que filme inteligente! É de tirar o fôlego só com conversas, absolutamente genial! É desses filmes que surgiram na pandemia, então só tem ela no elenco. Todos os outros são só voz em conversas e vemos algumas fotos das pessoas. É um filme australiano, filmado em uma casa deslumbrante, em um lugar mais deslumbrante ainda. A paisagem da casa é belíssima!

A jovem se depara com uma história de um tijolo preto que apareceu estranhamente para uma pessoa. Como disse, são várias histórias que se cruzam. Tem uma real e tem uma que pode ser delírio, paranoia, ou realmente algo misterioso. Assim que o primeiro podcast vai ao ar, aparecem outras pessoas que se depararam com o tijolo preto. Todos após fatos muito ruins. É bem chocante quando no meio de tanto delírio, uma história real aparece.
O que eu gostei é que o filme aborda inúmeras questões. Mesmo que a demissão do jornal não fique clara o motivo, percebemos que não houve checagem adequada e aconteceu uma acusação sem provas. No podcast, ela sempre avisa que está gravando, o problema é que ela edita de uma forma que cause mais impacto, mudando o conteúdo. Também fala de relações de poder patrão e empregado. E ainda esbarra no mercado de obras de artes e nem sempre suas compras dentro da lei. E aborda ainda os riscos do isolamento, mesmo conversando com outras pessoas, ela começa a enlouquecer na solidão. É um filme interessantíssimo!
Beijos,
Pedrita

terça-feira, 6 de fevereiro de 2024

A Idade Dourada - 2ª Temporada

Assisti a 2ª Temporada de A Idade Dourada (2022) de Julian Fellows na HBOGo. Gostei! Bem menos que da primeira, mas gostei!
 

Essa temporada gira em torno da construção do Metropolitan, apesar de gostar de vários momentos se arrastou um pouco a mais do que deveria na rivalidade da Academia com o Metropolitan. As duas organizadoras disputavam um duque e ficou bem tolo. A discussão entre o conservadorismo e os novos ricos foi bem mais interessante, mas mesmo assim foi esticada demais.

Gostei bastante que falaram da construção da Ponte de Manhattan. Da festa de inauguração. Era uma época de muito dinheiro de comerciantes, industriais, de muita ascensão social.

Foi lindo o romance de Tia Ada (Cinthia Nixon), mas o desfecho foi folhetinesco demais. Mal eles se casaram ele já descobriu um câncer e morreu logo depois, nem aproveitaram, parecia castigo, bem típico de folhetim com mulheres. Outra solução que me desagradou foi o parente que perde todo o dinheiro da família e as deixa na miséria, mas que o testamento da Tia Ada deixa uma fortuna e elas ficam ricas de novo. Isso mesmo, que nem passe de mágica. Artificial e forçado. Perder um pouco do dinheiro, mas todo? E ganhar todo de novo depois de um homem comum? 

Gostei da trama do jornalismo. Dois jornalistas viajam para o sul dos Estados Unidos para conhecer uma escola para negros que tinha cursos de capacitação como lavoura, marcenaria, além de cursos de letras e outras disciplinas. Em Manhattan tinha uma pressão grande para terminar com as escolas pagas para negros.
Não gostei da distração do possível romance entre a protagonista e seu primo. Ela começa a dar aulas, se encanta pela filha dele e ele começa a cortejá-la. Enrolaram muito.


Gostei do jovem (Ben Ashlers) que descobre uma engrenagem para relógios e consegue ajuda de todos para patenteá-la. Era uma época de ascensão social de muitas pessoas. Também adorava os dois que gostavam de ver festas, ópera e conseguem convites pra estreia do Metropolitan.

É uma época que os figurinos estão cada vez mais exagerados.


A direção de arte é belíssima!!



Beijos,
Pedrita

domingo, 4 de fevereiro de 2024

Todas as Almas

Assisti Todas as Almas (2023) de Emmanuelle Pickett na HBOGo. É um bom filme de ação. O roteiro é de Anthony Ragnone II. Na HBO está como A Informante, até dá, mas o nome original eu gostei muito mais.
 

O filme começa com uma linda relação mãe e filha, uma graça as duas. A mãe à noite deixa a filha com uma amiga. As duas são muito lindas e talentosas, Mikey Madison e Mia Love Disnard.

Aos poucos vamos entendendo o que acontece. Ela tem que se aproximar com uma escuta a uma pessoa que interessa para a polícia. Mas os policiais não a protegem o suficiente e ela vira refém.

Ela tem que falar com o chefe do tráfico. Muito triste quando conhecemos a história dela. Bêbada, entendemos que ele a estuprou quando ela tinha 16 anos. ela engravida e tem que se virar pra se sustentar e a filha. O texto é bom, um horror quando ele reclama que ela não é mais a mesma, está vestida como homem, com piercing. Como se não tivesse sido ele a destruir a leveza dessa jovem. Ele é G-Eazy.

Por ela ter ficado sozinha e ter que se virar sozinha pra salvar a filha que também é sequestrada, ela fica com raiva de tudo e todos e com razão. Eu fiquei com pena da menina, a atriz, achei que ela foi muito exposta a cenas de muita violência. Claro, devem ter tomado os cuidados, mas eu me incomodaria se fosse uma filha minha.

Beijos,
Pedrita

terça-feira, 12 de dezembro de 2023

Besouro Azul

Assisti Besouro Azul (2023) de Angel Manuel Soto na HBOMax. Eu queria ver esse filme pela Bruna Marquezine. Não sou muito fã de filmes de ação. Esse tenta fazer as pazes com os latino-americanos. O protagonista é mexicano, vive em um bairro pitoresco com uma família muito unida e inconveniente. Achei caricato demais a representação latino-americana. 

A família poderosa, rica e chique é americana. Mas pra ter um envolvimento com o mexicano, a neta tinha que ter nascido no Brasil. Bruna Marquezine é de uma família americana, mas nasceu no Brasil. Susan Sarandon é a avó.

As cenas de luta são chatas e intermináveis, como os outros filmes de ação do gênero. Xolo Maridueña é bobão demais. O personagem é muito bobo. O filme recebeu muitas críticas ruins. No final parece que irão continuar, mas não sei como ficou depois das criticas. No trailer falam que ele é um super-herói. Até no trailer eles precisam reafirmar o que ninguém acredita.

Beijos,
Pedrita

terça-feira, 7 de novembro de 2023

A Freira 2

Assisti A Freira 2 (2023) de Michael Chaves na HBO Go. Porque sábado é dia de fantasminhas. Ansiava por ver esse filme, mas demorou demais pra entrar no Now. Eu tentei gravar quando passou na HBO, mas por algum motivo os canais HBO não permitem gravar, ok, mas pelo menos deviam ser mais ágeis pra disponibilizar no Now. 

Eu adoro essa série, comentei o primeiro aqui. Eu sempre acho que esses filmes são pra fortalecer a igreja católica. Sempre tem uma descrente nos ritos, mas em algum momento ela vai ter que ter fé pra salvar alguém. São várias histórias que vão se encontrar. Taissa Farmiga vem do primeiro filme. Ela que junto com um padre conseguiu livrar as pessoas da freira no primeiro. Agora, ela começa a investigar com uma ajudante, Storm Reid. A ajudante é a descrente pra em algum momento ela provar que a fé católica é necessária.
Em paralelo mãe e filha vivem em um internato. A mãe (Anna Popplewell) é professora, a filha (Katelyn Rose Downey), a aluna. A menina é sensível como a freira, sente coisas. Trabalha no internato o personagem do Jonas Bloquet. Os três são muito carismáticos, as duas freiras também. Essa trama sensível faz nós torcermos pelos personagens.

Beijos,
Pedrita

terça-feira, 24 de outubro de 2023

Sobrenatural: A Porta Vermelha

Assisti Sobrenatural: A Porta Vermelha (2023) de Patrick Wilson na HBO Go. Porque sábado é dia de fantasminhas. 

O conhecido ator de filmes sobrenaturais agora dirige esse filme com roteiro de Leigh Whannell e Scott Themes. Gostei muito do roteiro. Começa com uma família e um profissional dizendo que após a contagem pai e filho vão esquecer tudo daquele ano e seus contatos com o além. O tempo passa, a mãe do protagonista morre e os dois, filho (Ty Simpkins) e pai passam a ter flashes do passado.

O rapaz está rebelde. Ele entra na faculdade, vai estudar artes. O pai tenta uma aproximação, mas sem sucesso.

Adorei a personagem da Sinclair Daniel. Ela também entra na faculdade e fica amiga do rapaz. Apesar de todo o medo que sente das questões sobrenaturais assustadoras do amigo, ela não se afasta, muito pelo contrário. Ela começa a pesquisar os fenômenos e passa a ajudar o garoto a entender o que está acontecendo.
A questão familiar me agradou muito. Quando eles começam a se unir para resolver as questões do passado, é que conseguem ter força para superar o sobrenatural. É muito linda a reconciliação do pai e filho. Mas também muito bonita a retomada da amizade entre os pais (Rose Byrne) que estavam separados. Acho que só o curso de artes não funcionou. Ele continuou fazendo retratos muito amadores da família. Pelo menos o pai ficou feliz.

Beijos,
Pedrita

domingo, 15 de outubro de 2023

C´mon C´mon

Assisti C´mon C´mon (2021) de Mike Mills na HBO Go. Que filme delicado! Dois irmãos se falam pelo celular. Ela tem que ir ajudar o marido que está em crise nervosa. Ele se oferece pra ficar com o sobrinho na casa deles.

Ela é uma mãe zelosa, explica tudo, fica aflita, mas ela precisa de estar com o marido. Como toda criança, o filho tem uma energia inacreditável! E ainda está sob os efeitos dos conflitos familiares que está passando. O tio é Joaquim Phoenix, o garoto, Woody Norman.

Ele vai ficar com o garoto na casa dele, em uma pequena cidade. No trabalho, ele entrevista crianças e adolescentes sobre o futuro e suas vidas. O menino fica encantado com os equipamentos. Como ele precisa ficar mais tempo com o garoto, eles seguem para Nova York e depois para New Orleans. São lindas as cenas dos dois, mas muito bonitos quando depoimentos de crianças e adolescentes se misturam com eles. Além de falar do futuro, das impossibilidades do futuro, fala muito de sentimentos. O tio tem muita dificuldade de expressar os sentimentos, a irmã e o sobrinho que o ajudam a lidar com as emoções.
A mãe é Gaby Hoffmann.


Beijos,
Pedrita