Assisti
Quarto do Pânico (2025) de
Gabriela Amaral Almeida no
Telecine Premium. Eu não estava muito animada em ver a versão brasileira desse filme porque não tinha me empolgado muito com o
americano. Aí vi uma entrevista com essa diretora que adoro e resolvi ver. Não estava nos filmes disponíveis pra ver no Sinal Aberto do Telecine, então fui na grade do
Telecine Premium. É incrivelmente genial! Que filme inteligente, bem realizado, tenso, com um elenco inacreditável! Foi uma grata surpresa!

Uma mulher tem o marido assassinado na sua frente em um farol. Isso não tem no americano e faz toda a curva do medo da personagem. Ela resolve procurar uma casa imensa pra viver com a filha. Igual a versão americana, não entendi porque uma mulher ia preferir uma casa gigante para morar sozinha com a filha, ainda mais depois do trauma. Isis Valverde está incrível, Marianna Santos que faz a filha também. O pai é o Leopoldo Pacheco, a corretora de imóveis, Clarisse Kiste. O quarto do pânico já está instalado na mansão, mas ela precisa chamar um especialista pra finalizar os recursos. Penso muito em tecnologia que é construída por humanos. Podemos comprar um ótimo sistema de segurança de uma empresa muito confiável, mas um funcionário demitido pode levar dados sigilosos, ou mesmo um hacker invadir, então não acredito muito em segurança digital, mesmo que ache necessária. Jamais entraria em um Quarto do Pânico.

Três homens invadem a casa com facilidade, porque um deles é quem montou todo o sistema de segurança da casa. Ele é o ótimo
André Ramiro. Na casa, dentro do quarto do pânico, há um cofre com milhões e diamantes. Eles sabiam que as novas moradoras demorariam pra se mudar, então a casa estaria vazia, até que descobrem que não. O técnico combinou o assalto com o desequilibrado e violento personagem de
Marco Pigossi que está excelente, que sem avisar leva mais um para o assalto.
Caco Ciocler está irreconhecível, que personagem pavoroso e violento!
Claro que as duas conseguem entrar no Quarto do Pânico. É muito, mas muito bom!