domingo, 11 de agosto de 2013

A Casa de Franskenstein

Assisti A Casa de Frankenstein (1944) de Erle Kenton no Telecine Cult. Há um tempo o canal programou passar vários desses filmes desse período e muitos com o incrível Boris Karloff que está excelente nesse filme. Só agora consegui ver esse.
Eu amei A Casa de Frankenstein. Primeiro porque adoro esse gênero de filme e depois pela realização impecável. E poderia ter dado tudo errado. Como repararam no pôster hilário, eu adoro esses pôsteres antigos, A Casa de Frankenstein era pra ter tudo: Drácula, Frankenstein e Lobisomem. Portanto poderia dar tudo errado tal a pretensão e a dificuldade de unir no roteiro tanto monstro. Mas A Casa de Frankenstein consegue a façanha de amarrar muito bem as histórias para que todos apareçam com lógica.

Dois presidiários fogem. Um deles, um grande cientista, conheceu no passado o assistente de Frankenstein. Ele então se une ao corcunda para procurar o caderno de anotações do Frankenstein para criar o seu monstro. Fugindo da prisão eles encontram um viajante com carroças de apresentações assustadoras. É nessa carroça que ele mostra o caixão do Drácula com a estaca e jura que é do Drácula mesmo. E não é que é? Os dois presidiários tomam as carroças e se fingem de mágicos. A história do Drácula começa e acaba. O Drácula é interpretado por John Carradine.
Eles seguem, acham o caderno, mas o Lobisomem tinha ido procurar ajuda com o Frankenstein para ser curado. O Frankenstein estava congelado e o Lobisomem se congela pra não matar mais ninguém. Um Lobisomem com remorso. Então começa a história do Lobisomem enquanto eles viajam para o Laboratório desse cientista e o pobre do monstro do Frankenstein é o que aparece bem pouquinho. Na história do Drácula e do Lobisomem aparecem lindas moças.
Incrível como os efeitos especiais são tão bons ainda em 1944, como é possível fazer um bom filme, com efeitos especiais simples que funcionam. Me pareceu que a maioria dos efeitos usou o recurso de ilusionismo. Na história do Drácula e do Lobisomem aparecem duas mulheres. No elenco estão: Lon Chaney Jr., Anne Gwynne, Lionel Atwill, George Zucco e Elena Verdugo.


Beijos,
Pedrita

11 comentários:

  1. Vi anunciando e até vi começar, mas não assisti, não é lá meus estilo.

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  2. Pedrita, acredita que eu tenho medo desse tipo de filme? Nunca vejo filme de terror. Me dá angústia.Como sempre seus comentários são perfeitos.
    Te respondi la no meu blog.
    Bjs.

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  3. Ainda não consegui ver. Deve ser incrível! Se fosse filme atual, só com efeitos, não me interessaria, mas os dessa época tinham conteúdo e bons atores.

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    1. bruxa, eu gosto desse gênero de filme, independente da época.

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  4. Esse filme é bem bacana! Gostei muito da moça que se apaixona pelo Lobisomem, mas também tive pena dela por sofrer uma desilusão. Sempre presto atenção em John Carradine, um ator muito versátil.
    Beijos!

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  5. Adoro esses filmes antigos, ritmo mais lento, os personagens são apresentados aos poucos, sem aquela correria medonha agitadíssima de muitos filmes hoje. Bom domingo.

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    1. carlos, achei até bem ágil esse filme.

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  6. Oi Pedrita,
    Meu filho que vai gostar! Vou mostrar para ele.
    Bom domingo!
    Beijos

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  7. E é historia de pescador sim Pedrita. Não de peixes, mas de cenas cotidianas...só que eu queria saber escrever como uma cronista, o que não sou....

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Bons comentários!