terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

Dele & Dela

Assisti a série Dele & Dela (2026) de William Oldroy na Netflix. Eu gosto demais da Tessa Thompson, linda e talentosa. O filme é baseado no livro homônimo de Alice Feeney que quero ler.

Tessa era uma âncora de jornal. O que aconteceu com ela vamos descobrindo na série. Inclusive essa série é bom assistir sem saber nada como eu fiz, porque é impressionante. É mais um produto para falar de saúde mental. Ela estava um ano afastada, chegou a sumir mesmo e ficou um ano sem dar notícias, nem pra mãe que sofre muito com isso. 

Quando ela volta, é óbvio que a emissora já tinha uma apresentadora no lugar (Rebecca Rittenhouse) e claro que ela não vai retomara  sua vaga. Mas ela é brilhante, então sugere ir como repórter cobrir um assassinato em uma pequena cidade. Ela segue com um câmera (Pablo Schreiber) para a cidade.

O policial da cidade é Jon Bernthal. Descobrimos que a jornalista era da cidade.




A parceira dele, a ótima Sunita Mani, é a que realmente vai desvendando o que aconteceu. Ele está só tentando apagar os seus vestígios da cena do crime. Assustador o que motivou os crimes, porque eles continuam acontecendo. E mais impressionante ainda o desfecho depois do desfecho. Fiquei em choque. Mas é mais do que uma série policial com ótimo final. Como disse fala muito de saúde mental, de maldade, prepotência, violência de quem menos podemos esperar. 
Na cidade a jornalista descobre que a mãe, da incrível Crystal Fox, está muito doente. Com o tempo entendemos o afastamento da filha, mas achei meio cruel que ela tendo perdido uma filha e sabendo a dor que é não saber o paradeiro de um filho tenha ficado um ano sem contato com a mãe. Achei meio perverso.
Beijos,
Pedrita

Um comentário:

  1. Boa tarde Pedrita. Obrigado pela dica de filme. Continuo somente na área literária. Grande abraço carioca. Vi na televisão as enchentes em Guarulhos. Espero que esteja tudo bem com você ou seus familiares.

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