sexta-feira, 10 de julho de 2026

Enola Holmes 3

Assisti Enola Holmes 3 (2026) de Philip Barantini na Netflix. Eu tinha gostado muito dos anteriores, me animei em ver. Não gostei tanto, deu sono.
 

É o casamento de Enola, o noivo, Louis Partridge, já espera no altar e ela está atrasadíssima. Que vestido maravilhoso! Enola está belíssima! E sim, ela não chega ao casamento. Ela é atacada na carruagem e descobre que seu irmão, o Sherlock Holmes de Henry Cavill, foi sequestrado. Millie Bobby Brown está maravilhosa como sempre!
A futura sogra, Hattie Morahan, também é sequestrada. O filme é bastante confuso, rocambólico, mal amarrado, definitivamente não é um dos melhores da série. Inclusive eu nem lembrava que era filme, achei que eram temporadas de séries.
Tudo circula em torno de Moriarty de Sharon Duncan-Brewster e o tesouro de Malta. O filme tenta fazer uma reparação histórica colonizadora. Após o tesouro ser localizado, resolvem devolver aos seus verdadeiros donos, o Afeganistão. O que nunca acontecia com colonizadores.

 O filme teve muitas críticas por furos na reconstituição de época, eu não ligo muito porque é um filme de ação, até mais modernizado, com mudanças de comportamentos de época, lutas impossíveis, então não ligo muito para as licenças poéticas.




Mas fiquei revoltadíssima ao final e não achei nada a respeito.
Helena Bonham Carter aparece um pouco mais nesse. Ela é mãe de Enola e ajuda nas pistas. Enola volta a casar de modo não convencional ao final e a mãe diz que não sabia que presente dar a filha, que tinha pensado em joias, flores e aí Susan Wokama aparece. É isso mesmo? A mãe dá a amiga de presente a filha como se ela fosse um objeto? Uma coisa? Quer algo mais racista que isso? Fiquei chocada. Eu entendi errado?


Beijos,
Pedrita

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