segunda-feira, 26 de julho de 2010

Arraste-me Para o Inferno

Assisti Arraste-me Para o Inferno (2009) de Sam Raimi no Telecine Premium. Eu quase não ia falar desse filme de tão ruim que é. Uma pena que diretores renomados ganhem destaque na mídia mesmo que o filme seja péssimo, enquanto outros diretores iniciantes não conseguem uma linha. Esse filme é muito tosco, mal feito, com interpretações e cenas sofríveis.



From Mata Hari e 007
Beijos,









Pedrita

domingo, 25 de julho de 2010

A Comédia da Vida Privada - O Mistério da Vida Alheia

Assisti ao episódio O Mistério da Vida Alheia (1996) da série A Comédia da Vida Privada de Guel Arraes no Canal Viva. Eu comecei a ver por uma acaso, alguns que tinha começado ver não tinha gostado, mas esse era bem estruturado e com um texto do Jorge Fernando muito bom, com supervisão do Luís Fernando Veríssimo. Essa série trouxe episódios escritos por vários autores. Esse era bem verossímel, engraçado sem exageros e com uma dinâmica inteligente. Há um casal interpretado maravilhosamente bem pela Débora Bloch e pelo Daniel Dantas. Ela esconde um segredo do marido, ele é um professor universitário, uma aluna que é apaixonada por ele é interpretada pela ótima Betty Gofman. Diogo Vilela espiona a vida alheia, mais precisamente o casal principal com binóculos na janela. Ernani Moraes também está no elenco. O texto é bem engraçado e brinca muito com aqueles mal entendidos. Quando vemos algo e deduzimos como nos convém, ou com as pistas que temos, mas nem sempre é aquilo que imaginamos.



From Mata Hari e 007
Beijos,









Pedrita

sábado, 24 de julho de 2010

A Voz de Schumann

Assisti ao recital A Voz de Schumann no Centro Cultural São Paulo com a soprano Adélia Issa e o pianista Ricardo Ballestero. Eu tinha assistido a esse recital no MASP e ficado maravilhada com esse repertório. Sempre me surpreendo com as percepções culturais que sempre mudam. Da primeira vez eu tinha amado as obras de Brahms, tanto que aguardava ansiosamente esse momento. Só que dessa vez eu amei mais as de Schumann, incrível como a cada momento, a cada nova experiência, nossas percepções mudam. Adoro essa variação que a cultura promove em nossos sentimentos.



Nesse repertório eles apresentam inicialmente obras de Schumann, depois de compositores que sofreram influência dele e amigos.

Ano da Canção - 1840


- Mit Myrten und Rosen (Heinrich Heine)
- Seit ich ihn gesehen - de Frauenliebe und Leben (Adelbert von Chamisso)
- Schöne Fremde - de Liederkreis, op. 39 (Joseph von Eichendorff)

Robert e Clara de Liebesfrühling (Friedrich Rückert)


- Liebst du um Schönheint
- Er ist gekommen

Melodrama


- Linda Menina (Friedrich Hebbel - tradução livre de Adélia Issa)

Piano Solo


Quatro peças de Waldszenen, op. 82 
- Eintritt
- Jäger auf der Lauer
- Freundliche Landschaft
- Abschied

Os Amigos


Felix Mendelssohn
- Suleika (Marianne von Willemer)
Johannes Brahms
- Unbewegte laue Luft (Georg Friedrich Daumer)
- Botschaft (Hafiz/Daumer)

Homenagens E Influências


Charles Ives
- Ich grolle nicht  (Heinrich Heine)

Alberto Nepomuceno


- Der wunde Ritter (Heinrich Heine)
- Sehnsucht nach Vergessen (Nicolaus Lenau)
As fotos são de João Pires.
A sala estava lotada, foi uma espetáculo maravilhoso e gratuito.





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Beijos,









Pedrita

quinta-feira, 22 de julho de 2010

O Despertar da Primavera

No último domingo (18/07), graças a um presente da Moeller Botelho, para os fãs blogueiros da peça "O Despertar da Primavera", fui contemplado com um par de ingressos, para rever a peça. Mais do que depressa, chamei a Mata Hari (Pedrita) para me acompanhar. Gostaria de dizer que, sou um fã de carteirinha da peça, fui " fisgado"  já na primeira cena , na primeira vez em que fomos assistir e a Pedrita escreveu sobre o espetáculo aqui no blog. Desde esse dia, entrei para essa " legião"  de fãs da peça, legião essa, que só aumenta dia a dia ... Tudo isso, fruto de uma quimica perfeita, entre atores, musicos e plateia ...
Pois, não bastasse o maravilhoso desempenho de todos no palco, calcados no excelente texto e na belissima trilha sonora, (magnificamente executada ao vivo por  ótimos músicos), há ainda uma total interação por parte dos atores com o publico, ao final da peça ... Num clima muito gostoso de informalidade e confraternização, os artistas se encontram com os fãs no saguão do teatro... são todos muito gentis e atenciosos, atendem aos fãs com descontração, gerando uma " ligação" que não é muito comum de se ver no meio artistico ... Tudo isso acaba criando em nós, uma vontade muito grande de se rever a peça ... Acho que é bem como eu comentei com o Eduardo Semerjian ( um dos" adultos" da peça),a vontade de querer novamente assistir ao Despertar é como aquela sensação que temos, quando estamos indo encontrar nossos amigos queridos.

Como sou " suspeito"  para comentar a respeito da peça, direi apenas que fiquei muito feliz pela atuação do ator Bruno Sigrist, que assumiu o papel de Moritz, com a saida do Rodrigo Pandolfo. Não seria uma tarefa fácil, já que a atuação do Pandolfo era memorável. No entanto, Sigrist saiu-se a altura, criando o seu próprio Moritz e fazendo dele, um personagem inesquecivel também ...

Quanto aos outros, seria injusto dizer algo a respeito de alguém especificamente ... todos são maravilhosos, e tem atuações impressionantes, que, ao final, acabam nos deixando na boca, aquele gostinho de " quero mais"... e, claro, acho que nem preciso lhes dizer que certamente irei ver a peça novamente ... afinal, parafraseando uma das letras da peça:
"Despertar, meu vicio é você, e não vai passar ..."

P.S.: Para aqueles que não conhecem o  Despertar da Primavera, ou então querem rever, no dia  24/07 haverá, as 11 da manhã, um pocket show, com alguns atores da peça, cantando músicas da trilha. Isso na Livraria da Vila, Alameda Lorena 1731, jardim paulista. imperdível ... O Despertar da Primavera voltou em cartaz e está no Teatro Frei Caneca até 15 de agosto.


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Beijos,











007

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Guerra ao Terror

Assisti Guerra ao Terror (2008) de Kathryn Bigelow no Telecine Premium. Eu não tinha vontade de ver esse filme, mas achava que deveria dar uma olhada. É bem realizado, mas parece uma propaganda moderna de alistamento como foi feita na época do Tio Sam. Uma exacerbação a violência, uma vitimização dos soldados americanos, insuportável. No elenco estão: Jeremy Renner, Anthony Mackie, Brian Geraghty e Guy Pearce. Ralph Fiennes faz uma mínima participação.



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Beijos,









Pedrita