A família é de quatro pessoas, os personagens de Wagner Moura e Greta Lee e dois filhos inicialmente pequenos por Riley Chung e Noah Alexander Sosnoviski.
Os quatro ficam presos na casa, nada abre, o pai desesperado e ele fica assim em muitos momentos do filme, tenta furar paredes, chão, mas algo os une de volta. Tem umas coisas esquisitas. A chaminé tem uma abertura e esse troço que fecha tudo não fecha a chaminé. Eles descobrem que os vizinhos também estão presos e depois que é no mundo todo. Eles tentam viver com o que tem como podem, racionam os alimentos, fazem ginástica, plantam com o pouco de luz que aparece e fecham as janelas quando chove, é quanto os monstros aparecem e querem pegá-los.
Repararam que anos se passam. A questão com os animais me fez quase largar o filme logo que começou, detesto filmes com animais e seus sofrimentos. E achei o filme muito pesado para as crianças menores, mesmo que as cenas piores eles estejam longe, tem muita cena que não os poupam. O filme cria inúmeras metáforas, não querer fazer tudo sozinho, que juntos somos mais fortes, pra cuidarmos do planeta, enfim, mas dá preguiça ficar procurando. Parece que tenta justificar profundidade em mais um filme de ataque alienígena.
Beijos,
Pedrita






