domingo, 16 de agosto de 2026

A Última Casa

Assisti A Última Casa (2026) de Louis Letterier na Netflix. O roteiro é de Matthew Robinson. Eu queria ver pelo Wagner Moura. Engraçado que li pessoas reclamando que o Wagner era dublado, até descobrir que o Wagner é dublado na dublagem, confesso que não entendo quem assista filme dublado, tenho pavor e acho que perde muito do som ambiente. No filme original com som em inglês é a voz do Wagner Moura em inglês. A Última Casa é um filme esquisito, longo demais, dá pra ver.
 
A família é de quatro pessoas, os personagens de Wagner Moura e Greta Lee e dois filhos inicialmente pequenos por Riley Chung e Noah Alexander Sosnoviski.

Depois por Emma Ho e Gabriel Barbosa.

Os quatro ficam presos na casa, nada abre, o pai desesperado e ele fica assim em muitos momentos do filme, tenta furar paredes, chão, mas algo os une de volta. Tem umas coisas esquisitas. A chaminé tem uma abertura e esse troço que fecha tudo não fecha a chaminé. Eles descobrem que os vizinhos também estão presos e depois que é no mundo todo. Eles tentam viver com o que tem como podem, racionam os alimentos, fazem ginástica, plantam com o pouco de luz que aparece e fecham as janelas quando chove, é quanto os monstros aparecem e querem pegá-los. 

Repararam que anos se passam. A questão com os animais me fez quase largar o filme logo que começou, detesto filmes com animais e seus sofrimentos. E achei o filme muito pesado para as crianças menores, mesmo que as cenas piores eles estejam longe, tem muita cena que não os poupam. O filme cria inúmeras metáforas, não querer fazer tudo sozinho, que juntos somos mais fortes, pra cuidarmos do planeta, enfim, mas dá preguiça ficar procurando. Parece que tenta justificar profundidade em mais um filme de ataque alienígena.
Beijos,
Pedrita