quinta-feira, 19 de dezembro de 2024

Miss Scarket & the Duke - 3ª Temporada

Assisti a Terceira Temporada de Miss Scarlet & The Duke (2022) de Rachel New no Film&Arts. Como disse, esse canal tem um ótimo acervo rotatório. Então a primeira temporada não tem mais. Agora só a segunda e a terceira. Tudo o que aparece deve ficar por pouco tempo e é preciso aproveitar. Eu amo essa série e as temporadas estão aqui.

Eu adoro essa dupla, mas no terceiro episódio Duke não aparece, mas funcionou muito bem. Scarlet está em um hotel atrás de um criminoso difícil de ser encontrado, ele sabe muito bem fingir ser outras pessoas. Kate Phillips é sempre maravilhosa. Lá ela encontra o outro detetive também atrás do mesmo criminoso, mas ele prendeu outro achando que era ele. Qual dos dois seriam ele? Ou nenhum? As tramas são sempre muito bem engendradas. No quarto episódio Duke novamente não aparece, e um policial que eu detesto assume o posto. Esse episódio ficou bem ruim. Fui pesquisar então porque Stuart Martin não aparecia. Aí descobri que na quinta ele não vai aparecer mais porque tem outros compromissos. Fiquei arrasada! Não achei explicação porque ele some tanto nessa temporada, mas devem ser motivos parecidos. Deve ser difícil ficar vinculado a uma série em tantas temporadas, anos seguidos, nem todo ator quer. Uma pena, porque Scarlet sem Duke não tem muita graça. Esse detetive de Felix Scott parece que também vai desaparecer. Scarlet passa a cuidar da filial do escritório dele que vai abrir um em Paris.
Essa temporada tem 6 episódios, como disse, só não gostei de um. O último é o melhor deles. Todos recebem de presente uma bomba desarmada. Todos são afastados e impedidos de investigar, inclusive Duke. Eles passam então a investigar escondidos. Amo esse quarteto. Que bom que Moses de Ansu Kabia ninguem fala que vai ser afastado. Amo esse personagem.

Beijos,
Pedrita

segunda-feira, 16 de dezembro de 2024

Twisters

Assisti Twisters (2024) de Lee Isaac Chung no Max. Eu tinha curiosidade sem muita empolgação, já que lembrava de ter gostado do primeiro que vi há muito tempo. Então não sei se eu gostaria do anterior agora. Mas lembro vagamente que não tinha essa pegada adolescente, quase infantil desse, ou fui eu que mudei. As críticas são bem empolgantes, mas eu achei o filme bem sofrível. Estou com preguiça de tentar ver o anterior.


 

Parece filme de super heróis que nunca gostei, então é provável que o anterior não seja tão infantil. É todo cheio de heróis e vilões. A jovem (Daisy Edgar-Jones) sempre quis ajudar as pessoas, ela mora em uma região de tornados, então tem a péssima ideia de envolver um monte de amigo em uma empreitada arriscada pra colocar substâncias no tornado e tentar neutralizá-lo. Só ela e um amigo (Anthony Ramos) sobrevivem. Traumatizada, vai morar em Nova York trabalhando como meteorologista. O filme o tempo todo tenta mostrar que aquele trabalho que ela exercia em escritório era algo menor que o trabalho de campo. Claro que o amigo vai resgatá-la para um trabalho "bem melhor". Eles conseguiram patrocínio para pesquisar tornados durante seus acontecimentos.

O local de saída para descobrir qual é o melhor tornado é um verdadeiro circo. Mas ela está com os mocinhos, os vilões são os caçadores de tornados, que começam bem imbecis, aí vão distorcendo a história pra a gente achar que eles é que são os mocinhos. Os babacas jogam fogos de artifício no tornado, fazem competições idiotas colocando todos em risco, inclusive em acidentes de trânsito. Mas o rapaz (Ben Powell) é bonitinho e ela começa a achar que entendeu errado. Bom, quando uma cidade foi dizimada, os rapazes foram sim vender camisetas aos desabrigados. Pra mostrar que são rapazes de bem, eles justificam que vendem camisetas pra levantar dinheiro pras refeições. Bom, mas eles estão vendendo pros desabrigados. O filme tem aquele péssimo costume de colocar os de fora, os cientistas como salvadores dos locais., como se eles fossem superiores.

Pra animar a moça ele leva ela em um rodeio porque é um programa bem legal. E pior, ela e o roteirista também acham legal espancar e abusar de animais. O "bonzinho" aposta no projeto adolescente da jovem, aquele que matou todo mundo. Ela também é muito boazinha. Ficou traumatizada porque perdeu o companheiro e os amigos, mas nunca atende o telefone para saber como a mãe (Maura Tierney) está. Ela diz pra mãe que não gosta de falar ao telefone. Parece uma menina de 13 anos. Ela estava morando em Nova York, a mãe na fazenda, vai ver que a mocinha só vai chorar pela mãe se perdê-la, aí vira mocinha de novo. Ah, e é na pegada Crepúsculo, o casal não dá um único beijo o filme todo. Pelo jeito o público alvo eram mesmo adolescentes. Segundo eles adolescentes não beijam.
Beijos,
Pedrita

domingo, 15 de dezembro de 2024

Guerra Civil

Assisti Guerra Civil (2024) de Alex Garland no Max. Assim que voltei a assinar os canais HBO quis ver.

Eu queria ver porque adoro os protagonistas Kirsten Dunst e Wagner Moura. E gostei muito que fala de jornalismo. Os Estados Unidos está em uma violenta guerra civil. Ela é fotojornalista e ele repórter. Ele tem a ideia de irem pra Washington pra entrevistar o presidente, Nick Offerman. O filme passa a ser um road movie. Há filmes bem mais interessantes sobre fotojornalismo, vários inspirados em fotógrafas famosas. Esse é um bom filme de ação, o melhor é a parte do jornalismo, mas sem muitas nuances.

Se juntam a eles a personagem de Cailee Spaeny. Ela é fã do trabalho renomado da fotojornalista e quer seguir os seus passos. E um jornalista veterano, Stephen Mckinley Henderson, que quer ir apesar dos riscos. Eles passam por situações inusitadas no caminho que lembram muito filmes de zumbis, com muitos armamentos, aparatos de guerra.

Pedrita

sábado, 14 de dezembro de 2024

O Diabo Que Você Conhece

Assisti O Diabo Que Você Conhece (2022) de Charles Murray no TelecinePlay e Telecine Premium. Comecei a assistir no streaming, mas o filme não baixou todo, está só 20 minutos, aí procurei na grade de programação do Premium e vi o restante. Gostei muito! Foi uma grata surpresa. É um filme muito desconcertantes sobre lealdade, ética, família. Muito complexo!
 

Há uma reunião em família, todos os olhos estão voltados ao protagonista do ótimo Omar Epps. Ele está reconstruindo a sua vida. Está em tratamento nos alcóolicos anônimos, conseguiu um emprego de motorista e querem arrumar uma namorada pra ele, a Erica Tazel. Em todas as conversas, ele é o filho que deu trabalho, que errou. O irmão bebe demais, ele leva pra casa e vê um álbum de cartões raros e valiosos de jogos.
O protagonista vê uma matéria na televisão sobre uma família assassinada e há vídeo de lembrança do filho com o pai com o álbum de cartões. Ele procura o irmão que diz que os culpados são os amigos dele que deram o álbum pra ele cuidar. Ele pede pro irmão não contar nada pra polícia porque os amigos são barra pesada. O irmão é William Calett. 

O irmão vai preso pra depor, o pai, Glynn Turman, passa mal, tem um infarto e é hospitalizado. A família pressiona o protagonista o tempo todo para que não faça nada que possa colocar a vida do pai em risco. Começa então um complexo filme sobre delação, ética, família. 

O policial é Michael Ealy.

Beijos,
Pedrita

quinta-feira, 12 de dezembro de 2024

Rushmore

Assisti Rushmore (1998) de Wes Anderson na Star na Disney. Adoro esse diretor, esse é o seu terceiro filme, estão lá características que vamos encontrar nos filmes posteriores, mas infelizmente é um filme chato, adolescente, repetitivo, arrastado e principalmente, datado. O roteiro sofrível é dividido com Owen Wilson. O elenco que vai acompanhar o diretor em seus filmes começa a surgir. O nome no Brasil é péssimo, prefiro nem comentar. Rushmore é a escola de luxo do filme.


 

Sim, os protagonistas são Jason Schwartzman e Bill Murray, eles vão aparecer em praticamente todos os filmes posteriores. Jason interpreta um insuportável adolescente de 15 anos que se apaixona por uma professora de Olivia Williams. Ele é bolsista. No filme o ator tem 18 anos. Bill é um professor casado, que igualmente se apaixona pela professora. Boa parte do filme e os momentos mais chatos são os dois infantilmente disputando a jovem. Machista e ultrapassado. Além de arrastado. Tem um momento que cada um passa a prejudicar o outro, passando em cima de bicicleta, tirando o freio do carro, ataques de abelhas. São cenas longas, intermináveis e nada engraçadas.
O melhor do filme é o debate sobre as habilidades do protagonista. Ele é desinteressado e péssimo nas matérias curriculares, mas é um verdadeiro gênero nas matérias extra curriculares. Ele dirige filmes, peças de teatro, escreve roteiros. Tem uma liderança inacreditável então une a escola em causas importantes, um excelente ativista. Excelente esportista. Mas nesse momento quadrado que ele vive, ser brilhante não serve porque o que importam são as matérias curriculares. Ele é expulso. Enquanto a Rushmore protege os ricos, filhos de ricos, mesmo que eles sejam verdadeiros monstros, a escola pública dá espaço a criatividade dos alunos. Mas desiludido o adolescente abandona os estudos. Como sempre a trilha sonora é ótima, essa mais previsível, não tão original quanto as posteriores, mas ótima mesmo assim.
Beijos,
Pedrita