segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Amor Eterno Amor

Assisti Amor Eterno Amor (2012) de Elizabeth Jhin na TV Globo. Eu gostei demais dos primeiros capítulos, aí exageraram nos fantasminhas e como não tenho a filosofia espírita, vi bem pouco, praticamente abandonei. Quando começou a ser bem mais próximo dos filmes de fantasminhas que gosto, aí quis ver, gostei muito da ideia de ter em um passado uma trama meio capa e espada. E como ficava mais inverosímel, aí voltei a gostar.

Logo no começo achei que a Elisa poderia mesmo ser uma fantasminha e que poderia ter encarnado na Miriam, ou que a Miriam poderia ser adotada. Mas quando a Elisa realmente apareceu achei que tinha me enganado. Adorei vários casais da trama. Adoro o Gabriel Braga Nunes, tinha amado a Letícia Persiles na minissérie Capitu, gosto dessas novas mocinhas, decididas, uma exímia jornalista, uma mulher corajosa. 

E gostei muito de vários casais da novela, gosto dessa modernidade nos casais, mais realistas, e as novelas da seis tem inovado muito no formato dos casais e de todas as idades. Adoro a atriz Daniela Fontan, já tinha adorado o trabalho dela na novela Eterna Magia. E ela estava incrível em Amor Eterno Amor, ela fazia um par romântico muito atrapalhado com o Pedro Fonseca, personagem do André Gonçalves. Adorava os figurinos coloridos dela, o amor dela por Copacabana. Também achei lindo o casamento dos personagens dos Nica Bonfim e Tony Tornado
Adorava o casal dos personagens do Felipe Camargo e da Carolina Kasting. Ele médico, ela psicóloga, os dois com filhos, e no final fizeram uma homenagem ao filme Os Meus, Os Seus, Os Nossos. E as histórias dos filhos e avós dos filhos também foi muito bonita. Outro casal que gostava muito eram dos personagens da Carol Castro e do Erom Cordeiro. Gosto dessa ideia atual da TV Globo de trazer atores do teatro para compor personagens, além de mudar mais e reciclar mais, dá um frescor e ritmo diferente as tramas. Então nos núcleos encontramos ótimos atores não tão conhecidos da televisão: Denise Weinberg arrasou como Angélica, Chico Expedito como Laudelino, Otávio Martins como Gil. E outros que vem fazendo sucesso nos cinemas, Sandra Corveloni como Solange, Flávio Bauraqui como Hamilton e Hermylla Guedes como Marlene.


Adorei a trama da Jáqui, Suzy Rêgo, e da Valdirene, Rosane Gofman. No começo a personagem da Jáqui era bem chata, mas a reviravolta foi muito bonita. Estimulada por sua auxiliar, ela acaba se tornando uma empresária, ainda somada a ajuda da filha, Adelaide de Castro, na administração. Uma trama de três mulheres fortes. A Valdirene inclusive tinha uma trama muito forte, já que sua nora não queria que a neta tivesse contato com a avó por ser uma má influência, já que a avó trabalhava como doméstica. Jáqui também teve uma trama afetiva engraçado do meio para o final. Engraçado o quarteto amoroso. Giulia Gam namorava o editor da revista interpretado por Murilo Grossi, era a melhor amiga do Gil que era irmão da Jáqui. O elenco jovem também era muito bonito e talentoso, Mariana Ruy Barbosa, Mariana Molina, Miguel Rômulo, Olivia Torres e Jéssika Alves. Linconl Tornado em papel cômico estava muito, nesse núcleo estava também o Nuno Leal Maia e a Camilla Amado. Outro casal cômico era dos atores Raphael Viana, Josué, e Andréa Horta, Valéria. As crianças eram interpretadas por Klara Castanho, Julia Gomes, Rafael Gevú, Caio Manhente, Luiza Gonzales e Luis Augusto Formal.


Os vilões da trama estavam muito bem. Cássia Kiss arrasou, seus figurinos eram maravilhosos e gostei muito da troca de perucas, tinham muito a ver com a personagem. E gostava da inteligência da vilã. Adoro o Luís Melo, gostei que ele meio que se redime no final, mas ele não consegue o amor dos outros, nem se integrar aos grupos, foi uma mudança interna que não gerou frutos sociais, gostei de não ficar bonzinho e todos se compadecerem. Essa realidade da trama foi algo que gostei muito. Carmo Della Vechia também estava muito bem como o  perturbado Fernando. Osmar Prado arrasou também como o oportunista Virgílio. Outros grandes atores da trama foram: Rosi Campos, Ana Lúcia Torre, Pedro Paulo Rangel, Reginaldo Faria, Othon Bastos, Carlos Vereza e Suely Franco. Alguns outros atores que gosto que estavam na trama foram: Laila Zaid, Maria Clara Matos, Gilberto Torres, Lucci Ferreira, Vera Mancini e Mayana Neiva. A trilha sonora também era muito bonita com a belíssima Ainda Bem interpretada pela Marisa Monte

Gostei da novela abordar o desaparecimento de crianças, falar da importância da carteira de identidade desde criança e de mostrar fotos de crianças desaparecidas ao final da novela pela FIA. Duas crianças foram localizadas durante a novela.

Beijos,
Pedrita

4 comentários:

  1. Eu não assisto novelas, nenhuma delas. Ma acho interessante a premissa de uma novela aos olhos espíritas. No mínimo é inovador =)

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  2. Pedrita, eu vi bem pouco esta novela. Não curto novela espírita. Me cansa! Assim nem via... o que mais gostava da novela era a abertura e a música da Marisa Monte.

    Beijos

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  3. Adorei seu blog! Não gostei mt da novela do meio p o final! Mas era a melhor das três q a Globo exibia!!beijos

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  4. la socière, acho temáticas espiritas muito recorrentes, lembro de a viagem e escrito nas estrelas.

    marion, tb não curto novela espírita, mas gosto do tema fantasminha como ficção.

    ana paulino, obrigada.

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