terça-feira, 28 de julho de 2026

Covil

Assisti Covil (2026) de Rodrigo Lages no TelecinePlay. Esse filme estava entre os disponibilizados no sinal aberto. Nunca tinha ouvido falar e achei que era um filme de fantasminha. Não é, mas é muito bom, muito violento, mas muito bom.
 
Uma jovem herda uma casa e vai à noite com o namorado. Só depois que ele fica sabendo que ela vendeu o apartamento e que vai querer viver naquela casa caindo aos pedaços. Seria bem mais interessante ela ficar no apartamento e reformar a casa antes, mas também não sabemos se ela tem algum dinheiro. O filme é bem escuro boa parte do tempo, tenso, angustiante, muito bem realizado. Ela é Julia Lourenção e ele Daniel Rocha.
Até que eles descobrem que tem uma mulher na casa. Ela é Vitória Strada. Eu achei que ela era fantasminha, mas não é. Muito bem construído o roteiro.
Beijos,
Pedrita

Um comentário:

  1. Parece interessante. E ainda é brasileiro, que é cinema pra gente incentivar.
    Não sei porque, essa resenha me lembrou de uma piada que me contaram ontem. Era assim: Uma pessoa tinha comprado um apartamento, por um preço muito bom, apenas vendo um vídeo do mesmo. No vídeo, rua, prédio e o próprio apartamento pareciam bonitos e normais. Ao mudar pra lá, descobriu que havia um cemitério bem próximo, na parte traseira do prédio. Foi comentar isso com o vizinho e este disse: "Eu não me importo, o apartamento é bom. E a menina que me visita, uma vez por semana, nem entra, só fica na porta (meio transparente) deslizando as mãos, como se estivesse pedindo socorro. Mas eu não dou atenção a ela", rsrs.

    Beijo

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