quarta-feira, 23 de setembro de 2026

A Mulher Secreta

Assisti A Mulher Secreta (2026) de Barbara Topsoe-Rothenborg na Netflix. É baseado no livro policial de Anna Ekberg e descobri que essa autora é um pseudônimo de uma dupla de escritores dinamarqueses Anders Rønnow Klarlund e Jacob Weinreich.
 

Uma mulher (Natalie Wolfsberg Madueño) vive em uma cidade litorânea belíssima na Noruega. Tem um restaurante com uma amiga, um belíssimo namorado (Pal Sverre Hagen) com quem fica noiva. É uma vida bucólica, tranquila e linda.

Um homem aparece no restaurante e a chama por outro nome. Ela resolve investigar e descobre que é riquíssima. Ah, ela tem a clássica e providencial amnésia. O pai é dono de uma empresa poderosíssima. Ela vê uns flashes da morte dele. Na casa dela vive o marido (Claes Bang), a mãe dele (Stina Ekblad) e um filho pra lá de traumatizado com o sumiço no passado da mãe. Tem dois anos que a mãe sumiu. A protagonista é meio burrinha. Um dia ela acorda atordoada, como não percebeu que foi dopada? E continua aceitando o que o marido dá pra ela beber. Só quando encontra uma parte do remédio no café é que desconfia. 
O atual noivo vai atrás e começa a investigar. Ele descobre que tudo do pai da jovem, e dela mesma, desapareceu, que não tem em arquivo nenhum, não aparece na internet. Não dá pra entender porque eles investigam em separado e não chamam um ao outro pra dar cobertura. Providencialmente muito burros. Eles tem sorte que os algozes são bem burros também. A trama é interessante, dá pra ver, mas a capacidade do filme de subestimar o público incomoda bastante.
Beijos,
Pedrita

Um comentário:

  1. Estive a ponto de assistir a esse filme. Vejo agora que me livrei. Até assisto, mas não tenho muita paciência para obras que subestimam o público.

    Beijo

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