quinta-feira, 11 de junho de 2026

Buhr no Desculpincomodar

Assisti a entrevista de Buhr no podcast Desculpincomodar no Youtube. Tem tempos que eu vejo trechos desse programa nas redes sociais, mas nunca tinha ido no Youtube ver uma entrevista inteira. Muitas das entrevistas viralizam e passam a dar conteúdo para inúmeros sites e redes sociais. Tem tempo que tenho visto muitos trechos de entrevistas e adorado. Eu gosto demais da Buhr, então corri pra ver. a entrevista completa Conheci as músicas da Buhr tem pouco tempo, na trilha do filme Era Uma Vez eu Verônica. Suas faixas viraram hits nas minhas playlists no Spotify.
 

Entrevistam os músicos os ótimos Sérgio Martins e DJ Zé Pedro. Brilhante ideia de juntá-los porque Zé Pedro tem uma irreverência e leveza fantásticas, que se unem a profundidade crítica e analítica de Martins. Sem falar que os dois são bibliotecas ambulantes, como são informados sobre o tema.
Gostei muito de conhecer mais sobre Buhr. Compositora, cantora, atriz e instrumentista, ela começou compondo com tambor. Também não sabia que ela começou no grupo Comadre Florzinha, ou i um pouco no Spotify, vou explorar mais depois, gostei bastante. Ela conta como falavam pejorativamente do grupo pelo nome. Também contou que é atriz e participou por bastante tempo no Teatro Oficina, não podia imaginar. Buhr é como muitos artistas de sua geração, plurais, que atuam em várias áreas. Buhr contou que participou de tributos a Ney Matogrosso e Belchior. Que as músicas interpretadas por Matogrosso ela lembrava mais então foi mais tranquilo. Que embora ouvisse Belchior, não era tão próximo ao seu trabalho. Fui atrás de músicas comentadas no programa e incluí mais algumas em minhas playlists.
Martins lembrou da trilha de Maria e o Cangaço que está atualmente entre minhas músicas preferidas, Ouço direto. Buhr contou que ainda não tinha trechos da série, só a sinopse e que a música foi saindo e compôs mais do que estava previsto.
Gostei demais do programa e de conhecer mais de Buhr que fiquei mais fã ainda. Vou agora maratonar outros.




Beijos,

Pedrita

quarta-feira, 10 de junho de 2026

A Casa Torta

Assisti A Casa Torta (2017) de Gilles Paquet-Brenner na HBOMax. É baseado no livro de Agatha Christie. Tive até que olhar se já tinha assistido, já vi vários baseados nessa autora que amo, mas não.  E também não li esse livro dela.

Uma bela jovem procura um detetive para investigar o assassinato de seu avô. A perícia descobriu que ele tinha morrido de enfarto, mas ela desconfia que ele tenha sido assassinado. O elenco todo é lindo. Ela é Stefanie Martini e ele, Max Irons.
E sim, a belíssima mansão é um personagem.

O filme tem todos os ingredientes do estilo da autora. Uma família decadente envolta em um milionário. Ele tem uma bela e jovem esposa de Christina Hendricks. Todos vivem na mansão. Um filho, Christian McKay, dirige muito mal a empresa da família. O policial chefe é interpretado por Terence Stamp.
Glenn Close está no elenco.

Filhos fracassados, esposas oportunistas. Um é Julian Sands e sua esposa atriz Gillian Anderson.  A trilha sonora é belíssima!
A garotinha anota tudo em seu diário, mas diz também inventar. Ela é Honor Kneafsey. Esse é muito triste. Agatha Christie escrevia às vezes romances policiais muito tristes, e esse é um deles.


Beijos,
Pedrita

segunda-feira, 8 de junho de 2026

Besouro

Assisti Besouro (2009) de João Daniel Tikhomiroff na Netflix. Esse filme está para sair desse streaming. Tem tempo que quero ver. O filme conta a história do baiano Besouro Mangangá (1895-1924), um capoeirista que virou herói de seu povo. Sua história é envolta em muita lenda e misticismo. O filme é inspirado no livro Feijoada no Paraíso de Marco Carvalho.

Aílton Carmo interpretou brilhantemente o Besouro. O filme começa na infância, Besouro com seu mestre e como resolveu passar a usar Besouro em seu nome. Aílton é professor e faixa preta em capoeira. Diziam que Besouro voava, então para fazer as cenas de voo de Besouro contrataram o especialista em lutas de Kill Bill, Huen Chiu Ku. A narração é de Milton Gonçalves.
No filme Exu, por Sérgio Laurentino, e outras entidades blindam o corpo de Besouro.
O elenco é muito estrelar. Adriana Alves é Oxum. São belíssimas as cenas na Chapada Diamantina.

Cris Vianna trabalha na fazenda de cana-de-açúcar. O filme é ambientado no Recôncavo Baiano.
Irandhir Santos é o capataz da fazenda e o coronel é Flávio Rocha.

Beijos,
Pedrita

domingo, 7 de junho de 2026

A Desconhecida

Assisti A Desconhecida (2026) de Gabe Obáñez na Netflix. É novidade do streaming e baseado no livro de Rosa Montero que quero ler. É uma boa história policial. Fiquei triste demais ao final, fui pega completamente de surpresa.
 

Uma jovem é encontrada em um contêiner. Foi torturada e não lembra de nada. Uma policial quer voltar ao trabalho. O chefe tenta demovê-la, afinal ela está em tratamento psiquiátrico e seu trauma é recente. Não sabemos o que aconteceu. Ana Rujas e Candela Peña estão excelentes. Elas criam uma bela relação de confiança. A desconhecida está muito assustada, não sabe quem é, nem em quem confiar, mas aos poucos vai se ligando a policial.
Outros policiais e personagens aparecem. Vem um policial que investigava o tráfico de Pol López. As relações são muito tensas. O policial que sempre quer afastar a policial é Manolo Solo
Beijos,
Pedrita

sexta-feira, 5 de junho de 2026

O Morro dos Ventos Uivantes

Assisti O Morro dos Ventos Uivantes (2026) de Emerald Fennell na HBOMax. Eu sempre acho que já li esse livro, confundo com outro. Eu vi duas adaptações que amei. Acho que vi a colorida antes da preta e branca, as duas são ótimas, com concepções diferentes, mas lindas. Esse é estranho. 

Escolheram uma filmagem exótica, fantasmagórica. Em alguns momentos até parecia filmes de contos de fadas. Volte e meia Margot Robbie está sozinha. Tem um em uma sala, cheia de luzes, quadriculados, e sua saia vermelha. Sozinha no espaço. Ou essa cena dela de noiva andando sozinha nas colinas. Tudo é propositalmente artificial, mas não gostei, achei que não funcionou. 
Não lembrava o quanto ele era perverso. No filme carregam a enésima potência. Os dois são lindos e maravilhosos. Jacob Elordi é belíssimo! É uma clássica história de amor que não se realiza e acaba em tragédia.

O pai da jovem pega o garoto pra criar. Naquele modelo antigo, ele trabalha, é praticamente um escravizado. O pai é violento com o garoto e com sua filha. Os dois ficam jovens rebeldes. Na infância eles são Owen Cooper e Charlotte Mellington.
Tudo é exagerado, beirando o mal gosto, artificial e grosseiro. 


Beijos,
Pedrita