quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

De Onde Vem?

Assisti De Onde Vem? (2001) na TV Escola. Esse programa é realizado pela TV PinGuim e passou também na TV Cultura, TV Rá-Tim-Bum e no Canal Futura. Eu vi sobre o fósforo. Há um documentário que mostrava como são feitos os fósforos. Confesso que não sabia e achei incrível que o fósforo mesmo está na caixinha. No palito do fósforo é um combustor.

Depois vem uma animação com a Kika mostrando como usar o fósforo. Eu já tinha visto trechos dessa animação, mas nem sabia que a menina se chama Kika. Adorei De Onde Vem? Vou tentar assistir outros. 

Beijos,
Pedrita

domingo, 23 de fevereiro de 2014

Festival CCBB de Carnaval - Original PE e Olinda

Fui ao Festival CCBB de Carnaval - Original PE e Olinda. Primeiro a Orquestra de Frevo Henrique Dias caminhou pelo centro de São Paulo tocando muito frevo e marchinhas conhecidas. Participaram também dois belos e alegres passistas e dois homens vestidos com perucas coloridas de fios e roupas típicas. A cada trecho do percurso, aumentava o público.

Depois no palco na Praça Patriarca se apresentou a banda Mombojó. Irreverentes, tocaram rock e músicas que misturavam ritmos.

Por último se apresentou o simpático Siba com seu figurino colorido, de camisa colorida, calça de tecido e sapa-tênis. As músicas também misturavam ritmos, mas eram mais tranquilas.

Beijos,

Pedrita

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Nunca Fomos Tão Felizes

Assisti Nunca Fomos Tão Felizes (1984) de Murilo Salles no Cinemax. O filme é baseado no conto de João Gilberto Noll. Esse filme é bem político embora apareça muito pouco conflitos armados. Um rapaz sai de um colégio católico, o pai vai buscá-lo. Mas ele é colocado em um apartamento vazio e o pai vai ligar de vez em quando e marcar muito raramente algum encontro em algum lugar.

As ausências são intermináveis. O pai é interpretado pelo Cláudio Marzo e o rapaz pelo Roberto Bataglin. Suzana Vieira, Antônio Pompeo e José Mayer fazem participações. Apesar das fotos o filme é colorido.

Beijos,
Pedrita

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

As Diabólicas

Assisti As Diabólicas (1955) de Henri-Georges Clouzot no Arte 1. Eu vi poucos filmes desse diretor consagrado, fiquei feliz que o canal o tem homenageado com seus filmes. Eu tinha visto o de 1996 com a maravilhosa Isabelle Adjani. Mas é óbvio que esse do Clouzot é uma obra de arte. Tudo é maravilhoso. Cenários, fotografia e o roteiro baseado no romance policial de Boileau-Narcejac.

E que atrizes: Simone Signoret e a brasileira Vera Clouzot casada com o diretor. Vera Clouzot interpreta a dona de uma escola. Ela casou com um homem muito comum hoje em dia. O homem não tem nada, então procura uma mulher com herança e um pouco de dinheiro, não precisa ser rica. Ele passa a administrar os negócios dela com pouquíssimo dinheiro para ficar com a maior parte e gastar com outras mulheres. Quando a mulher reclama, ela apanha.

Ela e a amante não suportam mais os maus tratos desse homem. Então elas se juntam para matá-lo. O filme As Diabólicas é incrivelmente bem realizado, edição impecável. As crianças trazem ingredientes incríveis a essa trama. É desconcertante a angústia dessas mulheres no meio de crianças. Genial! O marido é interpretado por Paul Meurisse. Muito legal o escrito final, para que a gente não conte a ninguém o desfecho. Hoje em dia é difícil esconder um segredo de um filme.

Beijos,
Pedrita

sábado, 15 de fevereiro de 2014

Jogo de Cena

Assisti Jogo de Cena (2007) de Eduardo Coutinho no Arte 1. O canal resolveu homenagear o diretor e tem passado os seus filmes. Sempre quis ver esse desde que estreou nos cinema. É um jogo, mulheres e atrizes contam uma parte de suas vidas, não sabemos quem interpreta ou quem fala de sua própria trajetória. Só algumas atrizes consagradas que termos a certeza da interpretação. É simplesmente genial!

Foi colocado um anúncio para as mulheres que quisessem participar de um teste. Depois convidaram atrizes para assistir o bruto ou editado e interpretarem. Fizeram então uma edição misturando tudo como em um jogo. Histórias lindas, mulheres diferentes. Algumas atrizes também contaram como escolheram fazer aquela mulher. As mulheres também contaram para o Coutinho como se sentiram. É inteligente, ágil e surpreendente.

Estão no elenco Fernanda Torres, Marília Pêra, Andrea Beltrão e Mary Sheyla. O diretor misturou mulheres desconhecidas com atrizes não tão conhecidas. Fica difícil saber se alguém interpreta ela mesma, ou se é uma atriz. Genial! Jogo de Cena pode ser estudado na psicologia, no teatro, na antropologia. As atrizes tiveram dificuldade de interpretar a força de uma das mulheres, é algo que fica melhor no real do que na ficção. Esse jogo é fascinante. Jogo de Cena ganhou APCA de Melhor Filme.



Beijos,
Pedrita