terça-feira, 14 de abril de 2026

A Solidão do Amanhã de Henrique Schneider

Terminei de ler A Solidão do Amanhã (2022) de Henrique Schneider da Dublinense. Tem um tempo que comprei esse livro, gostei muito! 

Obra Mate Amargo (1976) de Glauco Rodrigues

Em 1972, um amigo do filho precisa ir até perto da fronteira do Uruguai, em Aceguá. O pai do amigo é um funcionário público caxias, nunca falta, mas entende que precisa ajudar o garoto de 21 anos. Ele cresceu com o filho, são inseparáveis, conhece os pais, não pode abandonar o garoto nesse momento difícil. Começa então um road book. O tio orienta que na viagem eles falem de amenidades, quanto menos souberem, melhor. Organiza tudo para ser o mais protegido possível. Os narradores se alternam, ficamos sabendo um pouco do passado dos personagens, mas a trama segue mesmo no presente. Adoro obras com recortes claros, sem passado e futuro, praticamente só com o presente.
Obra (1969) de Carlos Paéz Vilaró

Em Aceguá, um homem leva o garoto de madrugada na carona da bicicleta. O rapaz pergunta quando chegará ao Uruguai e o homem fala que eles já estão no Uruguai, que também vive tempos difíceis como no Brasil. Fiquei curiosa em ir conhecer o Uruguai indo a pé por Aceguá. Eu não conheço o Uruguai, mas é um país que está na minha lista de desejo faz tempo. Tenho amigas que foram e amaram e alguns livros me inspiraram conhecer o país.
Beijos,
Pedrita

2 comentários:

  1. Pois não conheço o autor mas fez-me lembrar o género de histórias de caminhantes.
    Estou a ler um livro por sugestão sua e para já estou a gostar.
    O Uruguai tem muitas raízes lusobrasileiras e inclusive o Português é uma língua importante por lá, além de ter a impressão de ter uma qualidade de vida mais próxima da europeia

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  2. Adoro road books acho sensacional o "olhar narrativo" onde as paisagens e pessoas são "personagens" do livro.
    Tbm adoro tramas inseridas no "presente" aquela pegada do aqui e agora.
    Levo a indicação já!

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