Anora é uma profissional do sexo bem do jeito que homem acha que é. Ela trabalha em um inferninho. Em geral homens que pagam por sexo quando querem algo diferente, mas no filme não é isso o que acontece. Elas são todas jovens mulheres, pequenas, sorridentes e parecidas. Homens gostam de fetiches nesses lugares, sempre há mulheres diversas de idade, nacionalidade, corpos diferentes. Mas no do filme é só mulheres gostosinhas, pequenininhas e bonitinhas, no diminutivo mesmo. Esse olhar machista do filme foi o que mais me incomodou. Mikey Madison está muito bem, a interpretação dela é o melhor do filme.
Ela conhece um mimadinho russo de Mark Eydelshteyn, mais caricato que nunca. Eles se divertem muito e ele começa a contratá-la por mais tempo. Tudo vai muito bem, porque ela aproveita muito, vai em festas, conhece os amigos. Eles bebem muito, usam drogas, todos inconsequentes, mas ela se diverte e ainda ganha bem por isso. Como alguns filmes recentes do gênero, nenhum amigo tenta pagar a jovem pra se divertir também, eles não se divertem junto no sexo, tudo falso, não tentam abusar dela. São todos legaiszinhos com ela, no diminutivo também. Até que eles resolvem casar em Las Vegas. Pra ela é péssimo, porque até então ela ganhava bem pra se divertir com ele e com o mundo dele, ficava na belíssima mansão. Com o casamento tudo fica enfadonho e ainda sem ganhar um tostão.O casamento chama a atenção da família na Rússia que manda seus capangas malvados resolverem a questão. É um show de clichês, como pode um filme desse ganhar um Oscar? O rapaz foge, a jovem é torturada, maltratada, mas tudo até certo ponto, esquisitíssimo, falso, enfim. Aí vem o pior do filme. Esse grupo infeliz passam a noite procurando o foragido pra anular o casamento e levam ela junto. Como o filme fica chato e caricato. A família do rapaz é outro clichê, tudo ruim. Como disse, dá pra ver. O final é tão machista, mas tão machista que me deu enjoo. Mulheres precisam de homens salvadores, mesmo que sejam os seus torturadores, enfim, dá pra ver, mas não dá pra ganhar prêmio. É um filme machista pra colocar jovens mulheres nuas ou quase pra seus próprios fetiches.





Achei o filme idiota, bobo e sem pé nem cabeça.
ResponderExcluirBeijo,
liliane, resumiu bem, idiota.
ExcluirHuuum, gostei da resenha. Ainda não vi esse filme, mas por tudo que li, já havia formado uma opinião parecida. O prêmio dado a essa obra foi uma provocação!
ResponderExcluirBeijo
marly, eu esperava pouco, mas não tinha ideia que era tão machista. não entendi a premiação.
ExcluirVou guardar a sugestão.
ResponderExcluirIsabel Sá
Brilhos da Moda
isa, é bem mais ou menos.
ExcluirAcho que você foi bem severa em sua crítica ao filme. Não era pra ganhar Oscar (fiquei até embasbacado que a Academia, tão bonitinha, politicamente certinha - assim no diminutivo mesmo tenha premiado Anora).
ResponderExcluirEu achei o filme ótimo, nada machista. Mikey Madison está perfeita no filme. E você reclamando que não tentaram abusar dela???? Na sua visão todo homem é um abusador? Só o final deixou a desejar pra mim.
eduardo, não acho. e até linda mulher que romanceava muito a profissão, o melhor amigo tenta abusar da escolhida. sim, bem no diminutivo. profundamente machista, do primeiro ao último respiro. sim, ela está maravilhosa, é o melhor do filme.
ExcluirNão assisti o filme mas ouvi falar dele bom e mau, Pedrita feliz quinta-feira bjs
ResponderExcluirlucimar, eu só ouvi falar mal, não tanto qt eu, mas bastante.
ExcluirNa ocasião do Oscar, assisti, mas não gostei.
ResponderExcluirheloisa, é bem mais ou menos.
ExcluirNão achei ruim, tbm não achei bom, bem mais ou menos, muito estereotipado e machista demais.
ResponderExcluirTalvez eu tenha má vontade porque (claro) preferia Fernanda Torres e Ainda estou aqui (não só por ser nacional, adoro cinema nacional, mas porque acho que é mesmo melhor que Anora).
Pra ser justa a interpretação de Mikey Madison salva Anora😉
luli, sim, muito fraquinho. um bom filme, mas jamais pra ganhar como melhor filme. dá pra ver. sim, ela está ótima. é o melhor do filme.
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