O país é o Chile na Ditadura de Pinochet. O mundo pressiona o fim da ditadura. Para fingir que não há ditadura no Chile eles criam um plebiscito em 1988, sim pela ditadura e Pinochet e não pelo fim do sistema e eleições livres. Os chilenos não acreditam no plebiscito então as pesquisas mostram que mais de 74% não vão votar. Para fingir uma democracia o governo permite 15 minutos de campanha para cada lado. Um grupo resolve então contratar um grande publicitário para fazer a campanha e é interpretado pelo Gael Garcia Bernal.
Ele se depara então com vídeos arcaicos, dramáticos. É difícil convencer o grupo que algo alegre irá motivar todos a irem às urnas. O tema é alegria, o logotipo é um arco-íris e eles vencem o plebiscito. Também os vídeos não podem ser censurados, os 15 minutos diários são muito importantes. Eles ficam na dúvida se a ditadura vai forjar os resultados, mas a visibilidade, as filas, chamam a atenção da imprensa internacional e fica impossível negar que o Não venceu. Gostei muito! Além de um filme político importantíssimo sobre a liberdade, é uma aula de marketing. Alguns outros do elenco são: Alfredo Castro, Luis Gnecco, Néstor Cantillana, Marcial Tagle e Antonia Zegers. O diretor Pablo Larraín ganhou prêmio de Melhor Diretor no Festival de Cannes por esse filme e prêmio do júri na Mostra Internacional de Cinema.
Vídeos da campanha do No.
Beijos,
Pedrita















