Assisti ao programa sobre os 200 Anos de Chopin no Starte da GloboNews. O programa falou das comemorações a Chopin no Brasil com os pianistas Maria João Pires, Nelson Freire e Cristina Ortiz. Eles falaram de Chopin, tocaram obras. Mostraram Maria João Pires e Nelson Freire tocando na Sala São Paulo e Cristina Ortiz na Sala Cecília Meireles. Nelson Freire falou da inspiração que teve ao ouvir Guiomar Novaes tocar Chopin. Foi um belíssimo programa. É possível ver nesse link.
Assisti Quem Tem Medo de Virgínia Woolf? (1966) de Mike Nichols no Max. Sempre quis ver esse filme baseado no belíssimo texto de Edward Albee. Adoro os textos e as peças baseadas nos textos desse grande dramaturgo. Eu tinha inclusive visto o espetáculo de mesmo nome no Teatro Alfa com a Marieta Severo e o Marco Nanini. Elizabeth Taylor simplesmente arrasa, belíssima e contundente, foi uma das melhores interpretações que já vi na vida. Richard Burton também está impressionante. Os personagens desses grandes atores são casados, voltam de uma festa. Trocam farpas inteligentes e intelectuais o tempo todo. Ela é esposa do reitor da universidade, ele um professor. Eles têm um casamento longo e neurótico.
Chega de madrugada então um casal jovem supostamente amigo deles. Regados a muito alcool, eles de degladiam por horas.Quem Tem Medo de Virgínia Woolf? se passa então nessa madrugada. Ótimo os atores George Segal e Sandy Dennis que fazem esse casal, outra dupla neurótica, mas ainda mais sutil.Quem Tem Medo de Virgínia Woolf? ganhou 5 Oscars, claro que os dois protagonistas ganharam o Oscars de Melhores Atores. A fotografia também ganhou e é maravilhosa.
Assisti ao programa especial sobre o Sean Connery no GloboNews. Esse ator completa 80 anos e foram feitas muitas homenagens pelo mundo. Minha mãe também adorou esse especial. Inicialmente falaram muito do personagem estourou e o fez famoso, o 007. O jornalista e crítico Luiz Carlos Merten foi entrevistado e falou desse grande ator. Ele falou das pequenas pontas que fez antes do personagem que o marcou. O programa mostrou a cena do Sean Connery recebendo da Rainha da Inglaterra o título de Sr. Ainda mostram cenas dos filmes O Nome da Rosa, Os Intocáveis que lhe rendeu seu único Oscar, ironicamente de Melhor Ator Coadjuvante. Link com o vídeo do programa.
Assisti Confissões de Uma Mente Perigosa (2002) de George Clonney no HBO Plus. Eu tinha uma expectativa alta com esse filme, George Clooney tem seguido caminhos profissionais muito interessantes, mas me decepcionei com esse filme. Até mesmo não entendi porque ele fez algo tão esquemático como os filmes americanos, tenha escolhido um roteiro tão clichê americano. Confissões de Uma Mente Perigosa é um livro que um grande criador da televisão americana escreveu, o Chuck Barris, o criador do Namoro na TV, do programa de calouros onde quem canta mal leva uma gongada. No livro Chuck Barris diz ter sido um matador da CIA. Muitos duvidam, o próprio diretor deixa a dúvida, mas tudo é tão tosco que parece mais um outro sarcamos desse business show.
Sam Rockwell está excelente como Chuck Barris, tanto que ganhou vários prêmios de Melhor Ator. O par romântico do Chuck Barris é interpretada pela ótima Drew Barrimore. George Clooney interpreta o possível aliciador da CIA, Julia Roberts interpreta uma possível agente. O elenco continua estrelado: Maggie Gyllenhaal e Rutger Hauer. Fazem aparições relâmpagos Brad Pitt e Matt Damon. Confissões de Uma Mente Perigosa é um filme arrastado, lento e cansativo. Foi difícil ver até o final. O mais interessante é ver a história desse criador e da televisão, ver que tudo foi criado antes e que nem sempre o caminho foi fácil. Quando ele criou o Namoro na TV foi recusado, passou uns anos, com a década de 70, as discussões de amor livre e a tentativa de ter algum programa leve, fizeram ser estreado. Chuck Barris foi muito criticado por ter criado programas de televisão de baixa qualidade, ganhou fortunas e foi copiado pelo mundo todo.
Assisti Criminal do dramaturgo argentino Javier Daulte no SESC Pinheiros. Queria muito ver esse espetáculo desde que soube que ia ser montado. A direção é de Pedro Granato. É uma delícia de espetáculo, me diverti muito. O melhor é saber pouco da trama para descobrir as sutilezas e surpresas. Mesmo vendo muitas matérias sobre esse espetáculo, não li porque gosto de descobrir sem ter informações, gosto das surpresas e fiz bem, porque são as surpresas a mágica desse espetáculo. Começa com um homem procurando um psicólogo pra que ele evite um assassinato. O resto é bom descobrir na trama. O elenco é ótimo: Eduardo Semerjian, Gabriela Caraffa, Diego Torraca e Ernanin Sanchez. Criminal é ágil, curto, com um texto brilhante e dura apenas 50 minutos. Como a maioria dos espetáculos no SESC, é curta temporada, até 2 de outubro. Os ingressos custam somente R$ 20,00, mas precisam ser comprados com antecedência, porque está lotando. A vantagem dos SESCs é q os ingressos podem ser comprados em qualquer unidade.