sexta-feira, 12 de janeiro de 2024

Ehrengard: A Arte da Sedução

Assisti Ehrengard: A Arte da Sedução (2023) de Billie August na Netflix. Descobri esse filme por um acaso, gosto muito desse diretor dinamarquês. É baseado no livro de Karen Blixen.

O protagonista é um pintor sedutor. Uma Grã-Duquesa se vê em apuros com o filho e pede a ajuda do artista. A direção de arte é belíssima, os lugares uma verdadeira inspiração. Lindo o elenco. Ele é Mikkel Folsgaard. A Grão-Duquesa, Sidse Babett  Krundsen.
Como moeda de troca pelos serviços, ele pede a contratação de sua musa, com a intenção de seduzi-la. A bela musa é Alice Bier Zanden. A Duquesa aceita, faz uma aposta pela conquista e ainda pede que seja informada de todos os detalhes picantes.

Beijos,
Pedrita

terça-feira, 9 de janeiro de 2024

Nuovo Olimpo

Assisti Nuovo Olimpo (2023) de Ferzan Õzepetek na Netflix. É uma bela história de amor com todos os clichês do gênero, depois da grande paixão eles se desencontram por décadas mesmo se procurando. O diretor é turco, naturalizado italiano.
 

Eles se conhecem em um cinema que tem encontros entre apaixonados. Um é estagiário de cinema, cursa cinema e o outro estuda medicina em outra cidade. 
A casa onde eles se amam é belíssima, os cenários em Roma são deslumbrantes. A trilha sonora é ótima. Como são lindos Damiano Gavino e Andrea di Luigi. Eles se amam nessa casa que era de uma conhecida de um deles, voltam ao cinema, marcam um jantar que nunca acontece. Uma manifestação acontece na cidade, um machuca o braço, clichê do clichê um acidente os separa e nunca mais se veem.

Depois de décadas, os dois bem sucedidos em suas profissões, é que eles se comunicam. Não gostei do desfecho depois do reencontro, mas adorei o take final. Eram os atores? O jantar de fato aconteceu? Só no filme que separaram os dois? Foi legal.

Beijos,
Pedrita

domingo, 7 de janeiro de 2024

O verão em que mamãe teve olhos verdes de Tatiana Tibuleac

Terminei de ler O verão em que mamãe teve olhos verdes (2017) de Tatiana Tibuleac da Mundaréu. A escritora é da Moldávia, de expressão romena. Eu amei essa capa que tem a obra Duck Haws (1822) de John James Audubon.

O marcador de livros é do Museu Van Gogh de Amsterdam, sei que ganhei, mas não lembro detalhes de como chegou aqui e por quem. 


Obra Jogos Perigosos (2023) de  Irina Greciuhina

Eu não lembrava o motivo desse livro ter ido pra minha lista, eu separo em uma lista, livros que gostaria de ler, pra escolher alguns pra adquirir em feiras de livros. Quando comecei, entendi. Mãe e filho tem uma relação muito conturbada. Os pais amavam profundamente a irmã dele, que morre. A mãe se afasta do filho pra trabalhar a sua dor e o esquece. Ele tem problemas psiquiátricos. O livro é intenso, profundo. O narrador é esse filho que conta a sua história. Vamos conhecendo a história entrelaçadas entre passado e presente. Como são os pensamentos do narrador, ele fala sem pudores de sentimentos controversos que temos, aqueles que não revelamos pra ninguém, mas que eles surgem. É um livro corajoso, que vai para lugares profundos. Que encontra compreensão em quem viveu momentos controversos como o protagonista.
 
Obra Flores Brancas (2022) de Marina Skromova

É quando sua mãe tem um câncer terminal que a relação deles fica linda. São muito poéticos os dias que viveram na casa de verão perto da praia. A mãe ganha finalmente leveza. Os dois passam a ser afetuosos um com o outro. A passear, a ver a noite, a dançar na praia. São tão lindos os momentos. Inicialmente ela que cozinha e faz as compras, com o tempo ele vai assumindo as funções. É muito lindo!

Beijos,
Pedrita

sábado, 6 de janeiro de 2024

Pérola

Assisti Pérola (2023) de Murilo Benício no Telecine Premium. O filme estreou em uma segunda, até hoje não entrou no Now, tive que ver na busca pelo controle remoto voltando no dia que passou. Não sei se o Telecine pela internet disponibilizou o filme. É baseado no texto de Mauro Rasi. Eu vi a peça que era um sucesso, vivia lotada e tinha Vera Holtz como Pérola e foi inesquecível. Agora Pérola é Drica Moraes.

Mauro Rasi se inspirou em sua própria história, pra contar a vida de sua mãe Pérola e de sua família que vivia em Bauru, interior de São Paulo. O filme começa com a morte de sua mãe e é narrado por seu filho interpretado por Leonardo Fernandes.
O filme passa em idas e vindas contando a história dos seus pais alegres, que amavam receber, tinham uma bela casa. A piscina é um personagem, era o sonho de sua mãe e demorou anos pra ser construída. Rodolfo Vaz faz o pai. Sua irmã, Valentina Bandeira. Alguns outros do elenco são Claudia Missura, Louise Cardoso, Mariana Armellini e Lavínia Pannunzio.

Vera Holtz como Pérola.


Beijos,
Pedrita

sexta-feira, 5 de janeiro de 2024

Boomika

Assisti Boomika (2021) de R. Rathindran Padran na Netflix. Vendido como filme de terror, é chato uma boa parte e fica lindíssimo depois.

O começo é um filme b clássico de terror. Um bando de ator sofrível com uma história mais sofrível ainda. O lugar é belíssimo! Um jovem vai com umas amigas pra um lugar grande, com vários prédios históricos onde até abrigou uma escola, mas ainda não sabemos. Ele é contratado por uma empresa e vão construir prédios no local. Tem muita mata, prédios antigos. Tem uma histérica que só berra. Todas são lindas, vinda de Boolywood, mas elas são bem sem função. O pobre do funcionário é de casta inferior então sempre senta abaixo dos outros, de cabeça baixa.
Eles são assombrados pelo espírito de Boomika. Até eles descobrirem isso são gritos e mais gritos, falta de energia, sustos. Quando conta a história de Boomika é muito emocionante. A jovem autista vivia com o pai no colégio que não a aceitava. Ela era brilhante e ainda pintava lindamente. O mesmo que acontece nos dias de hoje acontece no colégio, um grupo chega pra expandir o espaço como no passado. A menina começa a sofrer com os cortes de árvores. É muito lindo e triste!
Beijos,
Pedrita