Assisti Bastardo (2019) de Mathieu Mortelmans na PrimeVideo. Eu procurava pelo filme homônimo que vem sendo muito elogiado, achei esse, resolvi ver. Muitos filmes europeus vem debatendo questões financeiras e de classes sociais em filmes. Esse é muito interessante por ser bastante complexo.
Uma família está devastada pelo luto. A mãe está depressiva e é o filho que cuida dela. O pai está sempre ausente. Ela é Tine Reymer. O filho que sobreviveu é Spencer Bogaert e o pai, Koen De Bouw.
Um rapaz órfão de Bjarne Devolder se aproxima da família. Ele vive na rua e é muito semelhante ao filho que morreu. A mãe sente empatia pela semelhança e começa a querer o rapaz na casa. É na verdade uma mansão, muito abandonada, e o rapaz passa a fazer pequenos serviços. O pai e o outro filho não querem o rapaz morando na casa, mas acabam cedendo. Em vez do outro filho investigar o bastardo, ele começa na verdade a rivalizar com o garoto. Os dois passam um a um a pregar peças um no outro, o que só torna mais complexa a trama. E parece que o filho passa a ter interesse sexual no bastardo. Enquanto a mãe vê o rapaz como o filho que morreu, o bastardo vê ela como mulher. É uma trama bem complexa.
Beijos,
Pedrita






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