terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Rebobina: Não se Reprima

Assisti ao programa Rebobina: Não se Reprima no Canal Viva. Descobri esse programa por um acaso, só vi esse. É meia hora, o apresentador é o divertido DJ José Pedro. Os convidados que participaram foram: a ótima Maria Alcina, Rodrigo Fagundes e Letícia Lima.

Vocês imaginaram qual o tema do programa, a base era a banda Menudos. Depois falaram de Dominó, Polegar. Dos filmes da época, Curtindo a Vida Adoidado, Garota Rosa Shoking, com muitas imagens. Divertidas também as participações. Rodrigo Lima disse que assistiu 27 vezes os Goonies. Letícia Lima disse que já tinha visto uma apresentação do Menudos ou Polegar, que ela não sabe distinguir a diferença e que era uma banda cover. Maria Alcina disse que na época dos Menudos estava com a canção Calor na Bacurinha e fez a interpretação no programa. Rodrigo Lima levou um fofão e Letícia Lima contou que tinha a lenda da faca dentro e que ela rasgou o seu pra procurar e no dela não tinha. O programa é muito divertido, só 30 minutos, merecia bem mais tempo.

Beijos,
Pedrita

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

As Damas de Bois de Boulogne

Assisti As Damas de Bois de Boulogne (1945) de Robert Bresson no Arte 1. Um dia antes eu vi que esse filme estava na programação do Arte 1. Já tinha começado e eu não vejo filmes começados. Fiz bem porque a explicação da vingança é logo no começo. Eu sei que o Arte 1 coloca os filmes mais vezes quando está na programação, em dias e horários diferentes. Fiquei felicíssima que no dia seguinte estava no horário que mais gosto, perto das 20h.

Uma mulher lindíssima e muito inteligente, interpretada por Maria Casares, percebe o desinteresse do homem que está há dois anos, interpretado por Paul Bernard. Ela arquiteta um diálogo e ele cai direitinho, pulando fora sem remorso da relação. Ela arquiteta então um elaborado plano de vingança. Eu detestei esse homem. Além de egoísta, ele não tem pudor nenhum, só quer conquistas.

Entra então uma mulher de reputação duvidosa. Uma doce bailarina e sua mãe, interpretados por Elina Labourdette e Luciene Bougaert. Em um jogo perverso, a mulher abandonada faz essa bailarina uma mulher honesta e manipula os dois e os sentimentos dos dois.

O filme é incrível, ainda são muito marcantes as expressões vindas dos filmes mudos, mas a direção é econômica em sentimentos e gesto. Inicialmente Sergio Rizzo comentou o filme. Eu particularmente não gostei do filme, achei romântico e destoante. Não achei esse homem nobre para nenhuma das duas.
 
Beijos,
Pedrita

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

CD O Cravo Brasileiro

Ouvi o CD O Cravo Brasileiro (1988) de Rosana Lanzelotte. Eu gosto muito dessa cravista, belíssima capa. Ronaldo Miranda que escreve o texto que apresenta o CD. A maioria das obras foram compostas especialmente para cravo exceto as de Santoro, Korenchendler e Nazareth. De grande complexidade e beleza as obras de Osvaldo Lacerda, Ernani Aguiar e Caio Sienna. Não conhecia as obras de David Korenchendler, gostei muito, adorei especialmente Conversa Informal e Allegro ma non Troppo. É um belíssimo CD, adorei as composições e a interpretação. O CD foi gravado na UNIRIO com um cravo Abel Vargas de 1987. É possível achar esse CD para comprar na Loja Clássicos.

Osvaldo Lacerda – Sonata:
Allegro Giusto / Andantino con moto / Allegro Vivo
Antonio Guerreiro – Suite
Entrada / Forró Urbano / Cantiga / Penteado e Bordão
David Korenchendler: Momentos Brasileiros:
Conversa Informal / Folias em Eisenach / Allegro ma non Troppo
Ernesto Nazareth:
Batuque / Fon-fon / Escorregando / Odeon
Ernani Aguiar – Peças de Ocasião:
De viola sem rabeca / Allegro / À Brasileira / Meio choro / Dobrado
Caio Sienna: Convulsões Delicadas
Claudio Santoro:
Prelúdio 1 / Prelúdio 7 / Prelúdio 12

Beijos,
Pedrita

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Meu Deus!

Assisti a peça Meu Deus! no Teatro Tuca. Quando fui assisti Através do Espelho no Tucarena eu vi que essa peça ia estrear no Tuca. Eu quis muito ver quando esteve em cartaz no Teatro FAAP, mas não consegui. Agora até foi difícil porque está muito lotada.

O texto é da israelense Anat Gov. A direção é de Elias Andreato. Dan Stulbach interpreta Deus e Irene Ravache a psicóloga. Seu filho autista é interpretado por Pedro Carvalho. Fotos de João Caldas.


Deus resolve marcar uma consulta com uma psicóloga. Muito engraçado ele dizendo quem é, e obviamente ela achando que é algum transtorno. Há vários momentos engraçados, o texto é muito inteligente. Um pouco religioso, já que o texto acredita na existência de Deus, fala da bíblia como um fato e acredita no que os homens atribuíram a ele das suas realizações, então nem sempre me identifiquei com o texto. A parte terapêutica é muito bem realizada. Aos poucos essa psicóloga começa a tratar mesmo Deus como um paciente e o ajuda. Os dois estão excelentes. Amei os figurinos de Fause Haten. Meu Deus! fica em cartaz até 29 de março.

Beijos,
Pedrita

domingo, 25 de janeiro de 2015

Trapaça

Assisti Trapaça (2013) de David Russell na HBO. Eu queria muito ver esse filme, tinha ouvido falar bastante. Trapaça é um filme inteligente, muito bem editado com um elenco incrível. Começa com um casal inusitado. Os dois vieram debaixo, pelas adversidades aprenderam a ganhar dinheiro. Eles se conhecem em uma festa, se apaixonam e começam a fazer trapaças juntos.

Eles são presos e um ambicioso chefe da FBI pede que eles ajudem  a pegar políticos corruptos trapaceando. O elenco belo e talentoso é: Christian Bale, Brady Cooper, Amy Adams, Jeremy Renner e Jennifer Lawrence. Robert De Niro faz uma pequena participação.

Trapaça é ambientada na década de de 70  e inspirada em fatos reais. Excelente reconstituição de época. lindos figurinos e uma trilha sonora incrível.

Beijos,
Pedrita