O pai desse menino é um homem todo atrapalhado. Ela já é uma mulher bem sucedida, bem casada. Ela é produtora de exposições e o marido editor de livros de sucesso. Os dois tem muitas afinidades intelectuais e uma vida financeira muito confortável. O pai do colega do filho pode perder a guarda do filho porque não tem dinheiro, morou em uma van um tempo com o filho. Atualmente mora em um buraco no prédio. Ele começa a consertar o apartamento do casal, acaba indo morar no quarto de empregada. O pai do garoto é interpretado por Benoît Poolvoorde.
O filme é muito engraçado e bem pouco convencional. Apesar da identificação intelectual do casal, eles vivem como pinguins, como diz o marido. São frios nas relações entre si, inclusive com o filho. O marido é interpretado por André Dussolier. Outra do elenco é Virginie Efira. Os meninos são interpretados por Corentin Devroey e Donatien Suner.
Já esse homem atrapalhado é mais afetivo, mas também instável. O que mais gostei é que os defeitos e qualidades continuam. A aproximação desse pai e filho muda a vida deles, ela fica mais sensível, o marido resolve procurar afeto, mas eles continuam quem são. Ela continua mais fria, o pai do rapaz continua atrapalhado e sumindo sempre que faz algo errado. Eles são imperfeitos e é essa imperfeição que faz o filme tão real. Adorei!
Beijos,
Pedrita


















