domingo, 19 de setembro de 2021

Vidas em Papel

Assisti Vidas em Papel (2021) de Can Ulkay na Netflix. Que filme lindo! É sobre um catador de papel, ele coordena uma equipe de adultos, jovens e crianças que pegam lixos pra reciclar, paga cada um e vende. 

Ele (Çagatay Ulusoy) está muito doente, aguardando um transplante de rim. Para isso junta dinheiro, quando a fila do doador chegar nele, ele vai precisar de dinheiro pra pagar a cirurgia.
Até que aparece uma criança (Emir Ali Dogrul) toda machucada, apanhou de seu padrasto e ele começa a cuidar do garoto. Como a maioria da equipe não sabe a sua data de nascimento, as festas de aniversário são para todos. É tudo muito lindo! Lindo também os amigos do protagonista. O que o acolheu quando criança (Turgay Tanulku) e ensinou tudo e seu amigo atrapalhado (Ersin Arici).
O filme faz muito pensarmos sobre crianças, moradores de rua, reciclagem de lixo, solidariedade, união, empatia e família que a gente cria. É muito profundo.
Beijos,
Pedrita

sábado, 18 de setembro de 2021

Se Eu Ficar

Assisti Se Eu Ficar (2014) de R.J. Cutler no TelecinePlay. É um drama romântico muito, mas muito trágico. A trilha é bonita e está no Spotify. Eu adoro a Chloe Grace Moretz e recentemente vi o ator que faz o par romântico com ela interpretado por Jamie Backley.

Uma jovem violoncelista chama a atenção de um jovem roqueiro na escola. Ele tem uma banda. O filme é baseado no livro de Gayle Forman que não entende nada de música clássica e romanceia violoncelistas. Acha que eles só tocam solo e música de um único período estético.  Não tem a mínima ideia que violoncelistas tocam em orquestras, duetos, quartetos, octetos, enfim, uma equivocada. Também não sabe que jovens violoncelistas participam de concursos. Não  vou dar spoilers.


Beijos,
Pedrita

sexta-feira, 17 de setembro de 2021

Inabitável

Assisti ao curta Inabitável (2020) de Matheus Faria e Enock Carvalho no Canal Brasil. Eu quis ver esse filme quando esteve em cartaz no Festival de Cinema de Gramado no ano passado e ganhou Melhor Filme pelo Júri, Melhor Roteiro, Prêmio Canal Brasil de Curtas e Melhor Atriz para a incrível Luciana Souza. mas não consegui. O curta vem viajando e impressionando pelo mundo. Com muitos prêmios: Prêmio Revelação no Cinélatino Rencontres de Toulouse, Prêmio Borboleta de Ouro e Favoritos do Público no Kinoforum, Melhor Interpretação pra Luciana Souza no Festival Mix Brasil, e muitos outros. Fiquei muito feliz quando vi pelas redes sociais que vai passar no Canal Brasil. Assisti voltando na primeira data pelo controle remoto.

É muito lindo e triste! Uma  mãe procura a sua filha que saiu à noite e não voltou pra casa. Ela vai na casa da amiga, um pouco longe. A amiga liga pra algumas pessoas, mas ninguém sabe da jovem. Muito lindo que a amiga da filha vai com a mãe pra ajudar a ver os objetos da filha pra ver se tem alguma pista. Lindas as atrizes que interpretam as amigas Sophia William e Eduarda Lemos. Nós só vemos a filha quando a mãe acha uma linda foto da filha nos objetos dela.
Uma amiga do bairro também ajuda interpretada por Erlene Melo. Lindo as duas acompanhando a mãe na busca, pregando cartazes, na polícia, na identificação de um corpo. Me emocionei com essas amigas que não abandonam essa mãe angustiada. Também muito bonito quando a amiga pergunta se de repente ela não tinha um namorado que não contou e a mãe disse que a filha contava tudo e a amiga da filha confirma. Pareciam que mãe e filha eram muito unidas. A mãe acha um objeto estranho, que esquentava e essa traquitana dá uma surrealidade a trama.

Beijos,
Pedrita

quarta-feira, 15 de setembro de 2021

The Halcyon

Assisti a série The Halcyon (2017) de Charlotte Jones na ClaroTV. Era pra ter vingado e ter outras temporadas, mas não vingou e as continuações foram canceladas. É uma série sobre hotéis, há várias. O diferencial é que essa é ambientada na Segunda Guerra Mundial, em Londres.

Logo o dono do hotel (Alex Jennings) morre. Ele tinha um casamento de fachada e vários casos extra conjugais bastante ruidosos. A série tem alguns problemas, falta naturalidade nas tramas que acontecem bem artificialmente. Um dos filhos vai ser piloto (Jamie Backley) e o outro vai trabalhar com documentos secretos (Edward Bluemel). O pai deles era simpatizante do nazismo e de Hitler, difícil que um jovem filho da oposição teria acesso e emprego com documentos secretos a favor de Londres. Os documentos acabam vazando. Acham que foi alguém que o jovem tinha relações, mas é bem furado esse argumento. Um jovem que vive em um hotel, onde qualquer quarto tem acesso funcionários, infiltrados, não seria difícil saber os segredos secretos. O serviço secreto não era tão descuidado assim.
Eu gosto dos personagens, mesmo que com uma certa artificialidade nos acontecimentos. No hotel tem o pai (Steven Mackintosh) e a filha (Hermione Corfield) que cuidam do seu funcionamento.  Alguns outros do elenco são: Matt Ryan, Liz White, Akshay Kumar, Charles Edwards, Lauren Coe, Ewan Mitchell e Max Klein. A produção é bem cara, são bem feitas as poucas cenas de bombardeiros em Londres, as festas, os números musicais, os figurinos. 



Os números musicais são muito bons. Há uma banda que toca no hotel, mas alguns personagens vão às vezes em casas noturnas com mais música ao vivo e outros músicos. Muito bom ouvir música ao vivo. A cantora é interpretada por Kara Tointon e o pianista e seu par amoroso por Sope Dirisu.

Beijos,
Pedrita 

terça-feira, 14 de setembro de 2021

Malevolent

Assisti Malevolent (2018) de Olaf de Fleur Johannesson no TelecinePlay. Adorei! Cheio de fantasminhas e com um bom roteiro. No Brasil resolveram interpretar o roteiro que colocaram o título A Maldição dos Esquecidos, esqueçam, porque é livre interpretação de quem inventou o título.

Um grupo engana famílias dizendo que afastam os fantasminhas da casa. A linda jovem (Florence Pug) começa a de fato ver fantasminhas, a pesquisar sobre sua mãe e a suposta loucura dela.

Ela não quer aceitar um trabalho em uma mansão onde crianças foram mortas. Mas o irmão (Ben Lloyd-Hughes) que se meteu em confusão e precisa de dinheiro, a obriga. Claro que dá ruim! É um intuito desses filmes. Muito triste a história dessas crianças. A mansão por fora é linda, não dá pra saber se o interior é na mansão ou em cenário, muito bem feito.
A personagem da Celia Imrie que contrata os jovens. Ainda no elenco estão Scott Chambers, Georgina Bevan, Nial Greig Funton e Stephen McCole.

Beijos,
Pedrita