sexta-feira, 21 de junho de 2013

A Última Casa Da Rua

Assisti A Última Casa Da Rua (2012) de Mark Tonderai na HBO. Eu continuava querendo me distrair e achei que esse seria um filme de fantasminhas, tem um pouco o clima de filme de fastasminhas, mas é um suspense. É razoável. A trama psicológica é bem construída, chega até a surpreender, mas ainda prefiro filmes de fantasminhas, mesmo que fraquinhos.

Uma mãe se muda com a filha para uma bela casa ao lado de uma reserva florestal. Elas conseguiriam uma grande casa por um ótimo preço porque a casa ao lado teve um filho que matou os pais. A relação delas não é das melhores. Elas pouco conviveram uma com a outra, a filha viveu mais com o pai. Elas são interpretadas por Jennifer Lawrence e Elisabeth Sue. Outros do elenco são Max Thieriot, Gil Bellows e Eva Link.

O trailer parece bem mais ágil e emocionante que o filme. A Última Casa Da Rua tem um ritmo bem mais parado e com pouca ação.



Beijos,
Pedrita

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Até Que A $orte nos Separe

Assisti Até Que A $orte nos Separe (2012) de Roberto Santucci no Telecine Pipoca. Eu e a minha mãe queríamos um filme para distrair, vi que esse ia começar e assistimos. Eu não quis ver no cinema. É engraçado e o Leandro Hassum é divertido. Não é o estilo de filme que gosto, comédias, inspiradas nas americanas, com muito clichê e estrutura das comédias americanas. Até Que A $orte nos Separe é bem realizado.

Até Que A $orte nos Separe começa com um casal com dificuldade de pagar as contas e criar a bebê. Eles ganham na loteria. Passa um tempo esse casal é interpretado por Leandro Hassum e Danielle Winittis, tem dois filhos e esbanjam dinheiro. Um vizinho metódico vive com sua esposa e um filho. Ele é interpretado pelo Kiko Mascarenhas. O texto é bem auto-ajuda e convencional. Adorei os adolescentes e crianças interpretados por: Julia Dalavia, Henry Fiuka e Vitor Mayer. Outros do elenco são: Aílton Graça, Rita Elmôr, Marcelo Saback, Carlos Bonow, Antonio Fragoso, Júlio Braga, Maurício Sherman, Rodrigo Sant´Anna, Marcos Pitombo e  Bruna di Tullio.



Beijos,
Pedrita

sábado, 15 de junho de 2013

Poli com Jean Willys

Assisti Poli com Jean Willys na TV Cultura. Foi a estreia do programa de entrevistas com a ótima jornalista Maria Cristina Poli. Nesse ela entrevistou Jean Willys. Gostei muito do formato do programa. São vários momentos de entrevista. Na casa dele, na praça e terminou na casa de uma amiga. Enquanto isso o programa contextualiza a entrevista. O que acontecia politicamente quando Jean Willys nasceu, quando tinha 15 anos.

Eu gosto muito do Jean Willys como Deputado Federal. A entrevista falou do BBB e nessa época eu não me identificava com ele, inclusive queria que a Grazy Massafera ganhasse. Mas depois que ele se tornou Deputado Federal, suas colocações, seus projetos. Achei muito engraçado ele explicar a origem do seu nome, eu achava que era nome artístico. A mãe gostava de um personagem da fotonovela, Jean, e o pai do carro Aerowillys, então decidiram por Jean Willys. Poli passa sempre aos domingos, inclusive a TV Cultura está com uma ótima programação aos domingos.


Beijos,
Pedrita

terça-feira, 11 de junho de 2013

Faroeste Caboclo

Assisti no cinema Faroete Caboclo (2013) de René Sampaio. Eu queria muito ver esse filme, acompanhei as matérias desde o começo. No início era o Canal Brasil que falava da confecção do filme, depois foram matérias na GloboNews e por último na TV Globo. Eu adoro o casal protagonista, Fabrício Boliveira e Isis Valverde.

Faroeste Caboclo é um filme incrível. Foi excelente a adaptação que fizeram da letra da música de Renato Russo. Li que a mãe do Renato Russo queria um caboclo no papel, e pelo nome da música é compreensível, mas ela depois ficou encantada com o trabalho do Fabrício Boliveira, esse ator é incrível realmente e como é bonito. Isis Valverde também está incrível. As cenas são ágeis, edição inteligente, figurinos e constituição de época, ambientada na década de 79,  incrível.

Um elenco excelente vai aparecendo. Antonio Calloni arrasa em um personagem indigesto, um policial que mais trabalha para quem o paga do que para a polícia. Marcos Paulo faz um senador, pai da protagonista. Gosto muito do ator que faz o pai do protagonista, Flávio Bauraqui. Felipe Abib está excelente como o jovem ricaço e traficante da cidade. César Trancoso faz o primo do protagonista. Está também excelente Rodrigo Pandolfo como o usuário de drogas. A amiga da protagonista é interpretada pela ótima Juliana Lohmann. A namorada do primo por Cinara Leal.

Eu não sei como Faroeste Caboclo repercute no exterior, mas no Brasil o tema é muito atual. Poder, drogas, polícia corrupta, senador inatingível. A letra da música já era impactante, o filme continua impactando e atual. Gostei muito!

Beijos,
Pedrita

domingo, 9 de junho de 2013

Sparkenbroke

Terminei de ler Sparkenbroke (1936) de Charles Langbridge Morgan. Faz tempo que comprei esse livro em um sebo por R$ 10,00. É exatamente dessa coleção da foto, da coleção Clássicos Modernos da Editora Abril. Atualmente esse livro só é encontrado no Brasil em sebos ou em edições estrangeiras.

Obra de Frank Bernard Dicksee

Gostei bastante, embora me identifiquei menos. Há um amor não realizado entre um homem e uma mulher, com final trágico, tipicamente romântico. Como se o amor entre essas duas pessoas não pudesse ser profanado. Estranhei esse gênero de amor romântico em 1936. Nosso protagonista tem uma obsessão por cemitérios e pela morte. Criado em um castelo, ele tem uma experiência macabra em um cemitério na infância e parece passar a vida na busca de retornar essa experiência. Imaginei que os góticos devem adorar esse livro, se é que leem e o conhecem.


Obra Saints'  Church Tower (1889) de Alfred John Keen

O protagonista é um escritor e é inspirado em Shelley e Byron. Ele conhece uma mulher de uma beleza irreal e eles se apaixonam não só pela estética, mas pelo pensamento. Ela também ama poesias. O autor também venera a religião e Deus e faz várias relações de sua obra com as crenças religiosas.

Tanto os pintores, bem como os compositores são ingleses como o autor.


Beijos,
Pedrita