Obra de Mário Rubinski
Ele recebe a visita de um editor para que escreva um livro. O editor aconselha que a cidade seja Curitiba e que para começar ele escolha como personagem alguém da cidade. Começa o dilema de nosso protagonista. É uma delícia acompanhar os seus raciocínios e viagens. Fantástico! O protagonista decide que o seu personagem será Paulo Leminski. O poeta era de Curitiba, mas tanto ele como a cidade não se gostavam, como se sente nosso protagonista. Em alguns momentos o Fantasma é hilário. Ele cruza com uma vidente que diz que "Paulo Leminski não morreu". Ele resolve então investigar. Ele sabe que morreu, mas... É tudo genial! Inteligente, engraçado em vários momentos. Daria um incrível filme! Espero que alguém filme esse livro. Claro, precisará ter muito menos texto, uma pena, porque é incrível, mas é genial. Também gostei que para explicar suas escolhas o protagonista menciona várias vezes poemas de Paulo Leminski, mas não como uma profecia, mas com raiva mesmo. O texto é muito inteligente. Paulo Leminski é o Fantasma.
E como lembrou nossa amiga blogueira Liliane do Paulamar, José Castello é o autor da biografia de Vinícius de Moraes.
Obra Trabalhadores de Café (1953) de Nilo Previdi
Trecho do poema de Paulo Leminski que está no livro:
"Ainda
Confundo
Felicidade
Com este
Nervosismo."
Os dois pintores e o compositor são de Curitiba como Paulo Leminski.
Hoje, dia 15 de dezembro, é dia de festa aqui no Mata Hari e 007 que completa 12 anos de existência. Caramba! Até eu me assusto com tanto tempo. A cada mais ou menos dois dias em média nesses 12 anos postei algo da minha vida cultural e continuo me achando incompleta e com pouca informação, comparado aos meus amigos. Fiquei feliz de o post ser de um livro que li nessa comemoração. E com uma analogia de Fantasma já que Pedrita sou eu e não sou, Mata Hari sou eu e não sou e o 007 é um quase Fantasma daqui como o personagem do livro. Ainda sou amiga do ex-blogueiro que fez esse banner e vou avisá-lo.
Beijos,
Pedrita











