George Clooney interpreta Jay Kelly um ator tão famoso quanto ele e que tem um ego absurdo. Em um encontro com um colega da juventude, ele começa a repensar a sua carreira e suas relações. O filme está como drama, tem horas que tenta ser cômico, mas não é nada disso na verdade.
Jay Kelly tem um séquito de funcionários. Essa questão que achei importante mostrar. Não sei se muitos atores tem tantos funcionários, mesmo os mais famosos como o próprio Clooney, mas mostra o quanto esses atores são mimados e tudo é feito pelos outros. O chato do Adam Sandler é o seu maior capacho. Eu detesto esse ator que é péssimo e está péssimo. Ele abandona sua família, tudo, para viver na sombra do Clooney.

Um pouco dá pra entender porque o ator ficou distante da família. São muitos filmes, vários realizados em outras cidades, países, então é compreensível estar mais distante. O mesmo para o seu empresário que parecia mais um faz tudo. Mas esse exagero precisa ser repensado. Quem vai ficando famoso vai se acostumando a ter uma infinidade de pessoas que resolvem tudo pra ele, é muito egocêntrico. Fiquei curiosa em saber quem são os famosos que exageram nesse séquito de profissionais.
Beijos,
Pedrita






Achei bobo esse filme.
ResponderExcluirEntendo que seja mesmo preciso um séquito grande de pessoas em seu redor. É válido.
Beijo,
liliane, resumiu bem. eu não entendo esse colonialismo ou monarquismo, nem essa ideia que alguém é melhor que o outro pra ser sempre servido. quando o filme está sendo rodado há muitos profissionais para fazer o filme ser feito. mas no dia a dia é um exagero e abuso absurdo.
ExcluirSerá que a intenção era fazer uma crítica, suti,l ao fato de atores famosos "necessitarem" de um grupo de pessoas para servi-los?
ResponderExcluirBeijo
marly, eu fiquei com a sensação que quiseram mostrar essas pessoas que ficam gravitando no entorno de alguém que se acha superior.
ExcluirBom dia e uma excelente quinta-feira, minha querida amiga Pedrita. Continuo somente, na área literária. Grande abraço do seu amigo carioca.
ResponderExcluirluiz, bom fim de semana.
ExcluirPena que você achou chato o filme, obrigada pela sua avaliação, Pedrita feliz quinta-feira bjs.
ResponderExcluirlucimar, é bem chato.
ExcluirAssino embaixo: um filme chato e bobo 😕
ResponderExcluirSua resenha como sempre excelente!
Gostei bastante como VC fez a colocação e reflexão dessa coisa colonialista de pessoas se acharem melhores que outras e esse séquito de funcionários gravitando só redor.
Penso como você.
luli, sim, na produção de filme é necessário muitos funcionários, mas no dia a dia é exagero. chato e bobo mesmo.
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