Um homem (Raúl Arévalo) vai a um posto com seu amigo que é seriamente baleado e entra em coma. O que sobreviveu vê uma matéria de jornal falando do mistério daquele lugar que de tempos em tempos tem assassinatos por lá e sempre tem uma criança de 10 anos no local. Eu passei o filme achando que era alguma organização que usava o lugar como forma de vingança ou protesto. O dono do posto é Antonio Dechent. Eu achei também que podia ser delírio do rapaz já que ele tomava remédio controlado, parou de tomar e passou a ter alucinações.
Outro núcleo é uma mãe e um filho. Que mãe pavorosa. Ela é daquelas ultrapassadas que acha que temos que nos colocar em perigo para perder o medo. O filho recebe um bilhete para não ir ao posto no dia do seu aniversário porque será morto. A mãe o obriga ir lá pra ele perder o medo, morto vai perder mesmo o medo rapidinho. Ele é Hubo Arbues e ela é Aura Garrido. Eu demorei um tempo para entender que os tempos dos personagens era diferentes. Não sei se foi de propósito, acho que sim, porque esse filme é cheio de ideias ruins. O final é até interessante, mas o filme é bem mal desenvolvido.Beijos,
Pedrita





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